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Publicado: 19/08/2013 | 09:27
Rodrigo Janot é o novo procurador-geral da República
Presidenta segue a tradição iniciada por Lula e escolhe o primeiro nome da lista tríplice enviada pela categoria; indicado vai substituir Roberto Gurgel
Seguindo uma tradição iniciada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a presidenta Dilma Rousseff indicou hoje (17) para a Procuradoria Geral da República o nome que liderava a lista tríplice enviada pela Associação Nacional dos Procuradores, o mestre em direito Rodrigo Janot.
Ele vai suceder Roberto Gurgel, cuja atuação à frente do cargo, nos últimos quatro anos, foi marcada por denúncias de favorecimento, prevaricação e até direcionamento de licitações do órgão. Gurgel é acusado, entre outras imputações, de ter tentado engavetar as investigações contra o ex-senador Demóstenes Torres (então no DEM) e o governador de Goiás Marconi Perillo (PSDB), nos inquéritos da Polícia Federal que apuravam a relação dos dois com o bicheiro Carlos Cachoeira.
De acordo com nota divulgada pela Presidência da República, Dilma “considera que Janot reúne todos os requisitos para chefiar o Ministério Público com independência, transparência e apego à Constituição”.
Ele é subprocurador-geral desde 2003. Procurador da República desde 1984, é mestre em direito pela Universidade Federal de Minas Gerais, com especialização em direito do consumidor e meio ambiente pela Escola Superior de Estudos Universitários de S. Anna, na Itália. Foi presidente da associação dos procuradores entre 1995 e 1997.
Também faziam parte da lista tríplice as procuradoras Ela Wiecko e Deborah Duprat.
Leia abaixo a íntegra da nota da Presidência:
A presidenta Dilma Rousseff indicou, neste sábado (17), Rodrigo Janot para o cargo de procurador-geral da República. Mais votado por seus pares na eleição da Associação Nacional dos Procuradores, Janot tem uma brilhante carreira no Ministério Público.
Procurador da República desde 1984, Janot é mestre em direito pela Universidade Federal de Minas Gerais, com especialização em direito do consumidor e meio ambiente pela Escola Superior de Estudos Universitários de S. Anna, na Itália.
A presidenta Dilma Rousseff considera que Janot reúne todos os requisitos para chefiar o Ministério Público com independência, transparência e apego à Constituição.
Fonte: Rede Brasil Atual
Ele vai suceder Roberto Gurgel, cuja atuação à frente do cargo, nos últimos quatro anos, foi marcada por denúncias de favorecimento, prevaricação e até direcionamento de licitações do órgão. Gurgel é acusado, entre outras imputações, de ter tentado engavetar as investigações contra o ex-senador Demóstenes Torres (então no DEM) e o governador de Goiás Marconi Perillo (PSDB), nos inquéritos da Polícia Federal que apuravam a relação dos dois com o bicheiro Carlos Cachoeira.
De acordo com nota divulgada pela Presidência da República, Dilma “considera que Janot reúne todos os requisitos para chefiar o Ministério Público com independência, transparência e apego à Constituição”.
Ele é subprocurador-geral desde 2003. Procurador da República desde 1984, é mestre em direito pela Universidade Federal de Minas Gerais, com especialização em direito do consumidor e meio ambiente pela Escola Superior de Estudos Universitários de S. Anna, na Itália. Foi presidente da associação dos procuradores entre 1995 e 1997.
Também faziam parte da lista tríplice as procuradoras Ela Wiecko e Deborah Duprat.
Leia abaixo a íntegra da nota da Presidência:
A presidenta Dilma Rousseff indicou, neste sábado (17), Rodrigo Janot para o cargo de procurador-geral da República. Mais votado por seus pares na eleição da Associação Nacional dos Procuradores, Janot tem uma brilhante carreira no Ministério Público.
Procurador da República desde 1984, Janot é mestre em direito pela Universidade Federal de Minas Gerais, com especialização em direito do consumidor e meio ambiente pela Escola Superior de Estudos Universitários de S. Anna, na Itália.
A presidenta Dilma Rousseff considera que Janot reúne todos os requisitos para chefiar o Ministério Público com independência, transparência e apego à Constituição.
Fonte: Rede Brasil Atual
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