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Publicado: 22/08/2017 | 16:20
Paim quer leis trabalhistas em foco durante a campanha eleitoral de 2018
O senador afirmou que os trabalhador não foram ouvidos em nenhum momento pelo governo e os parlamentares aprovaram exatamente aquilo que foi enviado pela cúpula do empresariado, em nível nacional.
Em pronunciamento nesta segunda-feira (21), o senador Paulo Paim (PT-RS) disse que o debate sobre a reforma trabalhista sancionada pelo governo Temer seja mantido durante o período eleitoral de 2018.
Isto porque a chegada de novos representantes no Congresso e na Presidência da República trará a possibilidade de uma nova proposta que possa beneficiar empregados e empregadores.
Paim registrou a instalação de subcomissão criada no âmbito da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) para elaborar o Estatuto do Trabalho. A primeira reunião ocorreu na última sexta-feira (18), disse Paim.
O senador afirmou que os trabalhador não foram ouvidos em nenhum momento pelo governo e os parlamentares aprovaram exatamente aquilo que foi enviado pela cúpula do empresariado, em nível nacional.
— Que nem os empresários sabem bem o que é, segundo eles dizem — Digo o grosso do empresariado —, mas a Fiesp e a CNI sabem muito bem, porque foram eles que formularam essa reforma do empregador, [essa] CLT do empregador.
Fonte: Agência Senado
Isto porque a chegada de novos representantes no Congresso e na Presidência da República trará a possibilidade de uma nova proposta que possa beneficiar empregados e empregadores.
Paim registrou a instalação de subcomissão criada no âmbito da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) para elaborar o Estatuto do Trabalho. A primeira reunião ocorreu na última sexta-feira (18), disse Paim.
O senador afirmou que os trabalhador não foram ouvidos em nenhum momento pelo governo e os parlamentares aprovaram exatamente aquilo que foi enviado pela cúpula do empresariado, em nível nacional.
— Que nem os empresários sabem bem o que é, segundo eles dizem — Digo o grosso do empresariado —, mas a Fiesp e a CNI sabem muito bem, porque foram eles que formularam essa reforma do empregador, [essa] CLT do empregador.
Fonte: Agência Senado
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