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Publicado: 2/03/2016 | 11:24
Proposta de reenquadramento do Sinditamaraty têm amplo apoio de servidores
Servidores do Itamaraty têm demonstrado amplo apoio, por meio de mensagens nas redes sociais, à proposta de reenquadramento salarial apresentada pelo Sindicato Nacional dos Servidores do Ministério das Relações Exteriores (Sinditamaraty) à Comissão de Administração do ministério, no último dia 19.
Servidores do Itamaraty têm demonstrado amplo apoio, por meio de mensagens nas redes sociais, à proposta de reenquadramento salarial apresentada pelo Sindicato Nacional dos Servidores do Ministério das Relações Exteriores (Sinditamaraty) à Comissão de Administração do ministério, no último dia 19. Nas últimas semanas, multiplicaram-se no Facebook textos, vídeos e fotos com a hashtag #apropostadosindimerepresenta.
Clique na imagem abaixo e assista ao vídeo:

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O estudo empreendido pelo sindicato para propor parâmetros remuneratórios revelou uma defasagem na comparação entre a remuneração dos servidores do Serviço Exterior Brasileiro (SEB) e de outras carreiras típicas de menos 28,48% no caso de assistente de chancelaria, menos 31,88% no caso de oficial de chancelaria e menos 7,11% no caso de diplomatas.
Diante deste diagnóstico, o Sinditamaraty reivindicou uma recomposição salarial de 9,12% para diplomatas, o que representaria um subsídio inicial de R$ 16. 913,10 e final de R$ 22.574,54. Para as outras duas carreiras que tiveram uma defasagem mais acentuada foi proposta uma correção de 52,89% para oficiais de chancelaria, o que resultaria num subsídio de R$ 11.236,99 no ingresso e R$ 16.185,48 no topo. Já para os assistentes de chancelaria seria necessária uma correção de 41,86%, assim, o subsídio dessa carreira passaria para R$ 5.692,36 no ingresso e chegaria a R$ 9.780,82 no topo.
Fonte: Sindicato Nacional dos Servidores do Ministério das Relações Exteriores - Sinditamaraty
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O estudo empreendido pelo sindicato para propor parâmetros remuneratórios revelou uma defasagem na comparação entre a remuneração dos servidores do Serviço Exterior Brasileiro (SEB) e de outras carreiras típicas de menos 28,48% no caso de assistente de chancelaria, menos 31,88% no caso de oficial de chancelaria e menos 7,11% no caso de diplomatas.
Diante deste diagnóstico, o Sinditamaraty reivindicou uma recomposição salarial de 9,12% para diplomatas, o que representaria um subsídio inicial de R$ 16. 913,10 e final de R$ 22.574,54. Para as outras duas carreiras que tiveram uma defasagem mais acentuada foi proposta uma correção de 52,89% para oficiais de chancelaria, o que resultaria num subsídio de R$ 11.236,99 no ingresso e R$ 16.185,48 no topo. Já para os assistentes de chancelaria seria necessária uma correção de 41,86%, assim, o subsídio dessa carreira passaria para R$ 5.692,36 no ingresso e chegaria a R$ 9.780,82 no topo.
Fonte: Sindicato Nacional dos Servidores do Ministério das Relações Exteriores - Sinditamaraty
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