Os empregados das empresas de transporte de valores pararam por sete horas na manhã desta segunda-feira (13). De acordo com o sindicato da categoria, cerca de 800 trabalhadores brasilienses que atuam nos carros fortes cruzaram os braços das 5h às 12h.

A categoria reivindica gratificação de 30% de periculosidade, além de melhores condições de trabalho. "Os vigilantes precisam passar por dentro das agências, o que coloca em risco tanto os trabalhadores quanto os clientes".  E segue: "Precisamos de uma entrada específica", diz Carlos José das Neves, presidente do Sindicato dos Empregados em Empresas de Segurança e Vigilância do Distrito Federal (Sindesv-DF).

Os trabalhadores também são contrários à implantação do malote eletrônico, que reduziria de quatro para dois o número de vigilantes. "Os malotes passariam a ser transportados em carros leves e sem blindagem", explica Neves.

Ele garante que outras paralisações estão sendo planejadas e não descarta a possibilidade de os trabalhadores entrarem em greve. "Foi uma paralisação de alerta, haverá outras até que as reivindicações sejam atendidas".

Fonte: Diap

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Notícias nos Estados Publicado: 15/04/2009 | 09:41

DF: trabalhadores das empresas de transporte de valores pararam

 Os empregados das empresas de transporte de valores pararam por sete horas na manhã desta segunda-feira (13). De acordo com o sindicato da categoria, cerca de 800 trabalhadores brasilienses que atuam nos carros fortes cruzaram os braços das 5h às 12h.

A categoria reivindica gratificação de 30% de periculosidade, além de melhores condições de trabalho. "Os vigilantes precisam passar por dentro das agências, o que coloca em risco tanto os trabalhadores quanto os clientes". 

E segue: "Precisamos de uma entrada específica", diz Carlos José das Neves, presidente do Sindicato dos Empregados em Empresas de Segurança e Vigilância do Distrito Federal (Sindesv-DF).

Os trabalhadores também são contrários à implantação do malote eletrônico, que reduziria de quatro para dois o número de vigilantes. "Os malotes passariam a ser transportados em carros leves e sem blindagem", explica Neves.

Ele garante que outras paralisações estão sendo planejadas e não descarta a possibilidade de os trabalhadores entrarem em greve. "Foi uma paralisação de alerta, haverá outras até que as reivindicações sejam atendidas".

Fonte: Diap

 Os empregados das empresas de transporte de valores pararam por sete horas na manhã desta segunda-feira (13). De acordo com o sindicato da categoria, cerca de 800 trabalhadores brasilienses que atuam nos carros fortes cruzaram os braços das 5h às 12h.

A categoria reivindica gratificação de 30% de periculosidade, além de melhores condições de trabalho. "Os vigilantes precisam passar por dentro das agências, o que coloca em risco tanto os trabalhadores quanto os clientes". 

E segue: "Precisamos de uma entrada específica", diz Carlos José das Neves, presidente do Sindicato dos Empregados em Empresas de Segurança e Vigilância do Distrito Federal (Sindesv-DF).

Os trabalhadores também são contrários à implantação do malote eletrônico, que reduziria de quatro para dois o número de vigilantes. "Os malotes passariam a ser transportados em carros leves e sem blindagem", explica Neves.

Ele garante que outras paralisações estão sendo planejadas e não descarta a possibilidade de os trabalhadores entrarem em greve. "Foi uma paralisação de alerta, haverá outras até que as reivindicações sejam atendidas".

Fonte: Diap

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