Notícias
Publicado: 4/07/2013 | 10:28
PAIM COMEMORA APROVAÇÃO NA CCJ DA PROPOSTA DE SUA AUTORIA QUE ACABA COM O VOTO SECRETO NO CONGRESSO
Paim lembrou as diversas propostas que apresentou para acabar com o voto secreto em sua atuação parlamentar, desde a Assembleia Nacional Constituinte, há 25 anos. Até esta quarta-feira, todas tinham sido derrotadas.
O senador Paulo Paim (PT-RS) comemorou em Plenário, na quarta-feira (3), a aprovação, pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), da Proposta de Emenda à Constituição, de sua autoria, que acaba com o voto secreto no Congresso Nacional (PEC 20/2013).
Paim lembrou as diversas propostas que apresentou para acabar com o voto secreto em sua atuação parlamentar, desde a Assembleia Nacional Constituinte, há 25 anos. Até esta quarta-feira, todas tinham sido derrotadas.
O parlamentar citou trecho de seu livro de memórias, Rufar dos Tambores, escrito há dez anos, em que afirma que o voto secreto é como uma meia verdade. Para o senador, é um absurdo o parlamentar não assumir suas posições publicamente.
Paulo Paim afirmou que, graças à pressão das ruas, chegará a hora da transparência absoluta. Afirmou que a palavra “secreto” lembra os porões da ditadura.
- Não há lógica, no Estado democrático de direito, ter receio de votar abertamente – afirmou Paim.
O discurso de Paim teve apartes dos senadores Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), João Capiberibe (PSB-AP), Cristovam Buarque (PDT-DF), Waldemir Moka (PMDB-MS) e Sérgio Souza (PMDB-PR), este último relator da PEC na CCJ, que pediu a quebra de interstícios para apressar a votação da proposta.
Ouça na Rádio CSPB:

Fonte: AGÊNCIA SENADO
Paim lembrou as diversas propostas que apresentou para acabar com o voto secreto em sua atuação parlamentar, desde a Assembleia Nacional Constituinte, há 25 anos. Até esta quarta-feira, todas tinham sido derrotadas.
O parlamentar citou trecho de seu livro de memórias, Rufar dos Tambores, escrito há dez anos, em que afirma que o voto secreto é como uma meia verdade. Para o senador, é um absurdo o parlamentar não assumir suas posições publicamente.
Paulo Paim afirmou que, graças à pressão das ruas, chegará a hora da transparência absoluta. Afirmou que a palavra “secreto” lembra os porões da ditadura.
- Não há lógica, no Estado democrático de direito, ter receio de votar abertamente – afirmou Paim.
O discurso de Paim teve apartes dos senadores Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), João Capiberibe (PSB-AP), Cristovam Buarque (PDT-DF), Waldemir Moka (PMDB-MS) e Sérgio Souza (PMDB-PR), este último relator da PEC na CCJ, que pediu a quebra de interstícios para apressar a votação da proposta.
Ouça na Rádio CSPB:
Fonte: AGÊNCIA SENADO
Compartilhe essa notícia
Mais lidas dos últimos 30 dias
01
CSPB participa de reunião extraordinária do Instituto Servir Brasil e reforça unidade pela aprovação do PL 1893/2026 (5790 views • 07/07/2026)
02
CSPB intensifica articulação para construir consenso e viabilizar aprovação da negociação coletiva no serviço público (5460 views • 10/07/2026)
03
CSPB celebra avanço histórico da negociação coletiva e convoca mobilização nacional pela aprovação do PL 1893/2026 (5024 views • 02/07/2026)
04
CSPB repudia perseguição a dirigentes sindicais e anuncia reação política e jurídica em defesa da liberdade sindical (4944 views • 15/07/2026)
05
CSPB lança ‘Carta de Compromisso 2026’ para pautar a defesa do serviço público nas eleições (4823 views • 09/07/2026)
06
CSPB reforça articulação por consenso para viabilizar aprovação do PL da Negociação Coletiva (4742 views • 08/07/2026)
07
FMI reconhece fracasso das privatizações e aponta nova onda estatal (4652 views • 01/07/2026)
08
Nota Técnica do MPT fortalece atuação dos sindicatos na fiscalização de contratos terceirizados (4645 views • 21/07/2026)
09
CSPB e Sindfazenda reforçam parceria em defesa dos servidores públicos e da negociação coletiva (4397 views • 02/07/2026)
10