Destaques
Publicado: 25/05/2010 | 10:51
ÁREA ECONÔMICA PEDE A LULA VETO AOS 7,7%
Em reunião da coordenação de governo realizada nesta segunda-feira, 24, a equipe econômica recomendou ao presidente Lula que vete o aumento de 7,7% para aposentados e pensionistas que ganham acima do salário mínimo.
Em reunião da coordenação de governo realizada nesta segunda-feira, 24, a equipe econômica recomendou ao presidente Lula que vete o aumento de 7,7% para aposentados e pensionistas que ganham acima do salário mínimo. A Medida Provisória sobre o reajuste precisa ter um parecer final até a próxima terça-feira, 1º de junho, data do seu vencimento.
Segundo os ministros do Planejamento, Paulo Bernardo, da Fazenda, Guido Mantega e da Previdência, Carlos Gabas, o total de reajuste que foi aprovada nas duas casas do Legislativo teriam impacto de R$ 8,5 bilhões nos cofres da Previdência, R$ 1,5 bilhão a mais do que o gasto com o aumento de 6,14% já dado pelo governo. Lula deixou a reunião dizendo que ainda ouvirá a área social e aliados políticos.
A hipótese de Congresso derrubar o veto ‘não é plausível’. Antes da decisão final do Congresso, a equipe econômica conseguiu dinheiro para bancar um aumento de até 7%, mas a própria base aliada não quis arcar com o ônus de votar a favor de um índice menor do que aquele que estava sendo proposto pela maioria dos deputados, os 7,7%.
O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PTSP), que viu seu relatório pelo reajuste de 7% ser rejeitado até por petistas na votação da Câmara, destacou as dificuldades regimentais para a derrubada de um veto: votação secreta e o número de 257 votos na Câmara e 41 no Senado.
O fim do fator previdenciário — regra que retarda a aposentadoria dos trabalhadores da iniciativa privada — custaria R$ 4 bilhões anuais. O presidente já adiantou que pretende barrar esse projeto, também aprovado pelo Congresso. O tema ocupou parte da reunião de coordenação de governo, ontem, mas Lula deixou o encontro dizendo que iria pensar sobre o veto ao reajuste. Em ano eleitoral, não pretende tomar uma decisão impopular, mas ao mesmo tempo não quer ser responsável pelo desequilíbrio das contas públicas.
Fonte: O Globo
Segundo os ministros do Planejamento, Paulo Bernardo, da Fazenda, Guido Mantega e da Previdência, Carlos Gabas, o total de reajuste que foi aprovada nas duas casas do Legislativo teriam impacto de R$ 8,5 bilhões nos cofres da Previdência, R$ 1,5 bilhão a mais do que o gasto com o aumento de 6,14% já dado pelo governo. Lula deixou a reunião dizendo que ainda ouvirá a área social e aliados políticos.
A hipótese de Congresso derrubar o veto ‘não é plausível’. Antes da decisão final do Congresso, a equipe econômica conseguiu dinheiro para bancar um aumento de até 7%, mas a própria base aliada não quis arcar com o ônus de votar a favor de um índice menor do que aquele que estava sendo proposto pela maioria dos deputados, os 7,7%.
O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PTSP), que viu seu relatório pelo reajuste de 7% ser rejeitado até por petistas na votação da Câmara, destacou as dificuldades regimentais para a derrubada de um veto: votação secreta e o número de 257 votos na Câmara e 41 no Senado.
O fim do fator previdenciário — regra que retarda a aposentadoria dos trabalhadores da iniciativa privada — custaria R$ 4 bilhões anuais. O presidente já adiantou que pretende barrar esse projeto, também aprovado pelo Congresso. O tema ocupou parte da reunião de coordenação de governo, ontem, mas Lula deixou o encontro dizendo que iria pensar sobre o veto ao reajuste. Em ano eleitoral, não pretende tomar uma decisão impopular, mas ao mesmo tempo não quer ser responsável pelo desequilíbrio das contas públicas.
Fonte: O Globo
Compartilhe essa notícia
Mais lidas dos últimos 30 dias
01
CSPB participa de reuniões estratégicas sobre o PL da Negociação Coletiva e reforça construção conjunta com relator André Figueiredo (6010 views • 07/05/2026)
02
Câmara aprova fim da escala 6x1 e CSPB reforça mobilização por vitória histórica no Senado (5526 views • 28/05/2026)
03
CSPB reforça protagonismo nacional na construção do PL da Negociação Coletiva e amplia articulação política em defesa dos servidores públicos (5308 views • 15/05/2026)
04
CSPB reforça apoio à Carreira Finalística do MTE e defende fortalecimento da mediação das relações de trabalho no Brasil (5178 views • 20/05/2026)
05
Ministério da Justiça convida servidores a participarem de pesquisa sobre gênero na Segurança Pública (5124 views • 12/05/2026)
06
Servidores endividados exigem mais empenho da classe política para o enfrentamento dessa anomalia social (5050 views • 27/05/2026)
07
CSPB amplia diálogo com o MGI e defende participação das entidades na modernização do serviço público (5021 views • 22/05/2026)
08
Enfermagem em luta: Audiência na Câmara denuncia manobras e cobra implementação real do piso salarial da categoria (4969 views • 13/05/2026)
09
CSPB intensifica articulação no Congresso pelo fim da escala 6x1 sem redução salarial (4949 views • 27/05/2026)
10