Destaques,
Publicado: 2/09/2010 | 09:33
GREVE DO JUDICIÁRIO PAULISTA TERMINA APÓS 127 DIAS
A greve dos servidores do Judiciário de São Paulo terminou nesta quarta-feira, 1º, após 127 dias de paralisação. Os trabalhadores terão reposição salarial de 4,77% paga em janeiro de 2010 e o restante dos 20,16% reivindicados pela categoria deverão ser pagos no final do ano, por meio do orçamento do Estado.
A greve dos servidores do Judiciário de São Paulo terminou nesta quarta-feira, 1º, após 127 dias de paralisação. Os trabalhadores terão reposição salarial de 4,77% paga em janeiro de 2010 e o restante dos 20,16% reivindicados pela categoria deverão ser pagos no final do ano, por meio do orçamento do Estado.
De acordo com o presidente do sindicato da categoria, Wagner José de Souza, esta foi a mais longa greve da história do Judiciário. Em 2004, os servidores cruzaram os braços por 91 dias. A Ordem dos Advogados do Brasil no Estado de São Paulo (OAB-SP) estima que a paralisação tenha atrasado o andamento dos processos em um ano e meio. Segundo o órgão, apesar da presença dos juízes nos fóruns, audiências foram canceladas por falta de funcionários ou de processos.
O presidente do sindicato afirma que os atrasos serão sanados com um mutirão dos servidores. Segundo Souza, eles deverão trabalhar nos finais de semana, feriados e fazer horas extras para cumprir os prazos dos processos.
Os servidores da capital e Grande São Paulo voltam ao trabalho nesta quinta-feira, 2. Nas comarcas do interior, os grevistas assumirão seus postos a partir de amanhã. Uma nova reunião entre os servidores e o Tribunal de Justiça de São Paulo foi marcada para o dia 6 de outubro para continuar a negociação de melhores condições de trabalho.
De acordo com o presidente do sindicato da categoria, Wagner José de Souza, esta foi a mais longa greve da história do Judiciário. Em 2004, os servidores cruzaram os braços por 91 dias. A Ordem dos Advogados do Brasil no Estado de São Paulo (OAB-SP) estima que a paralisação tenha atrasado o andamento dos processos em um ano e meio. Segundo o órgão, apesar da presença dos juízes nos fóruns, audiências foram canceladas por falta de funcionários ou de processos.
O presidente do sindicato afirma que os atrasos serão sanados com um mutirão dos servidores. Segundo Souza, eles deverão trabalhar nos finais de semana, feriados e fazer horas extras para cumprir os prazos dos processos.
Os servidores da capital e Grande São Paulo voltam ao trabalho nesta quinta-feira, 2. Nas comarcas do interior, os grevistas assumirão seus postos a partir de amanhã. Uma nova reunião entre os servidores e o Tribunal de Justiça de São Paulo foi marcada para o dia 6 de outubro para continuar a negociação de melhores condições de trabalho.
Fonte: R7
Compartilhe essa notícia
Mais lidas dos últimos 30 dias
01
CSPB participa de reunião extraordinária do Instituto Servir Brasil e reforça unidade pela aprovação do PL 1893/2026 (5794 views • 07/07/2026)
02
CSPB intensifica articulação para construir consenso e viabilizar aprovação da negociação coletiva no serviço público (5461 views • 10/07/2026)
03
CSPB celebra avanço histórico da negociação coletiva e convoca mobilização nacional pela aprovação do PL 1893/2026 (5028 views • 02/07/2026)
04
CSPB repudia perseguição a dirigentes sindicais e anuncia reação política e jurídica em defesa da liberdade sindical (4947 views • 15/07/2026)
05
CSPB lança ‘Carta de Compromisso 2026’ para pautar a defesa do serviço público nas eleições (4830 views • 09/07/2026)
06
CSPB reforça articulação por consenso para viabilizar aprovação do PL da Negociação Coletiva (4745 views • 08/07/2026)
07
Nota Técnica do MPT fortalece atuação dos sindicatos na fiscalização de contratos terceirizados (4696 views • 21/07/2026)
08
FMI reconhece fracasso das privatizações e aponta nova onda estatal (4666 views • 01/07/2026)
09
CSPB amplia articulação política e convoca servidores para audiência pública decisiva sobre a negociação coletiva no serviço público (4647 views • 23/07/2026)
10