RECOMPOSIÇÃO DE SERVIDORES NÃO DESEQUILIBRA CONTAS, DETALHA ANÁLISE
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Publicado: 18/08/2009 | 10:55
Crescer é que equilibra contas públicas, não cortes, diz Sicsú, do Ipea
O diretor de estudos macroeconômicos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), João Sicsú, afirmou que o equilíbrio das contas públicas é resultado do crescimento econômico e não do corte de gastos.
"Os liberais defendem o corte de impostos para reduzir o orçamento e, consequentemente, a capacidade de atuação do Estado, pois com orçamento limitado cortar ou ampliar gastos tem impacto pequeno na economia", afirmou Sicsú, durante debate no Conselho Regional de Economia (Corecon-RJ).
Ele lembrou que a maior presença do Estado na economia é bom para o setor privado: "As empresas precisam de estabilidade e menos incerteza. Quem oferece isso é o Estado, ampliando o gasto público nos momentos de recessão e reduzindo quando há superaquecimento", disse, acrescentando que o Governo ampliou as despesas sociais mantendo déficit nominal (gastos com juros) perto de zero.
Sicsú afirmou que uma política fiscal ativa é mais importante para a estabilidade da economia do que a política monetária: "Temos uma carga tributária do tamanho adequado para darmos partida num projeto de desenvolvimento. O que nos impede é que o Estado brasileiro foi desmontado".
E criticou: "E existe uma série de regras de controle, da parte de órgãos que foram criados a pretexto de combater a corrupção, mas que fazem, por exemplo, o PAC andar devagar". (Fonte: Monitor Mercantil)
O diretor de estudos macroeconômicos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), João Sicsú, afirmou que o equilíbrio das contas públicas é resultado do crescimento econômico e não do corte de gastos.
"Os liberais defendem o corte de impostos para reduzir o orçamento e, consequentemente, a capacidade de atuação do Estado, pois com orçamento limitado cortar ou ampliar gastos tem impacto pequeno na economia", afirmou Sicsú, durante debate no Conselho Regional de Economia (Corecon-RJ).
Ele lembrou que a maior presença do Estado na economia é bom para o setor privado: "As empresas precisam de estabilidade e menos incerteza. Quem oferece isso é o Estado, ampliando o gasto público nos momentos de recessão e reduzindo quando há superaquecimento", disse, acrescentando que o Governo ampliou as despesas sociais mantendo déficit nominal (gastos com juros) perto de zero.
Sicsú afirmou que uma política fiscal ativa é mais importante para a estabilidade da economia do que a política monetária: "Temos uma carga tributária do tamanho adequado para darmos partida num projeto de desenvolvimento. O que nos impede é que o Estado brasileiro foi desmontado".
E criticou: "E existe uma série de regras de controle, da parte de órgãos que foram criados a pretexto de combater a corrupção, mas que fazem, por exemplo, o PAC andar devagar". (Fonte: Monitor Mercantil)