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Publicado: 14/07/2009 | 09:33
Mantega: Governo vê bom resultado fiscal, mas endurece com gasto
O ministro da Fazenda, Guido Mantega afirmou, nesta segunda-feira (13), que as políticas anticíclicas adotadas pelo Brasil têm dado bons resultados e reafirmou que o País crescerá ao redor de 1% neste ano.
O Governo, porém, vai endurecer sua política de gastos.
Segundo ele, há sinais de melhora da economia mundial, como o restabelecimento dos níveis de confiança e crédito. No entanto, disse, as economias ricas passarão ainda por momentos de dificuldade.
"Nós não podemos contar muito com a recuperação da economia internacional num breve espaço de tempo", afirmou.
"A avaliação que nós fazemos é que as políticas anticrise, as políticas anticíclicas têm dado um bom resultado no Brasil, talvez até um resultado superior a uma boa parcela de países emergentes", disse Mantega a jornalistas, após a segunda reunião ministerial do ano.
Segundo Mantega, o Brasil terá um desempenho fiscal em 2009 superior a todos os países do G20, com um déficit nominal em torno de 2% do Produto Interno Bruto (PIB).
"É um desempenho muito satisfatório (frente ao) tamanho da crise que estamos", comentou.
O ministro lembrou que há uma retomada do crescimento da atividade da indústria, do crédito e da geração de empregos.
"Devemos terminar o ano com saldo positivo de empregos".
Os sinais de recuperação não foram suficientes para garantir a expansão dos gastos, tanto que o governo fez questão de anunciar na metade do ano os limites de despesas dos ministérios.
O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, afirmou que o governo tem uma margem mínima para ajustes no Orçamento deste ano e que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu que os ministros respeitem os limites de gastos definidos pela equipe econômica para 2010.
Para o Programa de Aceleração de Crescimento (PAC), deverão ser destinados 22 bilhões de reais no Orçamento de 2010.
"O presidente... determinou que os ministros sigam estritamente o limite de gastos tanto para 2009 quanto para 2010", disse Bernardo.
O ministro da Fazenda recusou-se a comentar os rumores de que teria demitido a secretária da Receita Federal, Lina Vieira. (Fonte: Reuters)
O ministro da Fazenda, Guido Mantega afirmou, nesta segunda-feira (13), que as políticas anticíclicas adotadas pelo Brasil têm dado bons resultados e reafirmou que o País crescerá ao redor de 1% neste ano.
O Governo, porém, vai endurecer sua política de gastos.
Segundo ele, há sinais de melhora da economia mundial, como o restabelecimento dos níveis de confiança e crédito. No entanto, disse, as economias ricas passarão ainda por momentos de dificuldade.
"Nós não podemos contar muito com a recuperação da economia internacional num breve espaço de tempo", afirmou.
"A avaliação que nós fazemos é que as políticas anticrise, as políticas anticíclicas têm dado um bom resultado no Brasil, talvez até um resultado superior a uma boa parcela de países emergentes", disse Mantega a jornalistas, após a segunda reunião ministerial do ano.
Segundo Mantega, o Brasil terá um desempenho fiscal em 2009 superior a todos os países do G20, com um déficit nominal em torno de 2% do Produto Interno Bruto (PIB).
"É um desempenho muito satisfatório (frente ao) tamanho da crise que estamos", comentou.
O ministro lembrou que há uma retomada do crescimento da atividade da indústria, do crédito e da geração de empregos.
"Devemos terminar o ano com saldo positivo de empregos".
Os sinais de recuperação não foram suficientes para garantir a expansão dos gastos, tanto que o governo fez questão de anunciar na metade do ano os limites de despesas dos ministérios.
O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, afirmou que o governo tem uma margem mínima para ajustes no Orçamento deste ano e que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu que os ministros respeitem os limites de gastos definidos pela equipe econômica para 2010.
Para o Programa de Aceleração de Crescimento (PAC), deverão ser destinados 22 bilhões de reais no Orçamento de 2010.
"O presidente... determinou que os ministros sigam estritamente o limite de gastos tanto para 2009 quanto para 2010", disse Bernardo.
O ministro da Fazenda recusou-se a comentar os rumores de que teria demitido a secretária da Receita Federal, Lina Vieira. (Fonte: Reuters)