Destaques
Publicado: 29/08/2012 | 10:47
CATEGORIAS ACEITAM PROPOSTA DO GOVERNO
Nesta terça, 28, servidores federais de 18 categorias decidiram encerrar a greve, aceitando assim a proposta de reajuste do governo, de 15,8%, dividido em três vezes, até 2015.
Nesta terça, 28, servidores federais de 18 categorias decidiram encerrar a greve, aceitando assim a proposta de reajuste do governo. Servidores da Saúde, Funasa, Previdência, Trabalho, Cultura, Fazenda, Funai, Agricultura, Arquivo Nacional, Imprensa Nacional, Museu do Índio, Planejamento, Justiça, Transportes, Embratur, Secretaria de Patrimônio da União, administrativos da Polícia Rodoviária Federal e Integração Nacional, aceitaram o reajuste de 15,8%, dividido em três vezes, até 2015. A Confederação dos Servidores Públicos do Brasil (CSPB) é contra a adesão desta proposta.
O Diretor de Assuntos Econômicos e Políticas Salariais da CSPB, Lineu Neves Mazano, explica que a paralisação começou porque não houve negociação. Ele ressalta que a greve é o último recurso, usado pelos trabalhadores quando não há instrumento de negociação com as entidades patronais.
“Como não temos uma legislação que garanta o direito de greve aos servidores públicos e o governo não trata a questão pública como deve, os sindicatos acabam ficando sem força para lutar pelas reivindicações das categorias. Temos um Congresso omisso e o governo não tem um plano de carreira para a gestão pública”.
A campanha dos servidores por reajuste salarial começou em março. Os trabalhadores que tiveram dias não trabalhados descontados da folha de pagamento do mês de agosto poderão negociar com o governo sob a condição de encerrarem a paralisação.
CSPB - SECOM
O Diretor de Assuntos Econômicos e Políticas Salariais da CSPB, Lineu Neves Mazano, explica que a paralisação começou porque não houve negociação. Ele ressalta que a greve é o último recurso, usado pelos trabalhadores quando não há instrumento de negociação com as entidades patronais.
“Como não temos uma legislação que garanta o direito de greve aos servidores públicos e o governo não trata a questão pública como deve, os sindicatos acabam ficando sem força para lutar pelas reivindicações das categorias. Temos um Congresso omisso e o governo não tem um plano de carreira para a gestão pública”.
A campanha dos servidores por reajuste salarial começou em março. Os trabalhadores que tiveram dias não trabalhados descontados da folha de pagamento do mês de agosto poderão negociar com o governo sob a condição de encerrarem a paralisação.
CSPB - SECOM
Compartilhe essa notícia
Mais lidas dos últimos 30 dias
01
CSPB denuncia sabotagem e tomará providências após retirada do PL 1893/2026 da pauta da Câmara (4497 views • 12/08/2026)
02
CSPB celebra vinculação do Sindsprev-RJ e amplia força na defesa dos serviços públicos (4485 views • 13/08/2026)
03
CSPB e Centrais Sindicais avançam no diálogo com o PL para destravar votação do PL 1893/2026 (4280 views • 20/08/2026)
04
SC: No II Encontro Jurídico da NCST-SC e Fetramesc, CSPB destaca Negociação Coletiva e atuação sindical (4276 views • 17/08/2026)
05
CSPB une forças pelo fim da contribuição previdenciária de aposentados e reafirma apoio à ‘Carta de Brasília’ (4275 views • 14/08/2026)
06
Movimentos preparam o 30/8, Dia Nacional de Mobilização pelo Fim da Escala 6×1 (3998 views • 19/08/2026)
07
Lula dá largada à campanha de 2026 com soberania no centro da disputa (3979 views • 17/08/2026)
08
Clã Bolsonaro deve responder por alta traição e lesa-pátria, diz chanceler (3967 views • 10/08/2026)
09
Lula chega à campanha com mais de 10 milhões de novos empregos formais (3924 views • 18/08/2026)
10