CSPB E NOVA CENTAL TÊM PAPEL DECISIVO NA APROVAÇÃO DA LEI DAS CENTRAIS
Presidente Lula recebe representantes de centrais sindicais, no Palácio do Planalto, para comemorar a sanção da lei, que reconhece formalmente as centrais sindicais. Para o representante da CSPB e da NCST, na cerimônia, Sebastião Soares, "foi um passo importante contra a lógica perversa do capital".
Representantes de centrais sindicais, entre elas a Nova Central (NCST), estiveram reunidos com o presidente Lula, no Palácio do Planalto, para comemorar a sanção da Lei das Centrais. Com a aprovação da matéria, as centrais sindicais passam a fazer legalmente parte do sistema sindical brasileiro.
Durante a cerimônia, que contou com a presença dos ministros Carlos Lupi, Luiz Marinho e Luiz Dulci, o presidente Lula destacou o empenho das entidades, dos parlamentares e do próprio governo na aprovação da nova Lei. “Esta foi uma conquista de todos e principalmente dos trabalhadores e do movimento sindical”. Sobre o veto a fiscalização do TCU, o presidente afirmou que “as entidades são responsáveis e tem meios próprios de fiscalização”.
O representante da CSPB e da NCST, no evento, Sebastião Soares, Secretário-Geral da CSPB e Diretor de Relações Internacionais da Nova Central, destacou a importância da aprovação da matéria e ressaltou o papel da NCST e da CSPB. “A Nova Central teve papel determinante nesta aprovação. A união das confederações e das centrais foi fundamental para conseguirmos avançar contra a lógica perversa do capital. A nova Lei, apenas reconhece entidades que já tem legitimidade para defender os talhadores. Agora, ganhamos legalidade e mais instrumentos para manter os direitos trabalhistas e avançar em novas lutas”.
Sobre o veto do presidente Lula, a fiscalização do TCU, o presidente da CONTRATUH, Moacyr Roberto Tesch, defendeu a medida e ressaltou que as entidades têm meios próprios de auto-fiscalização. “São milhares de entidades de base, conselhos de representantes, colegiados, além dos próprios trabalhadores, que estão atentos ao trabalho dos sindicatos, federações e confederações. Por isso, seria impossível que os recursos dos trabalhadores fossem desviados das entidades”.
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