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Publicado: 21/05/2010 | 16:35
SERVIDORES QUEREM DEBATER NO CNJ REDUÇÃO DE JORNADA
Os Servidores estaduais do Poder Judiciário apresentarão, em breve, uma lista de reivindicações da categoria ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Um dos objetivos é reabrir uma discussão sobre a ampliação da jornada de trabalho imposta pelo órgão.Os Servidores estaduais do Poder Judiciário apresentarão, em breve, uma lista de reivindicações da categoria ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Um dos objetivos é reabrir uma discussão sobre a ampliação da jornada de trabalho imposta pelo órgão.
Atualmente, dos 26 estados brasileiros, 18 têm legislação que garante uma jornada de seis horas. A Resolução n º 88/10 do CNJ determina uma jornada de sete horas ininterruptas ou oito horas em dois turnos. Os servidores estão em greve em quatro estados do país: Bahia, Pernambuco, Ceará e São Paulo.
A lista de pedidos foi debatida nesta quarta-feira, 19, em Brasília, na Federação Nacional dos Servidores do Judiciário nos Estados (Fenajud), com a presença de representantes de 14 Estados. Mas os demais sindicatos podem se manifestar até o próximo dia 28. Segundo Josafá Ramos, diretor de comunicação da Federação, os servidores não querem mais ficar à margem das discussões que envolvem a categoria. Por isso também reivindicam, por exemplo, participar da composição do CNJ.
Iniciada no dia 28 de abril, a greve do Judiciário estadual paulista sofreu o primeiro revés. Um sindicato saiu do movimento após decisão do desembargador Elliot Akel que impôs multa de R$ 100 mil por dia às entidades representantes dos servidores em greve, parcial ou total. Além disso, desde o dia 13, os salários dos funcionários em greve estão sendo descontados, em razão da publicação da Resolução nº 520, de 2010, do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP). As entidades tentaram derrubar a resolução, por meio de ação coletiva, mas o magistrado Luiz Carlos Ribeiro dos Santos negou o pedido.
Os servidores reivindicam também a criação de um estatuto único para servidores das Justiças estadual e federal, o que incluiria um plano de cargos e carreiras. Atualmente, essa é a reivindicação de dois dos grevistas.
Fonte: Valor Econômico e Força Sindical
Atualmente, dos 26 estados brasileiros, 18 têm legislação que garante uma jornada de seis horas. A Resolução n º 88/10 do CNJ determina uma jornada de sete horas ininterruptas ou oito horas em dois turnos. Os servidores estão em greve em quatro estados do país: Bahia, Pernambuco, Ceará e São Paulo.
A lista de pedidos foi debatida nesta quarta-feira, 19, em Brasília, na Federação Nacional dos Servidores do Judiciário nos Estados (Fenajud), com a presença de representantes de 14 Estados. Mas os demais sindicatos podem se manifestar até o próximo dia 28. Segundo Josafá Ramos, diretor de comunicação da Federação, os servidores não querem mais ficar à margem das discussões que envolvem a categoria. Por isso também reivindicam, por exemplo, participar da composição do CNJ.
Iniciada no dia 28 de abril, a greve do Judiciário estadual paulista sofreu o primeiro revés. Um sindicato saiu do movimento após decisão do desembargador Elliot Akel que impôs multa de R$ 100 mil por dia às entidades representantes dos servidores em greve, parcial ou total. Além disso, desde o dia 13, os salários dos funcionários em greve estão sendo descontados, em razão da publicação da Resolução nº 520, de 2010, do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP). As entidades tentaram derrubar a resolução, por meio de ação coletiva, mas o magistrado Luiz Carlos Ribeiro dos Santos negou o pedido.
Os servidores reivindicam também a criação de um estatuto único para servidores das Justiças estadual e federal, o que incluiria um plano de cargos e carreiras. Atualmente, essa é a reivindicação de dois dos grevistas.
Fonte: Valor Econômico e Força Sindical
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