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Publicado: 16/04/2013 | 10:04
INFLAÇÃO SEMANAL TEM LIGEIRA QUEDA NA SEGUNDA PRÉVIA DO MÊS
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-S) ficou em 0,65% na segunda semana de abril, segundo o Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas (FGV). O resultado ficou 0,06 ponto percentual abaixo da taxa da apuração anterior.
Fernanda Cruz
Repórter da Agência Brasil
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-S) ficou em 0,65% na segunda semana de abril, segundo o Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas (FGV). O resultado ficou 0,06 ponto percentual abaixo da taxa da apuração anterior.
Cinco das oito classes de despesa que compõem o índice tiveram decréscimo. A principal contribuição foi a do grupo da alimentação, cuja taxa caiu de 1,49% para 1,37%. Nessa classe de despesas, destacaram-se as frutas (de 6,19% para 5,57%).
Também registraram decréscimo em suas taxas de variação os grupos habitação (de 0,73% para 0,62%), comunicação (de 0,31% para 0,24%), vestuário (de 0,46% para 0,4%) e educação, leitura e recreação (de 0,06% para -0,05%).
Já os grupos que tiveram acréscimo em suas taxas de variação foram saúde e cuidados pessoais (de 0,57% para 0,60%), despesas diversas (de 0,25% para 0,28%) e transportes (de 0,26% para 0,28%).
Edição: Juliana Andrade
Fonte: AGÊNCIA BRASIL
Repórter da Agência Brasil
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-S) ficou em 0,65% na segunda semana de abril, segundo o Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas (FGV). O resultado ficou 0,06 ponto percentual abaixo da taxa da apuração anterior.
Cinco das oito classes de despesa que compõem o índice tiveram decréscimo. A principal contribuição foi a do grupo da alimentação, cuja taxa caiu de 1,49% para 1,37%. Nessa classe de despesas, destacaram-se as frutas (de 6,19% para 5,57%).
Também registraram decréscimo em suas taxas de variação os grupos habitação (de 0,73% para 0,62%), comunicação (de 0,31% para 0,24%), vestuário (de 0,46% para 0,4%) e educação, leitura e recreação (de 0,06% para -0,05%).
Já os grupos que tiveram acréscimo em suas taxas de variação foram saúde e cuidados pessoais (de 0,57% para 0,60%), despesas diversas (de 0,25% para 0,28%) e transportes (de 0,26% para 0,28%).
Edição: Juliana Andrade
Fonte: AGÊNCIA BRASIL
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