SESSÃO SOLENE É MARCADA POR HOMENAGENS
A sessão solene que iniciou o 22º Congresso Nacional da Confederação dos Servidores Públicos do Brasil foi marcada por homenagens.
O auditório da Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul recebeu cerca de 1.500 pessoas na abertura solene do 22º Congresso da CSPB.
O evento além de autoridades, contou com a presença de delegados presidentes de federações, sindicalistas, imprensa e convidados.
Como manda o protocolo, a sessão começou com a execução do hino Nacional Brasileiro, e num momento de profunda emoção, o presidente da Confederação dos Servidores Públicos do Brasil, João Domingos, entregou uma placa homenageando o ex- sindicalista e diretor da CSPB, Carlos Augusto Mendes de Oliveira, o Carlinhos, falecido em setembro de
Mais homenagens
Paulo Paim, Senador da república, foi homenageado no evento, pelo fasto do Senador estar em Brasília, não compareceu, enviando sua filha Edinéia, como representante. Após a exibição de um vídeo do Paim, Edinéia leu uma carta que fora enviada ao pai quando o mesmo passava por graves problemas pessoas, paralelo à campanha para o Senado Federal, levando às lágrimas algumas pessoas no auditório. Outro homenageado foi o ex- governador do Estado do Rio Grande do Sul, Alceu Collares, que como Paim, sempre lutou pelas causas dos servidores públicos. Calixto Ramos, presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores – NCST, também recebeu a homenagem das mãos de João Domingos, todos eles foram condecorados com a “Comenda Machado de Assis” e uma placa.
Sérgio Arnoud, presidente do 22º Congresso da CSPB, fez a abertura do evento e destacou a satisfação do Estado em sediar o acontecimento que contou com o apoio do Governo do Estado e a Prefeitura Municipal de Porto Alegre.
João Domingos, presidente da CSPB, destacou em seu pronunciamento a importância da CSPB na luta dos direitos dos servidores, bem como a necessidade da Categoria estar fortalecida em todas as suas esferas, e juntas, estarem mobilizadas para buscar objetivos ainda não conquistados.
Alexandre Marcus