Notícias Publicado: 21/07/2026 | 06:02

Sua certidão de tempo de contribuição pode atrasar a sua aposentadoria?



Um detalhe que muitos servidores ignoram pode reduzir o valor da aposentadoria ou limitar as melhores opções de cálculo. Descubra por que conferir a CTC com antecedência é indispensável para um planejamento previdenciário seguro e estratégico




por Patrícia Peres


Você acredita que basta averbar a sua CTC do INSS e está tudo resolvido?

Nem sempre.

No vídeo de hoje, explico um detalhe que pode definir o valor da sua aposentadoria e que muitos servidores só descobrem quando já é tarde: a Certidão de Tempo de Contribuição (CTC) emitida sem as remunerações.

Se o seu objetivo é apenas uma aposentadoria pelas regras de integralidade e paridade, essa ausência pode não fazer diferença.

Mas, se você deseja comparar regras, realizar um planejamento previdenciário estratégico ou verificar se a aposentadoria pela média das remunerações pode ser mais vantajosa, as remunerações a partir de julho de 1994 passam a ser fundamentais.

E existe um ponto que poucos conhecem: é o próprio servidor quem, muitas vezes, precisará buscar e comprovar essas remunerações, especialmente quando elas não constam na CTC emitida pelo INSS.

O planejamento previdenciário não começa quando faltam alguns meses para a aposentadoria.
 
Ele começa anos antes.
 
- Analisar todo o histórico de vínculos no INSS.

- Conferir se existem períodos sem remuneração registrada.

- Solicitar, quando necessário, a correção da CTC.

- Deixar a documentação pronta para averbar no momento mais vantajoso.

 
Quem se organiza com antecedência tem opções.

Quem deixa para a última hora, muitas vezes, perde oportunidades que não podem mais ser recuperadas.

A aposentadoria é uma das decisões financeiras mais importantes da vida de um servidor público. Planejar com antecedência é investir no seu futuro.
 

Clique AQUI e assista ao vídeo sobre o porquê de uma CTC aparentemente "correta" pode não ser suficiente para quem busca a melhor aposentadoria possível.
 

Sucesso sempre.

Patrícia Peres
 

Secom/CSPB