antigas Publicado: 20/05/2009 | 10:03

Dólar comercial cai 1,98% e atinge menor cotação desde 2 de outubro

O dólar comercial apresentou, nesta terça-feira (19), a mesma trajetória de perdas vista na sessão anterior.

Contudo, a desvalorização gradual da divisa norte-americana nesta sessão fez com que ela encerrasse o dia com queda de 1,98% e cotada a R$ 2,035, o menor patamar desde o dia 2 de outubro do ano passado - quando fechou valendo R$ 2,021.

O bom humor do mercado visto na sessão anterior foi mantido nesta terça-feira, favorecendo para a tendência negativa do dólar.

Indicadores econômicos ruins nos EUA e uma nova intervenção do Banco Central brasileiro no mercado cambial se contrapuseram à predominante trajetória de baixa.

O Banco Central brasileiro realizou pela oitava vez consecutiva a compra de dólares em leilão no mercado à vista. A taxa aceita na operação foi de R$ 2,057, ocorrendo entre às 12h18 e às 12h28 (horário de Brasília).

O dinheiro adquirido no leilão será destinado às reservas internacionais, atualmente em torno de US$ 203 bilhões.

Bancos mais uma vez sustentam otimismo
O noticiário acerca do setor financeiro norte-americano contribuiu para a euforia dos investidores. Crescem as apostas de que as instituições financeiras se preparam para devolver os aportes ao governo.

Destaque para os bancos JPMorgan, Goldman Sachs e Morgan Stanley, que pretendem quitar o quanto antes seus empréstimos, que giram em torno de US$ 45 bilhões, de acordo com informações de agências internacionais.

Contudo, os dois indicadores referentes ao setor imobiliário divulgados nos EUA vieram aquém do esperado no mês de abril.

O Housing Starts apontou um número de casas em construção menor do que o projetado no anualizado do mês, enquanto o Building Permits reportou um total de permissões para construção civil bem abaixo das expectativas do mercado.

Cenário corporativo
No cenário corporativo da sessão, destaque para a fusão entre a Sadia e a Perdigão, que juntas criarão a indústria de alimentos BRF (Brasil Foods), que tem como principal objetivo elevar a competitividade global.

O capital da empresa será dividido em 68% para a Perdigão e 32% para a Sadia. A BRF planeja oferta de R$ 4 bilhões em ações.

No âmbito externo, o setor automobilístico volta a ser notícia. À beira da concordata, a General Motors possui quatorze dias para concretizar seu plano de reestruturação, de acordo com o prazo dado pelo governo norte-americano.

Ainda no setor, as alemãs Volkswagen e Porsche reafirmaram sua meta de fusão e afirmaram que vão trabalhar para que isso ocorra.

Veja as cotações do dólar
O dólar comercial opera cotado a R$ 2,0330 na compra e R$ 2,0350na venda, forte baixa de 1,98% em relação ao fechamento anterior.

No mercado paralelo, a moeda norte-americana opera negociada a R$ 2,3000, representando um ágio de 13,13%em relação ao dólar comercial.

Com esta queda, o dólar acumula desvalorização de 6,78% em maio, frente à baixa de 5,58% registrada no mês passado. No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americanajá chega a 12,92%.

Dólar futuro na BMF também opera em queda
Na BMF, o contrato futuro com vencimento em junho opera cotado a R$ 2.040, forte em relação ao fechamento de R$ 2.078 da última segunda-feira (11).

O contrato com vencimento em julho, por sua vez, opera em baixa, atingindo R$ 2.056 frente à R$ 2.088 do fechamento desta segunda-feira (18).

O dólar pronto, que é a referência para a moeda norte-americana na BMF Bovespa, registrava R$ 2,0354000.

FRA de cupom cambial
Por fim, o FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 0,95% para julho de 2009, 0,18 ponto percentual abaixo do fechamento anterior. (Fonte: InfoMoney)

O dólar comercial apresentou, nesta terça-feira (19), a mesma trajetória de perdas vista na sessão anterior.

Contudo, a desvalorização gradual da divisa norte-americana nesta sessão fez com que ela encerrasse o dia com queda de 1,98% e cotada a R$ 2,035, o menor patamar desde o dia 2 de outubro do ano passado - quando fechou valendo R$ 2,021.

O bom humor do mercado visto na sessão anterior foi mantido nesta terça-feira, favorecendo para a tendência negativa do dólar.

Indicadores econômicos ruins nos EUA e uma nova intervenção do Banco Central brasileiro no mercado cambial se contrapuseram à predominante trajetória de baixa.

O Banco Central brasileiro realizou pela oitava vez consecutiva a compra de dólares em leilão no mercado à vista. A taxa aceita na operação foi de R$ 2,057, ocorrendo entre às 12h18 e às 12h28 (horário de Brasília).

O dinheiro adquirido no leilão será destinado às reservas internacionais, atualmente em torno de US$ 203 bilhões.

Bancos mais uma vez sustentam otimismo
O noticiário acerca do setor financeiro norte-americano contribuiu para a euforia dos investidores. Crescem as apostas de que as instituições financeiras se preparam para devolver os aportes ao governo.

Destaque para os bancos JPMorgan, Goldman Sachs e Morgan Stanley, que pretendem quitar o quanto antes seus empréstimos, que giram em torno de US$ 45 bilhões, de acordo com informações de agências internacionais.

Contudo, os dois indicadores referentes ao setor imobiliário divulgados nos EUA vieram aquém do esperado no mês de abril.

O Housing Starts apontou um número de casas em construção menor do que o projetado no anualizado do mês, enquanto o Building Permits reportou um total de permissões para construção civil bem abaixo das expectativas do mercado.

Cenário corporativo
No cenário corporativo da sessão, destaque para a fusão entre a Sadia e a Perdigão, que juntas criarão a indústria de alimentos BRF (Brasil Foods), que tem como principal objetivo elevar a competitividade global.

O capital da empresa será dividido em 68% para a Perdigão e 32% para a Sadia. A BRF planeja oferta de R$ 4 bilhões em ações.

No âmbito externo, o setor automobilístico volta a ser notícia. À beira da concordata, a General Motors possui quatorze dias para concretizar seu plano de reestruturação, de acordo com o prazo dado pelo governo norte-americano.

Ainda no setor, as alemãs Volkswagen e Porsche reafirmaram sua meta de fusão e afirmaram que vão trabalhar para que isso ocorra.

Veja as cotações do dólar
O dólar comercial opera cotado a R$ 2,0330 na compra e R$ 2,0350na venda, forte baixa de 1,98% em relação ao fechamento anterior.

No mercado paralelo, a moeda norte-americana opera negociada a R$ 2,3000, representando um ágio de 13,13%em relação ao dólar comercial.

Com esta queda, o dólar acumula desvalorização de 6,78% em maio, frente à baixa de 5,58% registrada no mês passado. No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americanajá chega a 12,92%.

Dólar futuro na BMF também opera em queda
Na BMF, o contrato futuro com vencimento em junho opera cotado a R$ 2.040, forte em relação ao fechamento de R$ 2.078 da última segunda-feira (11).

O contrato com vencimento em julho, por sua vez, opera em baixa, atingindo R$ 2.056 frente à R$ 2.088 do fechamento desta segunda-feira (18).

O dólar pronto, que é a referência para a moeda norte-americana na BMF Bovespa, registrava R$ 2,0354000.

FRA de cupom cambial
Por fim, o FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 0,95% para julho de 2009, 0,18 ponto percentual abaixo do fechamento anterior. (Fonte: InfoMoney)