antigas Publicado: 23/04/2009 | 09:35

CNTE promove greve de advertência e 10ª semana em defesa da Educação

 Principal reivindicação é a implementação do piso nacional de R$ 950. Outro evento importante será a 10ª Semana Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública, que acontece de 20 a 24 de abril, para debater propostas que ajudem a melhorar a qualidade da educação no País

 

Professores de todo País realizam, nesta sexta-feira (24), greve de advertência pela implantação do Piso Salarial Nacional do Magistério em todos os estados e municípios. 

Outro evento importante será a 10ª Semana Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública, que acontece de 20 a 24 de abril, com conferências escolares para debater propostas que ajudem a melhorar a qualidade da educação no País.

 

 

A paralisação de 24 horas convocada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) chama a atenção para a necessidade de acelerar a implementação do piso porque, segundo o presidente da Confederação, Roberto Franklin Leão, muitos estados e municípios ainda pagam menos do que determina a lei. 

Como exemplo Leão citou os estados de Sergipe, Rio Grande do Sul e Goiás.

Em outubro do ano passado, governadores de cinco estados entraram com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a lei do piso. 

Em dezembro, o Supremo definiu que o piso entraria em vigor em janeiro de 2009 e que o aumento do tempo de planejamento de aulas para um terço da carga horária de trabalho do professor, ficaria suspenso até novo julgamento.

"Queremos que o Supremo julgue o mérito da ação o mais rápido possível para o piso seja praticado de norte a sul do país sem distorções. Não há condições de oferecer ensino de qualidade aos alunos sem um salário justo", afirma Roberto Leão.

O Presidente da CNTE destaca que todos os sindicatos filiados apóiam a greve e já organizaram uma série de atividades para mobilizar a categoria.

10ª Semana
Durante a 10ª Semana serão debatidas as diretrizes nacionais da carreira do magistério, o reconhecimento dos funcionários de escola como profissionais da educação, a formação dos professores, financiamento, gestão democrática, o direito à educação e também a crise econômica mundial.

A CNTE aproveita para convocar gestores públicos e educacionais, trabalhadores, empresários, ONGs e movimentos sociais, pais e estudantes a apresentarem, ainda, idéias e sugestões ao Projeto Político Pedagógico da escola que defende, inclusive, a implantação do piso salarial nacional dos profissionais da educação pública básica.

Todas as propostas apresentadas durante a 10ª Semana serão reunidas em um só documento que servirá de subsídio para a Conferência Nacional de Educação, a ser promovida em 2010 pelo Ministério da Educação.

 Principal reivindicação é a implementação do piso nacional de R$ 950. Outro evento importante será a 10ª Semana Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública, que acontece de 20 a 24 de abril, para debater propostas que ajudem a melhorar a qualidade da educação no País

 

Professores de todo País realizam, nesta sexta-feira (24), greve de advertência pela implantação do Piso Salarial Nacional do Magistério em todos os estados e municípios. 

Outro evento importante será a 10ª Semana Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública, que acontece de 20 a 24 de abril, com conferências escolares para debater propostas que ajudem a melhorar a qualidade da educação no País.

 

 

A paralisação de 24 horas convocada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) chama a atenção para a necessidade de acelerar a implementação do piso porque, segundo o presidente da Confederação, Roberto Franklin Leão, muitos estados e municípios ainda pagam menos do que determina a lei. 

Como exemplo Leão citou os estados de Sergipe, Rio Grande do Sul e Goiás.

Em outubro do ano passado, governadores de cinco estados entraram com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a lei do piso. 

Em dezembro, o Supremo definiu que o piso entraria em vigor em janeiro de 2009 e que o aumento do tempo de planejamento de aulas para um terço da carga horária de trabalho do professor, ficaria suspenso até novo julgamento.

"Queremos que o Supremo julgue o mérito da ação o mais rápido possível para o piso seja praticado de norte a sul do país sem distorções. Não há condições de oferecer ensino de qualidade aos alunos sem um salário justo", afirma Roberto Leão.

O Presidente da CNTE destaca que todos os sindicatos filiados apóiam a greve e já organizaram uma série de atividades para mobilizar a categoria.

10ª Semana
Durante a 10ª Semana serão debatidas as diretrizes nacionais da carreira do magistério, o reconhecimento dos funcionários de escola como profissionais da educação, a formação dos professores, financiamento, gestão democrática, o direito à educação e também a crise econômica mundial.

A CNTE aproveita para convocar gestores públicos e educacionais, trabalhadores, empresários, ONGs e movimentos sociais, pais e estudantes a apresentarem, ainda, idéias e sugestões ao Projeto Político Pedagógico da escola que defende, inclusive, a implantação do piso salarial nacional dos profissionais da educação pública básica.

Todas as propostas apresentadas durante a 10ª Semana serão reunidas em um só documento que servirá de subsídio para a Conferência Nacional de Educação, a ser promovida em 2010 pelo Ministério da Educação.