Notícias no estado: DF
| Qui, 05 de Fevereiro de 2009 17:38 |
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O Sindicato voltou a cobrar da diretoria do BRB, em particular do presidente do banco, Ricardo Vieira, durante manifestação, na manhã desta quinta-feira (5), em frente ao Edifício Brasília, no Setor Bancário Sul, a implementação imediata das alterações no Plano de Cargos e Salários (PCS), no Programa de Participação nos Resultados (PPR) e na Participação nos Lucros e Resultados (PLR), conforme proposta entregue pela Comissão Paritária. Fruto do trabalho dessa comissão (composta por integrantes do BRB e do Sindicato) e em torno do qual houve consenso, o projeto está há mais de um mês e meio nas mãos da diretoria da instituição para ser apreciado - contrariando o compromisso assumido por Ricardo Vieira de que ele seria implantado em janeiro último. À época da sua posse, em junho do ano passado, e em reuniões com o sindicato e com os próprios gerentes, o presidente do BRB também assegurara que um novo modelo de PCS entraria em vigor em janeiro de 2009. "Como chefe da diretoria executiva, Ricardo Vieira afirma estar ali para tocar o banco independentemente da decisão política quanto ao futuro da instituição. Ora, a aprovação do novo PCS é ato eminentemente administrativo. Se tem plenos poderes neste âmbito, o presidente do banco já deveria ter cumprido o compromisso", questiona o secretário-geral do sindicato, André Nepomuceno. "Tanta demora leva a indagar se não haveria interferência do GDF a impedir o novo PCS. Neste caso, é responsabilidade do presidente dar uma satisfação clara ao corpo funcionar mostrar coerência enquanto administrador". Somente este ano a diretoria do BRB já adiou a análise do projeto por três vezes seguidas. |
DF: bancários se manifestam pela implantação PCS do BRB
| Qui, 05 de Fevereiro de 2009 17:38 |
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O Sindicato voltou a cobrar da diretoria do BRB, em particular do presidente do banco, Ricardo Vieira, durante manifestação, na manhã desta quinta-feira (5), em frente ao Edifício Brasília, no Setor Bancário Sul, a implementação imediata das alterações no Plano de Cargos e Salários (PCS), no Programa de Participação nos Resultados (PPR) e na Participação nos Lucros e Resultados (PLR), conforme proposta entregue pela Comissão Paritária. Fruto do trabalho dessa comissão (composta por integrantes do BRB e do Sindicato) e em torno do qual houve consenso, o projeto está há mais de um mês e meio nas mãos da diretoria da instituição para ser apreciado - contrariando o compromisso assumido por Ricardo Vieira de que ele seria implantado em janeiro último. À época da sua posse, em junho do ano passado, e em reuniões com o sindicato e com os próprios gerentes, o presidente do BRB também assegurara que um novo modelo de PCS entraria em vigor em janeiro de 2009. "Como chefe da diretoria executiva, Ricardo Vieira afirma estar ali para tocar o banco independentemente da decisão política quanto ao futuro da instituição. Ora, a aprovação do novo PCS é ato eminentemente administrativo. Se tem plenos poderes neste âmbito, o presidente do banco já deveria ter cumprido o compromisso", questiona o secretário-geral do sindicato, André Nepomuceno. "Tanta demora leva a indagar se não haveria interferência do GDF a impedir o novo PCS. Neste caso, é responsabilidade do presidente dar uma satisfação clara ao corpo funcionar mostrar coerência enquanto administrador". Somente este ano a diretoria do BRB já adiou a análise do projeto por três vezes seguidas. |
Fonte: CUT / DF
Nesta sexta-feira (25), a CUT/DF, o Sindsaúde (Sindicato dos Trabalhadores Públicos dos Trabalhadores do Distrito Federal), entre outras várias entidades sindicais e sociais e a população em geral, se reunião em frente ao Hospital de Santa Maria, às 9 horas, para realizar um ato contra a terceirização do hospital.
A Central vem atuando fortemente, através de debates, encontros e fóruns, para reverter a decisão formalizada pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal, no dia 9 de setembro.
Na discussão, o Conselho de Saúde conseguiu aprovar por seis votos favoráveis, dois contrários e uma abstenção para a mudança na gestão da unidade de saúde.
Mas o hospital só terá os atendimentos liberados após o envio da decisão ao Tribunal de Contas do DF e publicação do documento no Diário Oficial do DF. Feito isso, poderá ser iniciado o processo de escolha da entidade que irá gerir o hospital.
“Nós somos terminantemente contra a terceirização do Hospital de Santa Maria. Isso não resolve os problemas da população, o que resolve é o investimento no que temos hoje. O que falta são recursos humanos e investimento nas ações básicas de saúde”, defendeu Jefferson Bulhosa, secretário-geral da CUT-DF e do SindSaúde-DF.
Mais de R$ 100 milhões na terceirização
Inaugurado em abril, o Hospital de Santa Maria tem sete blocos de seis andares cada um e 384 leitos, sendo 44 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
O GDF investiu aproximadamente R$ 102 milhões e o governo federal, R$ 8 milhões na construção do hospital, que vai atender uma população de cerca de 120 mil pessoas.
A proposta de terceirizar a gestão do Hospital Regional de Santa Maria foi anunciada pelo governador José Roberto Arruda no dia da inauguração, em 30 de abril.
DF: Sindsaúde realiza manifestação contra a terceirização
Fonte: CUT / DF
Nesta sexta-feira (25), a CUT/DF, o Sindsaúde (Sindicato dos Trabalhadores Públicos dos Trabalhadores do Distrito Federal), entre outras várias entidades sindicais e sociais e a população em geral, se reunião em frente ao Hospital de Santa Maria, às 9 horas, para realizar um ato contra a terceirização do hospital.
