antigas Publicado: 14/05/2009 | 10:06

Emprego cai 0,6% em março e produtividade industrial cresce 1,6%

 O emprego industrial registrou recuo de 0,6% entre fevereiro e março, uma queda mais amena comparada às taxas idênticas de 1,4% verificadas nos dois primeiros meses de 2009.

"Essa taxa de 0,6% já não é tão acentuada quanto as outras", afirma André Macedo, um dos economistas responsáveis pela Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salários (Pimes) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Crise reduz em 5,8% os postos nas fábricas 
O emprego na indústria ainda não refletiu a recuperação que o setor começou a experimentar em março.

A crise já levou 5,8% dos postos de trabalho das fábricas brasileiras, de acordo com dados dos últimos seis meses investigados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

Trata-se de um exército de mais de 350 mil pessoas, considerando o universo da última pesquisa industrial anual do órgão.

Mas o IBGE também apurou que o movimento de cortes desacelerou, o que pode indicar alívio para os trabalhadores do setor nos próximos meses.O total de postos de trabalho nas fábricas recuou 0,6% entre fevereiro e março - uma queda mais amena que as taxas idênticas de 1,4% verificadas nos dois primeiros meses de 2009.

"Essa taxa de 0,6% já não é tão acentuada quanto as outras", afirma André Macedo, um dos economistas responsáveis pela Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salários (Pimes). O técnico do IBGE destaca que as horas extras pagas pelos patrões também não tem recuado tanto quanto antes, no início da crise.

Por outro lado, comparado a março de 2008, quando a economia caminhava a pleno vapor, o nível de emprego na indústria expõe a pior marca desde o início da pesquisa. Houve queda de 5% em relação a março do ano passado, a maior desde 2001. Quatorze dos 18 ramos pesquisados demitiram mais do que contrataram em um ano.

É o caso da indústria de vestuário (-8,6%), máquinas e equipamentos (-8,2%), calçados e artigos de couro (-10,3%) e meios de transporte (-7,0%). Papel e gráfica (7,0%), refino de petróleo e produção de álcool (3,5%), minerais não-metálicos (0,8%) e indústria extrativa (0,5%), porém, aumentaram o quadro de empregados.

Os salários medidos a partir da folha de pagamento da indústria recuaram 2,2% em março em relação ao mesmo período do ano passado. Em comparação com fevereiro, a queda é de 2,5%. E o número de horas pagas aos trabalhadores da indústria, em março, apresentou queda de 0,9% em relação a fevereiro, na série livre dos efeitos sazonais, sexto resultado negativo consecutivo, acumulando nesse período uma perda de 6,6%.

O número de horas pagas apresentou queda de 0,9% em relação a fevereiro, na série livre dos efeitos sazonais, sexto resultado negativo consecutivo, acumulando nesse período uma perda de 6,6%.

De janeiro a março, e emprego encolheu 4,0%, em relação ao primeiro trimestre de 2008. É quase o mesmo recuo do trimestre em relação ao anterior. "O resultado negativo dos três primeiros meses de 2009 interrompe uma sequência de dez trimestres de taxas positivas", assinala o IBGE.

Dezessete ramos foram afetados, refletindo a nova realidade imposta pela crise. "As perdas mais significativas, em termos de participação, foram observadas em máquinas e equipamentos, que passou de 5,8% em outubro-dezembro para -4,4% em janeiro-março; meios de transporte (de 4,0% para -4,5%) e alimentos e bebidas (de 1,3% para -1,6%)". (Fonte: Gazeta Mercantil)

 O emprego industrial registrou recuo de 0,6% entre fevereiro e março, uma queda mais amena comparada às taxas idênticas de 1,4% verificadas nos dois primeiros meses de 2009.

"Essa taxa de 0,6% já não é tão acentuada quanto as outras", afirma André Macedo, um dos economistas responsáveis pela Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salários (Pimes) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Crise reduz em 5,8% os postos nas fábricas 
O emprego na indústria ainda não refletiu a recuperação que o setor começou a experimentar em março.

A crise já levou 5,8% dos postos de trabalho das fábricas brasileiras, de acordo com dados dos últimos seis meses investigados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

Trata-se de um exército de mais de 350 mil pessoas, considerando o universo da última pesquisa industrial anual do órgão.

Mas o IBGE também apurou que o movimento de cortes desacelerou, o que pode indicar alívio para os trabalhadores do setor nos próximos meses.O total de postos de trabalho nas fábricas recuou 0,6% entre fevereiro e março - uma queda mais amena que as taxas idênticas de 1,4% verificadas nos dois primeiros meses de 2009.

"Essa taxa de 0,6% já não é tão acentuada quanto as outras", afirma André Macedo, um dos economistas responsáveis pela Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salários (Pimes). O técnico do IBGE destaca que as horas extras pagas pelos patrões também não tem recuado tanto quanto antes, no início da crise.

Por outro lado, comparado a março de 2008, quando a economia caminhava a pleno vapor, o nível de emprego na indústria expõe a pior marca desde o início da pesquisa. Houve queda de 5% em relação a março do ano passado, a maior desde 2001. Quatorze dos 18 ramos pesquisados demitiram mais do que contrataram em um ano.

É o caso da indústria de vestuário (-8,6%), máquinas e equipamentos (-8,2%), calçados e artigos de couro (-10,3%) e meios de transporte (-7,0%). Papel e gráfica (7,0%), refino de petróleo e produção de álcool (3,5%), minerais não-metálicos (0,8%) e indústria extrativa (0,5%), porém, aumentaram o quadro de empregados.

Os salários medidos a partir da folha de pagamento da indústria recuaram 2,2% em março em relação ao mesmo período do ano passado. Em comparação com fevereiro, a queda é de 2,5%. E o número de horas pagas aos trabalhadores da indústria, em março, apresentou queda de 0,9% em relação a fevereiro, na série livre dos efeitos sazonais, sexto resultado negativo consecutivo, acumulando nesse período uma perda de 6,6%.

O número de horas pagas apresentou queda de 0,9% em relação a fevereiro, na série livre dos efeitos sazonais, sexto resultado negativo consecutivo, acumulando nesse período uma perda de 6,6%.

De janeiro a março, e emprego encolheu 4,0%, em relação ao primeiro trimestre de 2008. É quase o mesmo recuo do trimestre em relação ao anterior. "O resultado negativo dos três primeiros meses de 2009 interrompe uma sequência de dez trimestres de taxas positivas", assinala o IBGE.

Dezessete ramos foram afetados, refletindo a nova realidade imposta pela crise. "As perdas mais significativas, em termos de participação, foram observadas em máquinas e equipamentos, que passou de 5,8% em outubro-dezembro para -4,4% em janeiro-março; meios de transporte (de 4,0% para -4,5%) e alimentos e bebidas (de 1,3% para -1,6%)". (Fonte: Gazeta Mercantil)