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Publicado: 18/04/2013 | 10:30
EMPREGO FORMAL TEM MELHOR MARÇO EM TRÊS ANOS, E GOVERNO OBSERVA POSSÍVEL REAÇÃO
A expectativa do governo é a de que o ano termine com a geração de cerca de 1,7 milhão de novos postos de trabalho com carteira assinada. De acordo com os dados do Caged, houve o acréscimo de 1,7% nos salários de março em comparação aos rendimentos de fevereiro, de R$ 1.061,71 para R$ 1.079,92.
O saldo de empregos formais no país atingiu 112.450 em março, melhor resultado para o mês em três anos, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado ontem (17) pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Para o MTE, o resultado "parece confirmar a continuidade do processo de reação do mercado de trabalho verificado no mês anterior". No primeiro trimestre, foram criadas 306.068 vagas com carteira assinada, expansão de 0,77% no estoque, que chega a 39,812 milhões de trabalhadores. Em 12 meses, o saldo é de 1.097.338 postos de trabalho, crescimento de 2,83%.
Das vagas abertas no mês passado, 61.349 foram no setor de serviços (variação de 0,38%). Percentualmente, a maior alta foi da administração pública: 0,74%, o equivalente a 6.566 empregos a mais. A indústria de transformação abriu 25.790 vagas (0,31%) e a construção civil, 19.702 (0,62%). O comércio teve pequena variação (0,04%), com acréscimo de 3.160 empregos. A agropecuária fechou 4.434 vagas, queda de 0,28%.
Segundo o MTE, o emprego industrial cresceu em dez dos 12 segmentos pesquisados, enquanto o setor de serviços teve alta generalizada. A queda na agropecuária foi atribuída a uma oscilação de "movimentos negativos e positivos" nos ramos de atividade. O cultivo de soja, por exemplo, perdeu 2.438 postos de trabalho. Já o cultivo de cana-de-açúcar registrou acréscimo de 5.577.
Entre as regiões, apenas o Nordeste fechou vagas (35.620, -0,56%), resultado que o MTE credita a fatores sazonais, "ligados às atividades sucroalcooleiras". O Sudeste criou 83.451 vagas (variação de 0,39%), o Sul abriu 53.535 (0,75%, segundo melhor resultado para o mês), o Centro -Oeste, 9.895 (0,32%) e o Norte, 1.189 (0,07%).
No trimestre, os destaques ficaram com os serviços (acréscimo de 170.313 empregos com carteira, alta de 1,05%) e com a indústria (108.129, aumento de 1,32%). A maior alta percentual (2,57%) foi da construção civil, que criou 79.936 vagas, seguida da administração público (2,33%, acréscimo de 20.336 empregos).
Também no trimestre, o salário médio de admissão cresceu 1,71% sobre igual período do ano passado. O valor subiu de R$ 1.061,71 para R$ 1.079,92.
No atual governo, desde janeiro de 2011, foram criados 3.886.515 empregos formais no país.
Fonte: REDE BRASIL ATUAL
Das vagas abertas no mês passado, 61.349 foram no setor de serviços (variação de 0,38%). Percentualmente, a maior alta foi da administração pública: 0,74%, o equivalente a 6.566 empregos a mais. A indústria de transformação abriu 25.790 vagas (0,31%) e a construção civil, 19.702 (0,62%). O comércio teve pequena variação (0,04%), com acréscimo de 3.160 empregos. A agropecuária fechou 4.434 vagas, queda de 0,28%.
Segundo o MTE, o emprego industrial cresceu em dez dos 12 segmentos pesquisados, enquanto o setor de serviços teve alta generalizada. A queda na agropecuária foi atribuída a uma oscilação de "movimentos negativos e positivos" nos ramos de atividade. O cultivo de soja, por exemplo, perdeu 2.438 postos de trabalho. Já o cultivo de cana-de-açúcar registrou acréscimo de 5.577.
Entre as regiões, apenas o Nordeste fechou vagas (35.620, -0,56%), resultado que o MTE credita a fatores sazonais, "ligados às atividades sucroalcooleiras". O Sudeste criou 83.451 vagas (variação de 0,39%), o Sul abriu 53.535 (0,75%, segundo melhor resultado para o mês), o Centro -Oeste, 9.895 (0,32%) e o Norte, 1.189 (0,07%).
No trimestre, os destaques ficaram com os serviços (acréscimo de 170.313 empregos com carteira, alta de 1,05%) e com a indústria (108.129, aumento de 1,32%). A maior alta percentual (2,57%) foi da construção civil, que criou 79.936 vagas, seguida da administração público (2,33%, acréscimo de 20.336 empregos).
Também no trimestre, o salário médio de admissão cresceu 1,71% sobre igual período do ano passado. O valor subiu de R$ 1.061,71 para R$ 1.079,92.
No atual governo, desde janeiro de 2011, foram criados 3.886.515 empregos formais no país.
Fonte: REDE BRASIL ATUAL
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