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Publicado: 19/06/2009 | 10:41
Professores da USP decidem manter paralisação, com atividades
Os professores da Universidade de São Paulo (USP) decidiram, nesta quarta-feira (17), em assembleia, manter a greve iniciada no último dia 4.
Segundo comunicado distribuído pela Associação dos Docentes da USP (Adusp), está mantida a pauta de reivindicações do movimento e uma nova assembleia deve ser realizada na sexta-feira (19), no Auditório da Escola de Geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Como atividade de greve desta quinta-feira (18), será realizada uma passeata seguido de um ato público, a partir das 12 horas, no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp). Depois da concentração, os manifestantes pretendem sair em passeata pela Avenida Paulista, seguindo até o Largo São Francisco, no centro da capital paulista. O movimento reivindica, entre outros itens, a imediata retirada da Polícia Militar (PM) da USP e a renúncia da reitora Suely Vilela. Reivindica ainda a reabertura de negociações entre o Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp) e o Fórum das Seis, entidade que representa alunos, funcionários e professores da USP, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp), e instituição de eleições diretas para a reitoria. (Fonte: Agência Estado)
Os professores da Universidade de São Paulo (USP) decidiram, nesta quarta-feira (17), em assembleia, manter a greve iniciada no último dia 4.
Segundo comunicado distribuído pela Associação dos Docentes da USP (Adusp), está mantida a pauta de reivindicações do movimento e uma nova assembleia deve ser realizada na sexta-feira (19), no Auditório da Escola de Geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Como atividade de greve desta quinta-feira (18), será realizada uma passeata seguido de um ato público, a partir das 12 horas, no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp). Depois da concentração, os manifestantes pretendem sair em passeata pela Avenida Paulista, seguindo até o Largo São Francisco, no centro da capital paulista. O movimento reivindica, entre outros itens, a imediata retirada da Polícia Militar (PM) da USP e a renúncia da reitora Suely Vilela. Reivindica ainda a reabertura de negociações entre o Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp) e o Fórum das Seis, entidade que representa alunos, funcionários e professores da USP, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp), e instituição de eleições diretas para a reitoria. (Fonte: Agência Estado)