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Publicado: 17/01/2018 | 13:42
Trabalhadores da saúde lutam para receber salário e direitos
Governo promete acertar contas, mas movimento quer data definida para receber verbas rescisórias
Com o fim do contrato entre o governo do Rio de Janeiro e a Organização Social (OS) Instituto Lagos Rio, foram demitidos no dia 19 de dezembro mil profissionais que trabalhavam em quatro UPAs do Estado (Ricardo de Albuquerque, Bangu, Realengo e Marechal Hermes). Entre eles estão grávidas, mulheres em licença maternidade e funcionários de licença médica. Até agora, os trabalhadores e trabalhadoras não receberam o salário de dezembro, o 13º nem as verbas trabalhistas.
Depois de protestarem pela segunda vez em frente à sede da Secretaria de Saúde do estado, na última segunda (15), os trabalhadores conseguiram negociar uma proposta com o subsecretário de Saúde, Charbel Khouri. Ficou definido que o pagamento do salário de dezembro será realizado até 20 de janeiro e o 13º salário será pago em três parcelas: a primeira entre os dias 20 e 30 de janeiro, a segunda entre 20 e 28 de fevereiro e a terceira entre 20 e 30 de março. Já o pagamento das verbas rescisórias poderá ser acertado em 60 ou 90 dias.
“Vamos continuar lutando para a definição de uma data para recebermos nossa verba rescisória. Tem mãe passando necessidade e pai sem condições de pagar pensão alimentícia”, afirma Renata Cardoso Santana, enfermeira demitida da UPA Marechal Hermes.
Em reunião com os trabalhadores, o governo assumiu que a culpa pela situação é do estado. Segundo a OS Lagos Rios, o governo do Rio deve para eles mais de 300 milhões de reais, acumulados desde 2015.
Outra Organização Social (OS) assumiu a gestão das UPAs e os trabalhadores que aceitaram permanecer no emprego foram contratados como pessoa jurídica (PJ), que não têm direitos a 13º, FGTS, férias, seguro-desemprego e, sequer, recebem o vale transporte.
“A população é quem perde com isso. Os que ficaram não trabalham sossegados com medo de não receberem e, além disso, a equipe tem menos médicos, enfermeiros, técnicos de raio X, entre outros, para atender os cariocas”, alertou Renata.
Outro ato de protesto em defesa dos direitos dos trabalhadores demitidos das UPAs cariocas está agendado para o próximo dia 23 de janeiro e logo em seguida o subsecretário receberá os trabalhadores e as trabalhadoras da saúde para mais uma mesa de negociação.
FONTE: G1
Depois de protestarem pela segunda vez em frente à sede da Secretaria de Saúde do estado, na última segunda (15), os trabalhadores conseguiram negociar uma proposta com o subsecretário de Saúde, Charbel Khouri. Ficou definido que o pagamento do salário de dezembro será realizado até 20 de janeiro e o 13º salário será pago em três parcelas: a primeira entre os dias 20 e 30 de janeiro, a segunda entre 20 e 28 de fevereiro e a terceira entre 20 e 30 de março. Já o pagamento das verbas rescisórias poderá ser acertado em 60 ou 90 dias.
“Vamos continuar lutando para a definição de uma data para recebermos nossa verba rescisória. Tem mãe passando necessidade e pai sem condições de pagar pensão alimentícia”, afirma Renata Cardoso Santana, enfermeira demitida da UPA Marechal Hermes.
Em reunião com os trabalhadores, o governo assumiu que a culpa pela situação é do estado. Segundo a OS Lagos Rios, o governo do Rio deve para eles mais de 300 milhões de reais, acumulados desde 2015.
Outra Organização Social (OS) assumiu a gestão das UPAs e os trabalhadores que aceitaram permanecer no emprego foram contratados como pessoa jurídica (PJ), que não têm direitos a 13º, FGTS, férias, seguro-desemprego e, sequer, recebem o vale transporte.
“A população é quem perde com isso. Os que ficaram não trabalham sossegados com medo de não receberem e, além disso, a equipe tem menos médicos, enfermeiros, técnicos de raio X, entre outros, para atender os cariocas”, alertou Renata.
Outro ato de protesto em defesa dos direitos dos trabalhadores demitidos das UPAs cariocas está agendado para o próximo dia 23 de janeiro e logo em seguida o subsecretário receberá os trabalhadores e as trabalhadoras da saúde para mais uma mesa de negociação.
FONTE: G1
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