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Publicado: 1/07/2010 | 12:53
DF: POLICIAIS CIVIS TÊM NOVA ASSEMBLEIA HOJE
Policiais civis se encontram na tarde desta quinta-feira, 1º, às 15h, para dar continuidade à assembleia interrompida ontem por falta de um posicionamento do presidente Luís Inácio Lula da Silva e do Ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, sobre o reajuste de 33%reivindicado por eles.Policiais civis se encontram na tarde desta quinta-feira, 1º, às 15h, para dar continuidade à assembleia interrompida ontem por falta de um posicionamento do presidente Luís Inácio Lula da Silva e do Ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, sobre o reajuste de 33%reivindicado por eles e que foi vetado pelo governo federal sob a alegação de que este ano os cofres estão fechados para aumentos ao funcionalismo. A expectativa é de que ainda nesta semana seja dado um posicionamento do Executivo.
Diante da greve, que completa 13 dias hoje, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, decidiu estudar uma alternativa proposta pelo Sindicato dos Policiais (Sinpol). A ideia é que o pedido de aumento seja encaminhado por meio de uma medida provisória possibilitando assim que a primeira parcela do reajuste seja paga no início do próximo ano.
Segundo o presidente em exercício do Sindicato dos Policiais (Sinpol), Ciro de Freitas, mesmo com o efetivo reduzido, os serviços não ficaram paralisados. "Não é porque estamos em greve que deixamos de fazer o nosso trabalho. Todos os crimes hediondos estão sendo investigados, os flagrantes são efetuados e os serviços do IML e Instituto de Identificação também continuam funcionando", argumenta.
Em adesão publicada na quarta (30/6), o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) reconsiderou a decisão que determinava a volta imediata de todo o efetivo da Polícia Civil. Com a nova decisão, 75% dos servidores devem retornar às atividades, sendo vedada a paralisação total do órgão. Em caso de descumprimento das determinações do Tribunal, a multa diária passa a ser de R$ 50 mil, e não mais R$ 100 mil. O desembargador Natanael Caetano, no entanto, decidiu anular a cobrança da multa de R$ 100 mil aplicada ao sindicato por cada dia de greve. O magistrado reduziu o valor para R$ 50 mil caso as delegacias funcionem com efetivo inferior a 75%.
O Sindicato alega que a determinação já está sendo cumprida, com o argumento de que a greve é qualitativa e não quantitativa. Os plantões não estão atendendo casos corriqueiros, mas se houver 20 homicídios em uma determinada região, todos serão registrados e as investigações não sofrerão nenhum prejuízo por conta da paralisação.
Entre as reivindicações dos policiais, está a reestruturação do plano de carreira com um incremento salarial de 28 a 33%, que deve ser aplicado no período de três anos, em cinco parcelas.
Fonte: CorreioWeb
Diante da greve, que completa 13 dias hoje, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, decidiu estudar uma alternativa proposta pelo Sindicato dos Policiais (Sinpol). A ideia é que o pedido de aumento seja encaminhado por meio de uma medida provisória possibilitando assim que a primeira parcela do reajuste seja paga no início do próximo ano.
Segundo o presidente em exercício do Sindicato dos Policiais (Sinpol), Ciro de Freitas, mesmo com o efetivo reduzido, os serviços não ficaram paralisados. "Não é porque estamos em greve que deixamos de fazer o nosso trabalho. Todos os crimes hediondos estão sendo investigados, os flagrantes são efetuados e os serviços do IML e Instituto de Identificação também continuam funcionando", argumenta.
Em adesão publicada na quarta (30/6), o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) reconsiderou a decisão que determinava a volta imediata de todo o efetivo da Polícia Civil. Com a nova decisão, 75% dos servidores devem retornar às atividades, sendo vedada a paralisação total do órgão. Em caso de descumprimento das determinações do Tribunal, a multa diária passa a ser de R$ 50 mil, e não mais R$ 100 mil. O desembargador Natanael Caetano, no entanto, decidiu anular a cobrança da multa de R$ 100 mil aplicada ao sindicato por cada dia de greve. O magistrado reduziu o valor para R$ 50 mil caso as delegacias funcionem com efetivo inferior a 75%.
O Sindicato alega que a determinação já está sendo cumprida, com o argumento de que a greve é qualitativa e não quantitativa. Os plantões não estão atendendo casos corriqueiros, mas se houver 20 homicídios em uma determinada região, todos serão registrados e as investigações não sofrerão nenhum prejuízo por conta da paralisação.
Entre as reivindicações dos policiais, está a reestruturação do plano de carreira com um incremento salarial de 28 a 33%, que deve ser aplicado no período de três anos, em cinco parcelas.
Fonte: CorreioWeb
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