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Publicado: 24/05/2010 | 13:49
AUMENTO DO FUNCIONALISMO MELHOROU SERVIÇOS PÚBLICOS
Números divulgados pela OCDE mostram que as 190 mil novas contratações realizadas desde o início do Governo Lula foram necessárias para "melhorar o acesso da população aos serviços públicos, especialmente nas áreas da saúde e educação, e para superar deficiências pré-existentes na capacidade do Governo".Embora a participação do funcionalismo no mercado de trabalho brasileiro ainda seja inferior à média dos países desenvolvidos, números divulgados pela Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento (OCDE) mostram que as 190 mil novas contratações realizadas desde o início do Governo Lula, em 2003, foram necessárias para "melhorar o acesso da população aos serviços públicos, especialmente nas áreas da saúde e educação, e para superar deficiências pré-existentes na capacidade do Governo".
Os gastos com servidores públicos no Brasil, entretanto, são maiores do que os dos países que têm mais servidores para descontar a folha de pagamento. Segundo o Relatório de Avaliação da Gestão de Recursos Humanos no Governo Federal, elaborado pela OCDE com apoio do Governo brasileiro e do Banco Mundial, o setor público responde por 12% dos postos de trabalho existentes no Brasil e custa 12% do PIB, enquanto os governos da OCDE empregam 22% dos trabalhadores dos seus países e gastam 11,5% do PIB.
A publicação, de 340 páginas, faz uma série de alertas e recomendações para melhorar a eficiência da gestão de pessoal e enfrentar problemas e oportunidades anunciados, como o grande número de aposentadorias num futuro bem próximo, já que cerca de 40% dos servidores do Governo Federal têm mais de 50 anos.
O Governo pode aproveitar esse momento para ajustar a alocação da força de trabalho às suas prioridades, mas terá que garantir que os funcionários que se afastam não levem todo o conhecimento que acumularam nos anos de trabalho. Será necessário acelerar os processos de treinamento e até mesmo criar mecanismos para manter, por alguns anos adicionais, funcionários em posições estratégicas que sejam difícil de substituir.
Os técnicos da OCDE analisaram e apresentaram propostas também para a composição de salários e estratégias de criação de cargos e distribuição de pessoal. A maioria das recomendações, segundo Tiago Falcão, já consta da agenda de reformas do funcionalismo em curso no Governo.
Fonte: Brasília Confidencial
Os gastos com servidores públicos no Brasil, entretanto, são maiores do que os dos países que têm mais servidores para descontar a folha de pagamento. Segundo o Relatório de Avaliação da Gestão de Recursos Humanos no Governo Federal, elaborado pela OCDE com apoio do Governo brasileiro e do Banco Mundial, o setor público responde por 12% dos postos de trabalho existentes no Brasil e custa 12% do PIB, enquanto os governos da OCDE empregam 22% dos trabalhadores dos seus países e gastam 11,5% do PIB. A publicação, de 340 páginas, faz uma série de alertas e recomendações para melhorar a eficiência da gestão de pessoal e enfrentar problemas e oportunidades anunciados, como o grande número de aposentadorias num futuro bem próximo, já que cerca de 40% dos servidores do Governo Federal têm mais de 50 anos.
O Governo pode aproveitar esse momento para ajustar a alocação da força de trabalho às suas prioridades, mas terá que garantir que os funcionários que se afastam não levem todo o conhecimento que acumularam nos anos de trabalho. Será necessário acelerar os processos de treinamento e até mesmo criar mecanismos para manter, por alguns anos adicionais, funcionários em posições estratégicas que sejam difícil de substituir.
Os técnicos da OCDE analisaram e apresentaram propostas também para a composição de salários e estratégias de criação de cargos e distribuição de pessoal. A maioria das recomendações, segundo Tiago Falcão, já consta da agenda de reformas do funcionalismo em curso no Governo.
Fonte: Brasília Confidencial
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