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Publicado: 18/05/2015 | 07:58
AP: Greve na Justiça
Seventuários entrarão em greve a partir desta terça-feira (19).

A administração do TJAP tem se recusado a negociar com os servidores; e tem deixado explicita uma tremenda má vontade e descaso aos nossos pleitos... É esse o resultado das conversas tidas até o momento com a gestora e assessores... Não há mais o que esperar! Não dá para acreditar mais sequer na palavra da presidenta da Corte: uma hora ela diz uma coisa; pouco tempo depois, essa mesma coisa já outra... Não bastasse isso, ela tem feito quase tudo o que se estima ao servidor na base da imposição.
Como que uma ditadura. Neste contexto e momento de data-base, os magistrados (com 16% de acréscimo no subsídio), o governador, os secretários de Estado, os deputados, todos, todos estes, já estão com a revisão nos “salários” do que a inflação do ano anterior corroeu e/ou com reposição ou aumento salarial. E os servidores? Estes, vistos como cidadãos de segunda classe ou categoria foram mandados às favas. De modo que parece, para a gestão atual, “que só os servidores não são filhos de Deus”. Assim, não há outra saída para os servidores da Justiça senão fazer greve! Daí este presente manifesto!
É. Da presidenta do TJAP, até o dia de hoje, aquele nheco-nheco, nhem-nhem-nhem e larilari (aquele de sempre) de não haver recurso.
Mas, nessa estorinha a gente não entra não! Tanto que, até já conquistamos PCCS em pleno período de crise econômica mundial, aquele de 2009. Crises, sempre elas; neste front, qualquer que sejam as crises, elas afetam somente a quem não se indigna e não tem brio para se revoltar e não tem peito e capacidade pra lutar.
No TJAP a revolta e a indignação é total. Tanto que a unanimidade, os servidores que participaram da Assembleia geral realizada em frente ao Anexo ao Fórum de Macapá, no dia 07/05/15, decidiram com toda firmeza que: a categoria entrará em greve a partir do dia 19/05/15 pelas seguintes razões: 1) os diálogos têm dado em nada; 2) a presidenta demonstra gerir a Instituição na base da imposição, estampada nos ataques a direito dos servidores (jornada, férias, do que faz de conta de participação do SINJAP nos processos de planejamento estratégico e de elaboração do orçamento anual do Tribunal, etc.); 3) rejeição de nossa proposta de PCCS. Entre tantas outras. São essas as razões.
Fonte: Sindicato dos Serventuários da Justiça do Estado do Amapá - Sinjap
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