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Publicado: 10/06/2010 | 14:17
DF: POLICIAIS CIVIS EM GREVE
Desde às 08h desta quinta-feira, 10, os policiais civis do Distrito Federal estão com as atividades paralisadas. Uma nova greve de 48 horas foi anunciada ontem (9), depois que o governador Rogério Rosso não conseguiu negociar, junto ao Ministério do Planejamento, o aumento para as categorias de policial federal, civil e militar e bombeiros para 2010.Desde às 08h desta quinta-feira, 10, os policiais civis do Distrito Federal estão com as atividades paralisadas. Uma nova greve de 48 horas foi anunciada ontem (9), depois que o governador Rogério Rosso não conseguiu negociar, junto ao Ministério do Planejamento, o aumento para as categorias de policial federal, civil e militar e bombeiros para 2010.
Apenas 30% do efetivo atende nas delegacias. Até o fm da paralisação, somente as ocorrências de crimes graves como abusos sexuais, homicídios e sequestros relâmpagos serão registrados. Como parte da mobilização, além de impedir a entrada dos funcionários ao Ministério, cerca de 20 policiais invadiram parte da pista na Esplanada, no ponto logo após o semáforo que fica em frente ao ministério, próximo à entrada da via L2. A Polícia Militar está no local desde 12h20 para organizar o fluxo de veículos.
O Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol) e seus 7 mil filiados entraram em greve, também de 48h, para reivindicar o reajuste salarial, em uma média de 28%, além de uma reestruturação de carreira para a categoria no DF. O Sinpol entende que há má vontade política por parte do governo federal e que não há qualquer justificativa para o não envio ao Congresso Nacional da medida legal com a reestruturação da carreira.
O presidente da Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol), Jânio Gandra, esclareceu que esse movimento é local e nada tem a ver com as paralisações da categoria no resto do país. “Nos outros estados, a mobilização é pela votação do Piso Nacional, que, depois de um acordo com a liderança do governo ontem (9), ficou acertado para ser votado no próximo dia 16. Aqui, a categoria decidiu paralizar as atividades reivindicando o Plano de Cargos, que altera a carreira inicial, onde o piso passaria de R$7.500 para R$9.200", explicou.
Está prevista para as 15h da sexta-feira da próxima semana (18/6) uma assembleia no estacionamento número 6 do Parque da Cidade com participação de todos os policiais civis. Caso eles não tenham as reivindicações atendidas até esta data, entrarão em greve por tempo indeterminado. No último dia 27, os policiais civis entraram em greve, também de 48h, para reivindicar o reajuste salarial, em uma média de 28%, além de uma reestruturação de carreira para a categoria no DF.
Na Bahia, a greve chegou ao fim
A greve que da Polícia Civil da Bahia, que já durava 21 dias, chegou ao fim nesta terça, 8. As atividades serão retomadas normalmente na manhã desta quarta, segundo o Sindicato dos Policiais Civis da Bahia (Sindpoc). De acordo com a diretoria da entidade, "apenas a Bahia se mantinha firme na greve nacional", enquanto os outros oito estados já haviam voltado às atividades.
CSPB – SECOM com informações do Correio Braziliense
Apenas 30% do efetivo atende nas delegacias. Até o fm da paralisação, somente as ocorrências de crimes graves como abusos sexuais, homicídios e sequestros relâmpagos serão registrados. Como parte da mobilização, além de impedir a entrada dos funcionários ao Ministério, cerca de 20 policiais invadiram parte da pista na Esplanada, no ponto logo após o semáforo que fica em frente ao ministério, próximo à entrada da via L2. A Polícia Militar está no local desde 12h20 para organizar o fluxo de veículos.
O Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol) e seus 7 mil filiados entraram em greve, também de 48h, para reivindicar o reajuste salarial, em uma média de 28%, além de uma reestruturação de carreira para a categoria no DF. O Sinpol entende que há má vontade política por parte do governo federal e que não há qualquer justificativa para o não envio ao Congresso Nacional da medida legal com a reestruturação da carreira.
O presidente da Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol), Jânio Gandra, esclareceu que esse movimento é local e nada tem a ver com as paralisações da categoria no resto do país. “Nos outros estados, a mobilização é pela votação do Piso Nacional, que, depois de um acordo com a liderança do governo ontem (9), ficou acertado para ser votado no próximo dia 16. Aqui, a categoria decidiu paralizar as atividades reivindicando o Plano de Cargos, que altera a carreira inicial, onde o piso passaria de R$7.500 para R$9.200", explicou.
Está prevista para as 15h da sexta-feira da próxima semana (18/6) uma assembleia no estacionamento número 6 do Parque da Cidade com participação de todos os policiais civis. Caso eles não tenham as reivindicações atendidas até esta data, entrarão em greve por tempo indeterminado. No último dia 27, os policiais civis entraram em greve, também de 48h, para reivindicar o reajuste salarial, em uma média de 28%, além de uma reestruturação de carreira para a categoria no DF.
Na Bahia, a greve chegou ao fim
A greve que da Polícia Civil da Bahia, que já durava 21 dias, chegou ao fim nesta terça, 8. As atividades serão retomadas normalmente na manhã desta quarta, segundo o Sindicato dos Policiais Civis da Bahia (Sindpoc). De acordo com a diretoria da entidade, "apenas a Bahia se mantinha firme na greve nacional", enquanto os outros oito estados já haviam voltado às atividades.CSPB – SECOM com informações do Correio Braziliense
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