Notícias Publicado: 4/07/2019 | 07:15

Previdência: manutenção de “pedágio” fez policiais rejeitarem acordo



O acordo em torno das mudanças nas regras de aposentadoria dos polícias da União que chegou a ser costurado nesta quarta-feira (03/06/2019) por líderes partidários da Câmara e o relator da reforma da Previdência, Samuel Moreira (PSDB-SP), com a interferência do presidente Jair Bolsonaro, não chegou a ser firmado por ter desagradado a categoria.


Bolsonaro é, para o autor, o símbolo de um discurso obscurantista


O acordo em torno das mudanças nas regras de aposentadoria dos polícias da União que chegou a ser costurado nesta quarta-feira (03/06/2019) por líderes partidários da Câmara e o relator da reforma da Previdência, Samuel Moreira (PSDB-SP), com a interferência do presidente Jair Bolsonaro, não chegou a ser firmado por ter desagradado a categoria. Coube ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), anunciar à imprensa que a idade mínima de 55 anos continuaria no novo parecer, frustrando a ação de Bolsonaro para reduzir esse número a 53 (homens) e 52 (mulheres).

Integrantes da segurança pública pleiteavam, além da redução na idade mínima, alterações nas regras de transição de policiais federais – a categoria queria um “pedágio” de 17% sobre o tempo que restaria a trabalhar antes da reforma, como na regra prevista para os integrantes das Forças Armadas, mas a proposta seguiria com 100% de acréscimo.

Maia sustentou que não seria possível diminuir o pedágio dos policiais, ou seria necessário mexer no pedágio de todas as demais categorias.


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Fonte: Jornal Metrópoles