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Publicado: 26/04/2013 | 09:18
RENDIMENTO DO TRABALHADOR CRESCE 0,6% EM MARÇO EM RELAÇÃO AO MESMO MÊS DO ANO PASSADO
O crescimento real de 0,6%, sem o efeito da inflação, chegaria a 7%.
Vinícius Lisboa
Repórter da Agência Brasil
O rendimento médio real habitual dos trabalhadores brasileiros em março de 2013 ficou em R$ 1.855,40, valor 0,6% maior que o do mesmo mês do ano passado (R$ 1.844,93), divulgou ontem (25) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na Pesquisa Mensal do Emprego. Apesar disso, houve queda de 0,2% em relação a fevereiro.
A variação do rendimento médio na comparação com março do ano anterior foi menor que a registrada entre março de 2012 e março de 2011, quando houve aumento de 5,6%. O crescimento real de 0,6%, sem o efeito da inflação, chegaria a 7%.
A pesquisa é domiciliar e realizada por amostragem nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife e Porto Alegre.
A massa de rendimento real habitual (R$ 42,8 bilhões) das regiões pesquisadas também foi menor em relação a fevereiro, com queda de 0,6%. Na comparação com março do ano passado, houve aumento de 1,6%.
Já o número de ocupados ficou praticamente estável, com queda de 22,974 milhões para 22,922 milhões.
Edição: Juliana Andrade
Ouça na Rádio CSPB:

Fonte: AGÊNCIA BRASIL
Repórter da Agência Brasil
O rendimento médio real habitual dos trabalhadores brasileiros em março de 2013 ficou em R$ 1.855,40, valor 0,6% maior que o do mesmo mês do ano passado (R$ 1.844,93), divulgou ontem (25) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na Pesquisa Mensal do Emprego. Apesar disso, houve queda de 0,2% em relação a fevereiro.
A variação do rendimento médio na comparação com março do ano anterior foi menor que a registrada entre março de 2012 e março de 2011, quando houve aumento de 5,6%. O crescimento real de 0,6%, sem o efeito da inflação, chegaria a 7%.
A pesquisa é domiciliar e realizada por amostragem nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife e Porto Alegre.
A massa de rendimento real habitual (R$ 42,8 bilhões) das regiões pesquisadas também foi menor em relação a fevereiro, com queda de 0,6%. Na comparação com março do ano passado, houve aumento de 1,6%.
Já o número de ocupados ficou praticamente estável, com queda de 22,974 milhões para 22,922 milhões.
Edição: Juliana Andrade
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Fonte: AGÊNCIA BRASIL
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