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Publicado: 23/07/2009 | 09:35
Lula diz que há espaço para uma nova redução da taxa básica de juros
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ontem que a política monetária adotada no Brasil nos últimos anos deixa margem para uma nova redução na taxa básica de juros, a Selic.
A declaração foi dada após almoço de recepção ao presidente de Moçambique, Armando Guebuza, no Palácio do Itamaraty.
Lula não quis adiantar sua expectativa de redução na taxa básica.
"Se vai ser meio ponto, um ponto, 0,75% são os homens que têm as tabelas que vão decidir", afirmou o presidente.
O Comitê de Política Monetária (Copom) decide hoje a nova taxa Selic.
Lula destacou a liberdade do Banco Central em tomar as decisões, livre de supostas pressões políticas do Governo.
"Apesar de não haver uma liberdade expressa na lei, o tipo de relação que mantivemos com o BC nos últimos anos permite que ele tenha autonomia para tomar este tipo de decisão", assegurou Lula.
Questionado, no entanto, se teria pedido ao presidente do BC, Henrique Meirelles, para haver nova redução, Lula respondeu: "Se tivesse que pedir, eu não pediria. Eu determinaria".
O presidente elogiou o trabalho feito pelo banco ao longo de seus quase sete anos de mandato.
"A política praticada pelo Banco Central permitiu que colhêssemos os bons resultados que estamos obtendo agora", completou o presidente.
A expectativa do mercado é de corte de até 0,5 ponto percentual, reduzindo a Selic para 8,75% ao ano e de que esta seria a última queda do ano.
O movimento descendente na taxa básica de juros, que remunera os papéis e títulos do Governo, levou a equipe econômica a pensar em promover alterações na poupança, para evitar uma fuga dos investidores em fundos para a poupança.
As alterações chegaram a ser anunciadas, a partir da introdução de uma estrutura de tributação sobre aos rendimentos das cadernetas, mas até agora o governo não avançou nesta direção.
Aguarda-se o envio de projeto de lei ou MP ao Congresso nacional com a proposta de mudança. (Fonte: Valor Econômico)
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ontem que a política monetária adotada no Brasil nos últimos anos deixa margem para uma nova redução na taxa básica de juros, a Selic.
A declaração foi dada após almoço de recepção ao presidente de Moçambique, Armando Guebuza, no Palácio do Itamaraty.
Lula não quis adiantar sua expectativa de redução na taxa básica.
"Se vai ser meio ponto, um ponto, 0,75% são os homens que têm as tabelas que vão decidir", afirmou o presidente.
O Comitê de Política Monetária (Copom) decide hoje a nova taxa Selic.
Lula destacou a liberdade do Banco Central em tomar as decisões, livre de supostas pressões políticas do Governo.
"Apesar de não haver uma liberdade expressa na lei, o tipo de relação que mantivemos com o BC nos últimos anos permite que ele tenha autonomia para tomar este tipo de decisão", assegurou Lula.
Questionado, no entanto, se teria pedido ao presidente do BC, Henrique Meirelles, para haver nova redução, Lula respondeu: "Se tivesse que pedir, eu não pediria. Eu determinaria".
O presidente elogiou o trabalho feito pelo banco ao longo de seus quase sete anos de mandato.
"A política praticada pelo Banco Central permitiu que colhêssemos os bons resultados que estamos obtendo agora", completou o presidente.
A expectativa do mercado é de corte de até 0,5 ponto percentual, reduzindo a Selic para 8,75% ao ano e de que esta seria a última queda do ano.
O movimento descendente na taxa básica de juros, que remunera os papéis e títulos do Governo, levou a equipe econômica a pensar em promover alterações na poupança, para evitar uma fuga dos investidores em fundos para a poupança.
As alterações chegaram a ser anunciadas, a partir da introdução de uma estrutura de tributação sobre aos rendimentos das cadernetas, mas até agora o governo não avançou nesta direção.
Aguarda-se o envio de projeto de lei ou MP ao Congresso nacional com a proposta de mudança. (Fonte: Valor Econômico)