Notícias
Publicado: 26/07/2013 | 15:06
Taxas de juros sobem e inadimplência cai de maio para junho, segundo BC
As taxas de juros tanto para empresas quanto para as famílias subiram de maio para junho, de acordo com dados divulgados hoje (26) pelo Banco Central (BC). Já a inadimplência, considerados os atrasos acima de 90 dias, do crédito de todo o sistema financeiro, caiu 0,2 ponto percentual para as empresas (2,1%) e 0,3 ponto percentual para as famílias (5%).
As taxas de juros tanto para empresas quanto para as famílias subiram de maio para junho, de acordo com dados divulgados hoje (26) pelo Banco Central (BC).
A taxa média de juros para as pessoas físicas subiu 0,3 ponto percentual para 24,3% ao ano. Para as empresas, a taxa subiu 0,5 ponto percentual para 14% ao ano.
Segundo o chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, a alta dos juros ocorre devido ao aumento da taxa básica, a Selic. Quando há aumento da Selic, o custo de captação de recursos pelos bancos aumenta e pode haver repasse para os clientes. Maciel lembrou que houve redução de juros em maio, mas ele já havia dito que essa queda “não deveria se constituir uma tendência porque estamos em ciclo de alta de juros [Selic]”.
No caso do crédito com recursos livres, o aumento na taxa para pessoas físicas chegou a 0,7 ponto percentual para 34,9% ao ano. As empresas pagaram taxa média de 19,3%, em junho, alta de 0,8 ponto percentual em relação a maio.
A taxa média de juros do crédito com recursos direcionados (empréstimos com regras definidas pelo governo, destinados, basicamente, aos setores habitacional, rural e de infraestrutura) ficou estável para pessoas físicas (6,7% ao ano) e subiu 0,4 ponto percentual para as empresas (7,4% ao ano).
Já a inadimplência, considerados os atrasos acima de 90 dias, do crédito de todo o sistema financeiro, caiu 0,2 ponto percentual para as empresas (2,1%) e 0,3 ponto percentual para as famílias (5%).
A inadimplência do crédito livre para pessoas físicas também caiu 0,3 ponto percentual, para 7,2%. No caso das empresas, houve redução de 0,2 ponto percentual para 3,5%. A inadimplência do crédito com recursos direcionados ficou em estável para as empresas em 0,6% e caiu 0,3 ponto percentual para as famílias (1,8%).
O saldo total de crédito do sistema financeiro ficou em R$ 2,531 trilhões, com alta de 1,8% no mês e 16,4% em 12 meses encerrados em junho. Esse estoque de crédito correspondeu a 55,2% do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país.
Fonte: AGÊNCIA BRASIL
A taxa média de juros para as pessoas físicas subiu 0,3 ponto percentual para 24,3% ao ano. Para as empresas, a taxa subiu 0,5 ponto percentual para 14% ao ano.
Segundo o chefe do Departamento Econômico do BC, Tulio Maciel, a alta dos juros ocorre devido ao aumento da taxa básica, a Selic. Quando há aumento da Selic, o custo de captação de recursos pelos bancos aumenta e pode haver repasse para os clientes. Maciel lembrou que houve redução de juros em maio, mas ele já havia dito que essa queda “não deveria se constituir uma tendência porque estamos em ciclo de alta de juros [Selic]”.
No caso do crédito com recursos livres, o aumento na taxa para pessoas físicas chegou a 0,7 ponto percentual para 34,9% ao ano. As empresas pagaram taxa média de 19,3%, em junho, alta de 0,8 ponto percentual em relação a maio.
A taxa média de juros do crédito com recursos direcionados (empréstimos com regras definidas pelo governo, destinados, basicamente, aos setores habitacional, rural e de infraestrutura) ficou estável para pessoas físicas (6,7% ao ano) e subiu 0,4 ponto percentual para as empresas (7,4% ao ano).
Já a inadimplência, considerados os atrasos acima de 90 dias, do crédito de todo o sistema financeiro, caiu 0,2 ponto percentual para as empresas (2,1%) e 0,3 ponto percentual para as famílias (5%).
A inadimplência do crédito livre para pessoas físicas também caiu 0,3 ponto percentual, para 7,2%. No caso das empresas, houve redução de 0,2 ponto percentual para 3,5%. A inadimplência do crédito com recursos direcionados ficou em estável para as empresas em 0,6% e caiu 0,3 ponto percentual para as famílias (1,8%).
O saldo total de crédito do sistema financeiro ficou em R$ 2,531 trilhões, com alta de 1,8% no mês e 16,4% em 12 meses encerrados em junho. Esse estoque de crédito correspondeu a 55,2% do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país.
Fonte: AGÊNCIA BRASIL
Compartilhe essa notícia
Mais lidas dos últimos 30 dias
01
CSPB participa de reunião extraordinária do Instituto Servir Brasil e reforça unidade pela aprovação do PL 1893/2026 (5791 views • 07/07/2026)
02
CSPB intensifica articulação para construir consenso e viabilizar aprovação da negociação coletiva no serviço público (5461 views • 10/07/2026)
03
CSPB celebra avanço histórico da negociação coletiva e convoca mobilização nacional pela aprovação do PL 1893/2026 (5025 views • 02/07/2026)
04
CSPB repudia perseguição a dirigentes sindicais e anuncia reação política e jurídica em defesa da liberdade sindical (4946 views • 15/07/2026)
05
CSPB lança ‘Carta de Compromisso 2026’ para pautar a defesa do serviço público nas eleições (4824 views • 09/07/2026)
06
CSPB reforça articulação por consenso para viabilizar aprovação do PL da Negociação Coletiva (4742 views • 08/07/2026)
07
FMI reconhece fracasso das privatizações e aponta nova onda estatal (4652 views • 01/07/2026)
08
Nota Técnica do MPT fortalece atuação dos sindicatos na fiscalização de contratos terceirizados (4649 views • 21/07/2026)
09
CSPB e Sindfazenda reforçam parceria em defesa dos servidores públicos e da negociação coletiva (4397 views • 02/07/2026)
10