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Publicado: 11/09/2009 | 11:39
Inflação para quem ganha até dois salários mínimos subiu 0,20% em agosto
A inflação para as famílias com rendimentos de até dois salários mínimos e meio fechou o mês de agosto com taxa de 0,20%.
A alta foi menos intensa do que a observada em julho (0,24%). Os dados são da Fundação Getulio Vargas (FGV), que divulgou, nesta quinta-feira (10), o Índice de Preços ao Consumidor Classe 1 (IPC-C1).
O resultado mostra que a alta de preços sentida por essa parcela de brasileiros foi igual à voltada para a população com ganhos entre um e 33 salários mínimos, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Brasil (IPC-BR), que também ficou em 0,20%.
No ano, o índice acumula elevação de 3,44%, acima dos 3,22% acumulados pelo IPC-BR. Nos 12 meses encerrados em julho (inflação anualizada), a alta acumulada é de 4,51%, abaixo dos 4,73% acumulados no mesmo período pelo IPC-BR.
Contribuíram para o resultado de agosto as baixas observadas nos seguintes grupos:
- vestuário (de 0,04% para -0,84%), influenciado principalmente por roupas (de 0,16% para -0,85%);
- saúde e cuidados pessoais (de 0,23% para -0,34%), especialmente artigos de higiene e cuidado pessoal (de 0,38% para -0,39%);
- despesas diversas (de 0,20% para -0,19%), com destaque para alimento para animais domésticos (de 0,79% para -1,33%);
- alimentação (de 0,02% para 0,01%), principalmente laticínios (de 3,16% para -5,36%); e
- transportes (de 0,02% para 0,01%), com a influência de transporte público interurbano (de 1,66% para 0,17%).
Por outro lado, o levantamento da FGV revela que ficaram mais caros para o consumidor os itens dos grupos habitação (de 0,77% para 0,99%), pressionado por tarifa de água e esgoto residencial (de 0,00% para 1,70%); e educação, leitura e recreação (de -0,09% para 0,03%), puxado por recreação (de -1,55% para 0,26%).
O IPC-C1 foi lançado oficialmente pela FGV no ano passado.
A série histórica, no entanto, teve início em janeiro de 2004. O índice é divulgado mensalmente.
(Fonte: Agência Brasil)
A inflação para as famílias com rendimentos de até dois salários mínimos e meio fechou o mês de agosto com taxa de 0,20%.
A alta foi menos intensa do que a observada em julho (0,24%). Os dados são da Fundação Getulio Vargas (FGV), que divulgou, nesta quinta-feira (10), o Índice de Preços ao Consumidor Classe 1 (IPC-C1).
O resultado mostra que a alta de preços sentida por essa parcela de brasileiros foi igual à voltada para a população com ganhos entre um e 33 salários mínimos, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Brasil (IPC-BR), que também ficou em 0,20%.
No ano, o índice acumula elevação de 3,44%, acima dos 3,22% acumulados pelo IPC-BR. Nos 12 meses encerrados em julho (inflação anualizada), a alta acumulada é de 4,51%, abaixo dos 4,73% acumulados no mesmo período pelo IPC-BR.
Contribuíram para o resultado de agosto as baixas observadas nos seguintes grupos:
- vestuário (de 0,04% para -0,84%), influenciado principalmente por roupas (de 0,16% para -0,85%);
- saúde e cuidados pessoais (de 0,23% para -0,34%), especialmente artigos de higiene e cuidado pessoal (de 0,38% para -0,39%);
- despesas diversas (de 0,20% para -0,19%), com destaque para alimento para animais domésticos (de 0,79% para -1,33%);
- alimentação (de 0,02% para 0,01%), principalmente laticínios (de 3,16% para -5,36%); e
- transportes (de 0,02% para 0,01%), com a influência de transporte público interurbano (de 1,66% para 0,17%).
Por outro lado, o levantamento da FGV revela que ficaram mais caros para o consumidor os itens dos grupos habitação (de 0,77% para 0,99%), pressionado por tarifa de água e esgoto residencial (de 0,00% para 1,70%); e educação, leitura e recreação (de -0,09% para 0,03%), puxado por recreação (de -1,55% para 0,26%).
O IPC-C1 foi lançado oficialmente pela FGV no ano passado.
A série histórica, no entanto, teve início em janeiro de 2004. O índice é divulgado mensalmente.
(Fonte: Agência Brasil)