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Publicado: 24/08/2009 | 09:38
Confiança de brasileiro no governo para lidar com crise supera média
A confiança do brasileiro no governo para lidar com os efeitos da crise financeira internacional está alta, superando a média mundial, segundo revela pesquisa divulgada na última quinta-feira (20) pelo WiN (Worldwide Independent Network of Market Research).
De acordo com o estudo, em uma escala que varia de 1-10, onde 10 representa maior satisfação, o Brasil atingiu 6,1 pontos, número 1,3 ponto a mais do que média global, de 4,8.
Ranking
Ainda segundo o levantamento, dentre 22 países analisados, a média brasileira é a quarta mais alta do planeta, ficando atrás somente do apurado na China (7,2), na Arábia Saudita (6,4) e na Índia (6,3).
Na outra ponta da tabela, contudo, estão nações como Japão (3,3), Reino Unido (3,3) e Espanha (3,8).
Embora com resultados satisfatórios, a confiança do brasileiro desacelerou, se comparada às pesquisas anteriores, realizadas em janeiro e março de 2009, quando o País havia atingido, respectivamente, as seguintes pontuações: 6,7 e 6,4 pontos.
O estudo do WiN foi realizado entre os meses de junho e julho deste ano, com 21.088 pessoas de 22 países. (Fonte: InfoMoney)
A confiança do brasileiro no governo para lidar com os efeitos da crise financeira internacional está alta, superando a média mundial, segundo revela pesquisa divulgada na última quinta-feira (20) pelo WiN (Worldwide Independent Network of Market Research).
De acordo com o estudo, em uma escala que varia de 1-10, onde 10 representa maior satisfação, o Brasil atingiu 6,1 pontos, número 1,3 ponto a mais do que média global, de 4,8.
Ranking
Ainda segundo o levantamento, dentre 22 países analisados, a média brasileira é a quarta mais alta do planeta, ficando atrás somente do apurado na China (7,2), na Arábia Saudita (6,4) e na Índia (6,3).
Na outra ponta da tabela, contudo, estão nações como Japão (3,3), Reino Unido (3,3) e Espanha (3,8).
Embora com resultados satisfatórios, a confiança do brasileiro desacelerou, se comparada às pesquisas anteriores, realizadas em janeiro e março de 2009, quando o País havia atingido, respectivamente, as seguintes pontuações: 6,7 e 6,4 pontos.
O estudo do WiN foi realizado entre os meses de junho e julho deste ano, com 21.088 pessoas de 22 países. (Fonte: InfoMoney)