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Publicado: 15/03/2013 | 09:38
RENAN ENVIA ORÇAMENTO PARA SANÇÃO PRESIDENCIAL
As despesas previstas na proposta orçamentária (PLN 24/2012) são de aproximadamente R$ 2,28 trilhões, dos quais cerca de R$ 110,61 bilhões se destinam aos investimentos das estatais e pouco mais de R$ 610 bilhões ao refinanciamento da dívida pública. O texto confirma o salário mínimo de R$ 678.
Na manhã desta quinta-feira (14), o presidente do Senado, Renan Calheiros, enviou o projeto de lei orçamentária de de 2013 à Presidência da República para que o texto seja sancionado.
As despesas previstas na proposta orçamentária (PLN 24/2012) são de aproximadamente R$ 2,28 trilhões, dos quais cerca de R$ 110,61 bilhões se destinam aos investimentos das estatais e pouco mais de R$ 610 bilhões ao refinanciamento da dívida pública. O texto confirma o salário mínimo de R$ 678.
Inicialmente prevista para dezembro, a votação do Orçamento foi adiada devido à polêmica em torno da lei dos royalties do petróleo. Na semana passada, os vetos parciais da presidente Dilma Rousseff a essa lei foram derrubados pela maioria dos parlamentares, que representam os estados não produtores do combustível. Em seguida, Renan colocou a proposta orçamentária em votação: a Câmara aprovou o texto na madrugada da quinta-feira passada (7), enquanto o Senado o aprovou na noite da última terça-feira (12).
Fonte: Agência Senado
As despesas previstas na proposta orçamentária (PLN 24/2012) são de aproximadamente R$ 2,28 trilhões, dos quais cerca de R$ 110,61 bilhões se destinam aos investimentos das estatais e pouco mais de R$ 610 bilhões ao refinanciamento da dívida pública. O texto confirma o salário mínimo de R$ 678.
Inicialmente prevista para dezembro, a votação do Orçamento foi adiada devido à polêmica em torno da lei dos royalties do petróleo. Na semana passada, os vetos parciais da presidente Dilma Rousseff a essa lei foram derrubados pela maioria dos parlamentares, que representam os estados não produtores do combustível. Em seguida, Renan colocou a proposta orçamentária em votação: a Câmara aprovou o texto na madrugada da quinta-feira passada (7), enquanto o Senado o aprovou na noite da última terça-feira (12).
Fonte: Agência Senado
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