Notícias
Publicado: 3/09/2013 | 09:21
Itamaraty prorroga prazo para investigar diplomatas acusados de assédio e homofobia
No boletim interno do Ministério das Relações Exteriores, Itamaraty, foi publicada ontem (2) portaria de continuidade determinando mais 60 dias para a conclusão das apurações. O prazo havia acabado no último dia 30.
O ex-cônsul-geral do Brasil em Sydney (Austrália), Américo Fontenelle, e o ex-adjunto dele, Cesar Cidade, ganharam mais tempo para se defender na comissão processante que investiga as acusações sobre eles relativas à discriminação, homofobia e assédio. No boletim interno do Ministério das Relações Exteriores, Itamaraty, foi publicada ontem (2) portaria de continuidade determinando mais 60 dias para a conclusão das apurações. O prazo havia acabado no último dia 30.
A comissão processante, que reúne três membros, apura “possíveis irregularidades referentes aos atos e fatos”, segundo o texto publicado no boletim interno. O processo é reservado, de acordo com o Itamaraty, e não foi informada a razão da prorrogação do prazo. Segundo diplomatas, a decisão foi tomada porque a comissão concluiu que os dados levantados até o momento são insuficientes.
Há pouco mais de três meses, Fontenelle recebeu ordens para deixar o posto e foi aberto um processo administrativo disciplinar contra ele e Cidade. Os dois diplomatas são denunciados, por funcionários, de assédio moral e sexual, homofobia e desrespeito. Inicialmente, a previsão era que as investigações iam durar 60 dias.
As investigações são conduzidas por três embaixadores, com experiência consular e questões administrativas. Ao final das apurações, os dois diplomatas podem ser condenados com uma simples advertência oral ou até exonerados de suas funções. Ao Itamaraty, Fontenelle e Cidade negaram as acusações.
As denúncias surgiram a partir de acusações feitas por funcionários do Consulado de Sydney, que informaram ao Itamaraty situações em que foram humilhados e houve abuso de autoridade por parte do cônsul e do adjunto dele. Desde então, o ministério passou a apurar as informações.
No último dia 28, ao assumir o cargo, o novo chanceler Luiz Alberto Figueiredo Machado disse que não vai tolerar qualquer tipo de discriminação ou assédio na pasta. “Nesta casa [Itamaraty] tampouco há lugar para discriminação nem assédio. Comportamentos desse tipo não serão tolerados”, destacou Figueiredo, na presença de diplomatas estrangeiros e brasileiros, durante a cerimônia de transmissão de cargo no Palácio Itamaraty.
Fonte: Agência Brasil
A comissão processante, que reúne três membros, apura “possíveis irregularidades referentes aos atos e fatos”, segundo o texto publicado no boletim interno. O processo é reservado, de acordo com o Itamaraty, e não foi informada a razão da prorrogação do prazo. Segundo diplomatas, a decisão foi tomada porque a comissão concluiu que os dados levantados até o momento são insuficientes.
Há pouco mais de três meses, Fontenelle recebeu ordens para deixar o posto e foi aberto um processo administrativo disciplinar contra ele e Cidade. Os dois diplomatas são denunciados, por funcionários, de assédio moral e sexual, homofobia e desrespeito. Inicialmente, a previsão era que as investigações iam durar 60 dias.
As investigações são conduzidas por três embaixadores, com experiência consular e questões administrativas. Ao final das apurações, os dois diplomatas podem ser condenados com uma simples advertência oral ou até exonerados de suas funções. Ao Itamaraty, Fontenelle e Cidade negaram as acusações.
As denúncias surgiram a partir de acusações feitas por funcionários do Consulado de Sydney, que informaram ao Itamaraty situações em que foram humilhados e houve abuso de autoridade por parte do cônsul e do adjunto dele. Desde então, o ministério passou a apurar as informações.
No último dia 28, ao assumir o cargo, o novo chanceler Luiz Alberto Figueiredo Machado disse que não vai tolerar qualquer tipo de discriminação ou assédio na pasta. “Nesta casa [Itamaraty] tampouco há lugar para discriminação nem assédio. Comportamentos desse tipo não serão tolerados”, destacou Figueiredo, na presença de diplomatas estrangeiros e brasileiros, durante a cerimônia de transmissão de cargo no Palácio Itamaraty.
Fonte: Agência Brasil
Compartilhe essa notícia
Mais lidas dos últimos 30 dias
01
CSPB participa de reunião extraordinária do Instituto Servir Brasil e reforça unidade pela aprovação do PL 1893/2026 (5792 views • 07/07/2026)
02
CSPB intensifica articulação para construir consenso e viabilizar aprovação da negociação coletiva no serviço público (5461 views • 10/07/2026)
03
CSPB celebra avanço histórico da negociação coletiva e convoca mobilização nacional pela aprovação do PL 1893/2026 (5027 views • 02/07/2026)
04
CSPB repudia perseguição a dirigentes sindicais e anuncia reação política e jurídica em defesa da liberdade sindical (4946 views • 15/07/2026)
05
CSPB lança ‘Carta de Compromisso 2026’ para pautar a defesa do serviço público nas eleições (4830 views • 09/07/2026)
06
CSPB reforça articulação por consenso para viabilizar aprovação do PL da Negociação Coletiva (4745 views • 08/07/2026)
07
Nota Técnica do MPT fortalece atuação dos sindicatos na fiscalização de contratos terceirizados (4667 views • 21/07/2026)
08
FMI reconhece fracasso das privatizações e aponta nova onda estatal (4653 views • 01/07/2026)
09
CSPB amplia articulação política e convoca servidores para audiência pública decisiva sobre a negociação coletiva no serviço público (4616 views • 23/07/2026)
10