Destaques
Publicado: 2/09/2013 | 11:48
Mais Médicos: Prefeituras estão proibidas de demitir médicos já contratados
Após receber denúncias sobre demissões de médicos para receber profissionais do mais Médicos em algumas prefeituras brasileiras, o Ministério da Saúde informou, em nota, que o termo de adesão desautoriza os municípios que aderiram ao programa, de demitirem qualquer profissional que tenha sido contratado anteriormente.
por Valmir Ribeiro
Após receber denúncias sobre demissões de médicos para receber profissionais do mais Médicos em algumas prefeituras brasileiras, o Ministério da Saúde informou, em nota, que o termo de adesão desautoriza os municípios que aderiram ao programa, de demitirem qualquer profissional que tenha sido contratado anteriormente. "Os municípios que descumprirem essa regra serão excluídos do programa, com remanejamento dos médicos participantes para outras cidades", alertou a nota.
O sistema do Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde (Cnes), responsável pelo controle do programa, impede, segundo o Ministério da Saúde, que o médico participante seja remanejado a postos que já estavam ocupados por profissionais antes da adesão do município. Na atenção básica, os médicos já cadastrados estão impedidos de se inscrever no programa para atuar no município onde já trabalha. O objetivo é impedir a migração de profissionais para a bolsa do Mais Médicos em uma mesma cidade.
Os municípios inscritos são obrigados a manter o número de médicos na atenção básica, sem os profissionais do programa Mais Médicos. O Ministério da Saúde esclarece que os médicos contratados pelo programa só poderão ser incluídos para ampliar a capacidade de atendimento, preenchendo novas vagas aonde faltavam profissionais, ou formando novas equipes de atenção básica.
Os municípios só poderão demitir médicos da atenção básica, segundo o ministério, em situações excepcionais justificadas às coordenação nacional do Programa Mais Médicos, em situações como o comprovado descumprimento da carga horária estipulada ou falha profissional e/ou outra falha profissional ou ética do médico.
A Diretora Nacional de Assuntos da Saúde da CSPB, Claudia Carnevalle, acredita “que essa é a postura mais correta a ser feita pelo ministério, no que diz respeito aos profissionais médicos que já estão contratados em diversos municípios brasileiros. A prioridade, neste caso, está dada para a ampliação e não para substituição de profissionais. Portanto, neste caso específico, sou favorável à esses critérios adotados pelo Ministério da Sáude. Porém, com relação ao Programa Mais Médicos, é importante observar a questão dos direitos dos profissionais que estão sendo contratados pelo programa, isso ainda não está muito claro. Precisamos averiguar o que acontece desde que questão da validação da formação desses profissionais, até os direitos trabalhistas regidos pela legislação brasileira”, informou.
SECOM/CSPB com informações da Agência Brasil
Após receber denúncias sobre demissões de médicos para receber profissionais do mais Médicos em algumas prefeituras brasileiras, o Ministério da Saúde informou, em nota, que o termo de adesão desautoriza os municípios que aderiram ao programa, de demitirem qualquer profissional que tenha sido contratado anteriormente. "Os municípios que descumprirem essa regra serão excluídos do programa, com remanejamento dos médicos participantes para outras cidades", alertou a nota.
O sistema do Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde (Cnes), responsável pelo controle do programa, impede, segundo o Ministério da Saúde, que o médico participante seja remanejado a postos que já estavam ocupados por profissionais antes da adesão do município. Na atenção básica, os médicos já cadastrados estão impedidos de se inscrever no programa para atuar no município onde já trabalha. O objetivo é impedir a migração de profissionais para a bolsa do Mais Médicos em uma mesma cidade.
Os municípios inscritos são obrigados a manter o número de médicos na atenção básica, sem os profissionais do programa Mais Médicos. O Ministério da Saúde esclarece que os médicos contratados pelo programa só poderão ser incluídos para ampliar a capacidade de atendimento, preenchendo novas vagas aonde faltavam profissionais, ou formando novas equipes de atenção básica.
Os municípios só poderão demitir médicos da atenção básica, segundo o ministério, em situações excepcionais justificadas às coordenação nacional do Programa Mais Médicos, em situações como o comprovado descumprimento da carga horária estipulada ou falha profissional e/ou outra falha profissional ou ética do médico.
A Diretora Nacional de Assuntos da Saúde da CSPB, Claudia Carnevalle, acredita “que essa é a postura mais correta a ser feita pelo ministério, no que diz respeito aos profissionais médicos que já estão contratados em diversos municípios brasileiros. A prioridade, neste caso, está dada para a ampliação e não para substituição de profissionais. Portanto, neste caso específico, sou favorável à esses critérios adotados pelo Ministério da Sáude. Porém, com relação ao Programa Mais Médicos, é importante observar a questão dos direitos dos profissionais que estão sendo contratados pelo programa, isso ainda não está muito claro. Precisamos averiguar o que acontece desde que questão da validação da formação desses profissionais, até os direitos trabalhistas regidos pela legislação brasileira”, informou.
SECOM/CSPB com informações da Agência Brasil
Compartilhe essa notícia
Mais lidas dos últimos 30 dias
01
CSPB denuncia sabotagem e tomará providências após retirada do PL 1893/2026 da pauta da Câmara (4500 views • 12/08/2026)
02
CSPB celebra vinculação do Sindsprev-RJ e amplia força na defesa dos serviços públicos (4487 views • 13/08/2026)
03
CSPB e Centrais Sindicais avançam no diálogo com o PL para destravar votação do PL 1893/2026 (4285 views • 20/08/2026)
04
SC: No II Encontro Jurídico da NCST-SC e Fetramesc, CSPB destaca Negociação Coletiva e atuação sindical (4281 views • 17/08/2026)
05
CSPB une forças pelo fim da contribuição previdenciária de aposentados e reafirma apoio à ‘Carta de Brasília’ (4279 views • 14/08/2026)
06
Movimentos preparam o 30/8, Dia Nacional de Mobilização pelo Fim da Escala 6×1 (4002 views • 19/08/2026)
07
Lula dá largada à campanha de 2026 com soberania no centro da disputa (3987 views • 17/08/2026)
08
Clã Bolsonaro deve responder por alta traição e lesa-pátria, diz chanceler (3974 views • 10/08/2026)
09
Lula chega à campanha com mais de 10 milhões de novos empregos formais (3929 views • 18/08/2026)
10