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Publicado: 25/02/2011 | 17:07
GOVERNO QUER REAJUSTE DO IR EM 4,5% E CENTRAIS PEDEM 6,46%
Governo Federal quer editar Medida Provisória para reajustar a tabela do Imposto de Renda em 4,5%, percentual abaixo do proposto pelas Centrais sindicais, que pedem reajuste de 6,46% com base na inflação
O governo anunciou ontem que deve aditar na próxima semana uma Medida Provisória que reajusta a tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) em 4,5%, contrariando as reivindicações do movimento sindical, que defende um reajuste de 6,46%, baseado na correção da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
Para o presidente da Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST), José Calixto Ramos, a decisão do governo pode prejudicar trabalhadores que tiveram um reajuste menor que o reajuste da tabela do Imposto de Renda.
“Muito trabalhadores podem passar a pagar o Imposto de Renda enquanto não pagavam antes. Então o reajuste salarial que os trabalhadores tiveram vai para o Imposto de Renda. O que nós queremos é que os valores sejam adequados com a reposição salarial. Nós queremos um reajuste automático”, argumenta.
As centrais sindicais vão aumentar a mobilização por um reajuste maior na tabela do Imposto de Renda. Na próxima semana devem realizar uma reunião para montar estratégias de trabalho no Congresso Nacional e junto a Presidência da República para tentar negociar o percentual.
Para Ramos, o governo tem sido inflexível em todas as negociações com as entidades representativas dos trabalhadores. Vale lembrar que na discussão pelo reajuste do salário mínimo, na semana passada, o governo, por meio de sua base aliada, aprovou o mínimo de R$ 545 e desconsiderou a proposta das centrais sindicais, de reajuste de R$ 560.
SECOM – CSPB
Para o presidente da Nova Central Sindical dos Trabalhadores (NCST), José Calixto Ramos, a decisão do governo pode prejudicar trabalhadores que tiveram um reajuste menor que o reajuste da tabela do Imposto de Renda.
“Muito trabalhadores podem passar a pagar o Imposto de Renda enquanto não pagavam antes. Então o reajuste salarial que os trabalhadores tiveram vai para o Imposto de Renda. O que nós queremos é que os valores sejam adequados com a reposição salarial. Nós queremos um reajuste automático”, argumenta.
As centrais sindicais vão aumentar a mobilização por um reajuste maior na tabela do Imposto de Renda. Na próxima semana devem realizar uma reunião para montar estratégias de trabalho no Congresso Nacional e junto a Presidência da República para tentar negociar o percentual.
Para Ramos, o governo tem sido inflexível em todas as negociações com as entidades representativas dos trabalhadores. Vale lembrar que na discussão pelo reajuste do salário mínimo, na semana passada, o governo, por meio de sua base aliada, aprovou o mínimo de R$ 545 e desconsiderou a proposta das centrais sindicais, de reajuste de R$ 560.
SECOM – CSPB
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