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Publicado: 19/06/2009 | 10:41
Queda na arrecadação foi maior que a esperada, diz Paulo Bernardo
A arrecadação de impostos federais caiu 6% em maio, na comparação com o mesmo período do ano passado. Além disso, teve queda de 14% frente a abril.
De acordo com o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo, a diminuição foi maior do que a prevista pelo Governo. "Mesmo sabendo que íamos ter queda, a verdade é que ficou mais abaixo ainda", disse, segundo a Agência Brasil, após abrir seminário sobre o papel das estatais no atual cenário econômico, nesta quarta-feira (17). De acordo com Bernardo, a queda na arrecadação se deu, em parte, a uma menor produção do País e ao corte de impostos para fortalecer o consumo, a exemplo do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) em carros novos e na linha branca (geladeira, fogão etc.). Fechamento 2009 Para atingir a meta de crescimento de 1% do PIB, determinada pela equipe econômica para este ano, o Governo estima a arrecadação de R$ 675 bilhões em receitas administrativas, sendo R$ 485 bilhões de receitas gerais e R$ 190 bilhões em receitas previdenciárias. Em termos nominais, o resultado seria superior aos R$ 659,5 bilhões arrecadados em 2008, mas a queda seria real, se for levada em conta a inflação. Lettieri lembrou que as últimas vezes em que a arrecadação federal registrou queda anual foram em 1996 e 2003, de 3% e 4%, respectivamente. Porém, para esse ano, o coordenador evita projetar algum número. "O grau de incerteza ainda é muito elevado e não dá para arriscar nenhum número para este ano". (Fonte: InfoMoney)
A queda na arrecadação tem sido tão acentuada que até mesmo a Receita Federal já admitiu uma diminuição real em relação ao ano anterior, a primeira desde 2003, de acordo com o coordenador-geral de Estudos, Previsão e Análise do órgão, Marcelo Lettieri.
A arrecadação de impostos federais caiu 6% em maio, na comparação com o mesmo período do ano passado. Além disso, teve queda de 14% frente a abril.
De acordo com o ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Paulo Bernardo, a diminuição foi maior do que a prevista pelo Governo. "Mesmo sabendo que íamos ter queda, a verdade é que ficou mais abaixo ainda", disse, segundo a Agência Brasil, após abrir seminário sobre o papel das estatais no atual cenário econômico, nesta quarta-feira (17). De acordo com Bernardo, a queda na arrecadação se deu, em parte, a uma menor produção do País e ao corte de impostos para fortalecer o consumo, a exemplo do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) em carros novos e na linha branca (geladeira, fogão etc.). Fechamento 2009 Para atingir a meta de crescimento de 1% do PIB, determinada pela equipe econômica para este ano, o Governo estima a arrecadação de R$ 675 bilhões em receitas administrativas, sendo R$ 485 bilhões de receitas gerais e R$ 190 bilhões em receitas previdenciárias. Em termos nominais, o resultado seria superior aos R$ 659,5 bilhões arrecadados em 2008, mas a queda seria real, se for levada em conta a inflação. Lettieri lembrou que as últimas vezes em que a arrecadação federal registrou queda anual foram em 1996 e 2003, de 3% e 4%, respectivamente. Porém, para esse ano, o coordenador evita projetar algum número. "O grau de incerteza ainda é muito elevado e não dá para arriscar nenhum número para este ano". (Fonte: InfoMoney)
A queda na arrecadação tem sido tão acentuada que até mesmo a Receita Federal já admitiu uma diminuição real em relação ao ano anterior, a primeira desde 2003, de acordo com o coordenador-geral de Estudos, Previsão e Análise do órgão, Marcelo Lettieri.