A Central vem atuando fortemente, através de debates, encontros e fóruns, para reverter a decisão formalizada pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal, no dia 9 de setembro.
Na discussão, o Conselho de Saúde conseguiu aprovar por seis votos favoráveis, dois contrários e uma abstenção para a mudança na gestão da unidade de saúde.
Mas o hospital só terá os atendimentos liberados após o envio da decisão ao Tribunal de Contas do DF e publicação do documento no Diário Oficial do DF. Feito isso, poderá ser iniciado o processo de escolha da entidade que irá gerir o hospital.
“Nós somos terminantemente contra a terceirização do Hospital de Santa Maria. Isso não resolve os problemas da população, o que resolve é o investimento no que temos hoje. O que falta são recursos humanos e investimento nas ações básicas de saúde”, defendeu Jefferson Bulhosa, secretário-geral da CUT-DF e do SindSaúde-DF.
Mais de R$ 100 milhões na terceirização
Inaugurado em abril, o Hospital de Santa Maria tem sete blocos de seis andares cada um e 384 leitos, sendo 44 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
O GDF investiu aproximadamente R$ 102 milhões e o governo federal, R$ 8 milhões na construção do hospital, que vai atender uma população de cerca de 120 mil pessoas.
A proposta de terceirizar a gestão do Hospital Regional de Santa Maria foi anunciada pelo governador José Roberto Arruda no dia da inauguração, em 30 de abril.
Correio Braziliense
Governador Arruda assina o decreto que cria o Bônus de Desempenho Educacional. Na prática, um vencimento a mais para professores e servidores que cumprirem metas de aprimoramento do ensino
No fim do ano que vem, professores e funcionários da rede pública de ensino do DF que cumprirem metas de desempenho receberão um 14º salário. O governador José Roberto Arruda (DEM) assinou nesta quarta-feira (15), Dia do Professor, o decreto que cria o Bônus de Desempenho Educacional. O incentivo, comum nas empresas privadas, será pago a quem alcançar metas de melhoria no ensino oferecido a quase 500 mil alunos.
O 14º salário pode beneficiar 41 mil funcionários. “É o aumento para os bons professores e favorece o aprimoramento. Pode não ser bom para o sindicato, mas é bom para os professores”, disse o governador Arruda, respondendo às críticas do Sinpro. Para o Sindicato dos Professores, o decreto favorece uma minoria. “Em estados em que foi aplicado, o 14º não trouxe ganhos pedagógicos. Além disso, ele não será pago aos aposentados e aos afastados por doença”, afirma Antônio Lisboa, diretor do Sinpro.
O patamar de qualidade e os valores serão definidos na regulamentação da lei, mas o termômetro do desempenho foi definido. A base será a melhoria do fluxo escolar e o aprendizado dos alunos, além da qualidade da gestão. A primeira variável será pautada pela diminuição da repetência, da evasão e da distorção entre idade e série. Também contará o aumento da aprovação.
Já a qualidade do ensino será comprovada pelo crescimento de cada escola no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, tendo como referencial o ano de 2005. O índice é calculado pelo Ministério da Educação e leva em conta o resultado da Prova Brasil.
A idéia do governo é premiar as instituições e regionais de ensino que se esforçarem para melhorar. Por isso, vale a comparação da escola com ela mesma. Na prática, o GDF vai cobrar que cada grupo de professores e funcionários mantenham curva ascendente na qualidade de ensino
DF: professor terá 14º a partir de 2009, mas só se merecer
Correio Braziliense
Governador Arruda assina o decreto que cria o Bônus de Desempenho Educacional. Na prática, um vencimento a mais para professores e servidores que cumprirem metas de aprimoramento do ensino
No fim do ano que vem, professores e funcionários da rede pública de ensino do DF que cumprirem metas de desempenho receberão um 14º salário. O governador José Roberto Arruda (DEM) assinou nesta quarta-feira (15), Dia do Professor, o decreto que cria o Bônus de Desempenho Educacional. O incentivo, comum nas empresas privadas, será pago a quem alcançar metas de melhoria no ensino oferecido a quase 500 mil alunos.
O 14º salário pode beneficiar 41 mil funcionários. “É o aumento para os bons professores e favorece o aprimoramento. Pode não ser bom para o sindicato, mas é bom para os professores”, disse o governador Arruda, respondendo às críticas do Sinpro. Para o Sindicato dos Professores, o decreto favorece uma minoria. “Em estados em que foi aplicado, o 14º não trouxe ganhos pedagógicos. Além disso, ele não será pago aos aposentados e aos afastados por doença”, afirma Antônio Lisboa, diretor do Sinpro.
O patamar de qualidade e os valores serão definidos na regulamentação da lei, mas o termômetro do desempenho foi definido. A base será a melhoria do fluxo escolar e o aprendizado dos alunos, além da qualidade da gestão. A primeira variável será pautada pela diminuição da repetência, da evasão e da distorção entre idade e série. Também contará o aumento da aprovação.
Já a qualidade do ensino será comprovada pelo crescimento de cada escola no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, tendo como referencial o ano de 2005. O índice é calculado pelo Ministério da Educação e leva em conta o resultado da Prova Brasil.
A idéia do governo é premiar as instituições e regionais de ensino que se esforçarem para melhorar. Por isso, vale a comparação da escola com ela mesma. Na prática, o GDF vai cobrar que cada grupo de professores e funcionários mantenham curva ascendente na qualidade de ensino