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Publicado: 25/09/2009 | 16:23
Temer: sem aliança com o PT, PMDB tem que sair da base do Governo
"Se não houver acordo eleitoral (com o PT), o PMDB tem que sair do Governo; não tem outra solução", afirmou o deputado federal Michel Temer (SP), presidente licenciado do partido, ao fim de um encontro com representantes da facção peemedebista liderada por Orestes Quércia e alinhada com a candidatura presidencial do governador de São Paulo, José Serra (PSDB).
Quércia, mais o deputado Ibsen Pinheiro (RS) e o senador Jarbas Vasconcelos (PE) se encontraram com Temer para condenar o interesse manifestado por ele, em recentes entrevistas, de fechar imediatamente a aliança com o PT para a eleição à Presidência da República.
A facção ligada a Serra quer que o partido só tome posição sobre a disputa presidencial na convenção nacional prevista para o primeiro semestre do ano que vem.
"Nós vamos discutir melhor a posição do partido com o Senado e com toda a Executiva nas próximas semanas, mas isso só vai ser decidido na convenção do partido, que é quem tem autoridade e soberania para discutir essa questão", afirmou Quércia.
Segundo Ibsen Pinheiro, "as coisas estão mudando. Nosso compromisso é apoiar o governo no Congresso, mas não temos compromisso em apoiar o candidato do governo".
O argumento do PMDB de Serra é o de que as bases do partido em vários estados estão em confronto com o PT. E o grupo aposta que isso resultará no apoio de mais peemedebistas à candidatura do PSDB.
"Acredito que provavelmente não tenhamos mais de 50%. Mas até a convenção poderemos ter mais de 50%. Você tem que ver o que está acontecendo nos estados para orientar a decisão nacional. Não se pode emparedar os estados", alegou Quércia.
(Fonte: Brasília Confidencial)
"Se não houver acordo eleitoral (com o PT), o PMDB tem que sair do Governo; não tem outra solução", afirmou o deputado federal Michel Temer (SP), presidente licenciado do partido, ao fim de um encontro com representantes da facção peemedebista liderada por Orestes Quércia e alinhada com a candidatura presidencial do governador de São Paulo, José Serra (PSDB).
Quércia, mais o deputado Ibsen Pinheiro (RS) e o senador Jarbas Vasconcelos (PE) se encontraram com Temer para condenar o interesse manifestado por ele, em recentes entrevistas, de fechar imediatamente a aliança com o PT para a eleição à Presidência da República.
A facção ligada a Serra quer que o partido só tome posição sobre a disputa presidencial na convenção nacional prevista para o primeiro semestre do ano que vem.
"Nós vamos discutir melhor a posição do partido com o Senado e com toda a Executiva nas próximas semanas, mas isso só vai ser decidido na convenção do partido, que é quem tem autoridade e soberania para discutir essa questão", afirmou Quércia.
Segundo Ibsen Pinheiro, "as coisas estão mudando. Nosso compromisso é apoiar o governo no Congresso, mas não temos compromisso em apoiar o candidato do governo".
O argumento do PMDB de Serra é o de que as bases do partido em vários estados estão em confronto com o PT. E o grupo aposta que isso resultará no apoio de mais peemedebistas à candidatura do PSDB.
"Acredito que provavelmente não tenhamos mais de 50%. Mas até a convenção poderemos ter mais de 50%. Você tem que ver o que está acontecendo nos estados para orientar a decisão nacional. Não se pode emparedar os estados", alegou Quércia.
(Fonte: Brasília Confidencial)