Notícias Publicado: 1/09/2014 | 09:50

Presidente da CSPB defende reforma do Judiciário no modelo ideal e é contra financiamento do Banco Mundial

“O Banco Mundial está financiando a reforma do Judiciário pelo mundo, porém,  com objetivo de reformar o poder judiciário no sentido de ele se tornar mais liberal do que é"


Servidores do Amapá com o presidente da CSPB, João Domingos.




por Grace Maciel




Presidente da Confederação dos Servidores Públicos do Brasil- CSPB, João Domingos Gomes dos Santos, defende reforma do Poder Judiciário,  nesta sexta-feira (30), em Luziânia(GO),  porém declara ser contra o modelo financiado pelo Banco Mundial. No encerramento da reunião da diretoria executiva da CSPB, João elogiou a Federação Nacional dos Servidores do Judiciário nos Estados- Fenajud.

O tema sobre a reforma do Judiciário foi abordado no encerramento do Conselho de Representantes da CSPB, em que o presidente do Sinjap/PB (filiado à Fenajud) Jocinildo Batista [vice presidente da CSPB, no Amapá), fez-se presente, e pautou que a próxima reunião do CR e Diretoria Executiva da CSPB, fosse no Amapá- AP, sua base, logo após a CR e reunião de seu comitê executivo.

João Domingos falou sobre a viabilidade de levar suas reuniões para a Região Norte,  e foi simpático à causa.  "A Fenajud é uma grande federação filiada à CSPB, temos uma base grande nela", disse Domingos.  Os presentes acataram o pedido de Jocinildo e votaram sim, por unanimidade. Mas a data ainda será definida, de acordo com a agenda de João Domingos". 

A maior satisfação foi levar para o Amapá o próximo encontro da CSPB. Assim, poderemos tratar lá de assuntos de interesse da nossa categoria, como a Reforma do Judiciário, por exemplo". Disse Batista.

Preocupado com a situação dos servidores do Judiciário, Domingos destacou: “ Já criamos uma confederação Latino-Americana de servidores do Poder Judiciário.  Agora estamos organizando uma confederação mundial para combater as más práticas deste Poder. 

“O Banco Mundial está financiando a reforma do Judiciário pelo mundo, porém,  com objetivo de reformar o poder judiciário no sentido de ele se tornar mais liberal do que é. O pior é a justiça bina para atender o modelo neoliberal, para proteger as negociações, e não o cidadão”, destacou o presidente da CSPB.

Domingos disse que este modelo de reforma que está aí não é o modelo ideal, pois segundo ele, visa proteger o empresariado, os negócios, tudo além da lei de proteção do homem.

“ Precisamos ter cuidado . Defender uma reforma que venha garantir a construção do Estado Social Democrático de Direito”.





Fonte: Imprensa/Fenajud