Notícias nos Estados Publicado: 13/04/2010 | 16:12

AL: SAÚDE, EDUCAÇÃO, SEGURANÇA E JUDICIÁRIO PARADOS

Na capital de Alagoas, Maceió, alguns serviços públicos amanheceram parados nesta terça-feira, 13. Às 8h da manhã, cerca de 500 servidores públicos municipais de setores administrativos, guardas municipais, educação e saúde se reuniram em frente à sede Secretaria de Saúde do Município para protestar reajuste salarial em todas as categorias. Apenas 30% dos serviços estão sendo mantidos.

Na capital de Alagoas, Maceió, alguns serviços públicos amanheceram parados nesta terça-feira, 13. Às 8h da manhã, cerca de 500 servidores públicos municipais de setores administrativos, guardas municipais, educação e saúde se reuniram em frente à sede Secretaria de Saúde do Município para protestar reajuste salarial em todas as categorias. Apenas 30% dos serviços estão sendo mantidos.

Na educação, os servidores iniciaram uma greve por tempo indeterminado na manhã de ontem (segunda-feira), quando várias escolas do município ficaram sem aulas. Além do reajuste de 15,94%, eles reivindicam aumento na oferta de vagas, agilidade nos processos de aposentadoria, convocação dos concursados, realização de novo concurso público e melhoria da infra-estrutura nas escolas.

As diversas categorias municipais travam uma luta com a prefeitura de reajustes salariais. A educação quer um aumento de 15,94%. Já os Guardas Municipais, o reajuste é de 30% e os agentes pleiteiam 25%. Ontem, em mais uma manifestação, os servidores invadiram a sede da Secretaria de Finanças e interromperam o atendimento ao público, prática condenada e impedida pelo juiz da Vara da Fazenda Municipal, Antônio Emanuel Dórea, que impetrou uma Ação de Reintegração de Posse para impedir que o fato se repetisse.

No Poder Judiciário de todo o Estado do Alagoas, a categoria também suspendeu os serviços nesta terça-feira. A paralisação, decidida em assembleia realizada no último mês de março, terá duração de 24 horas e transferiu os serviços de urgência para os juizados especiais e fóruns.

A categoria reivindica 11,98% de recomposição salarial, já garantidos por decisão judicial e aplicadas somente aos magistrados, agilidade no Projeto de Lei da data-base, atualização da indenização de transporte dos oficiais de justiça e a redução de sete para seis horas de trabalho ou o pagamento do auxílio-alimentação.

Fonte: Cada Minuto