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Publicado: 6/10/2009 | 09:35
Com crise, 90 milhões podem despencar para pobreza extrema em 2010
Como resultado da crise, ao final de 2010, cerca de 90 milhões de pessoas serão levadas à pobreza extrema (ganho abaixo de US$ 1,25 ao dia), revela relatório divulgado, nesta segunda-feira (5), pelo Banco Mundial.
De acordo com o relatório, a economia global mostra sinais de recuperação, mas os riscos ainda existem. Em países em desenvolvimento, o impacto da crise na pobreza e nas pessoas mais vulneráveis está crescendo.
O Banco Mundial disse acreditar que os países desenvolvidos são importantes para a recuperação global e que seu progresso vai ser essencial para o crescimento futuro.
Crescimento mundial
De acordo com os dados, o PIB (Produto Interno Bruto) mundial, depois de cair 2,1% em 2009, deve crescer "modestos" 2,6% no próximo ano.
Já o PIB dos países com baixa e média renda, depois da expansão de apenas 1,7% em 2009, deve ter um aumento de 5,3% em 2010 e de 5,7% em 2011.
Na maioria dos países afetados pela crise, estímulos fiscais foram a principal resposta.
Nos países do G20, por exemplo, que adotaram ou planejam adotar estímulos fiscais, eles equivaleram a 0,5% do PIB de 2008, 2% do PIB de 2009 e 1,5% do PIB de 2010.
(Fonte: InfoMoney)
Como resultado da crise, ao final de 2010, cerca de 90 milhões de pessoas serão levadas à pobreza extrema (ganho abaixo de US$ 1,25 ao dia), revela relatório divulgado, nesta segunda-feira (5), pelo Banco Mundial.
De acordo com o relatório, a economia global mostra sinais de recuperação, mas os riscos ainda existem. Em países em desenvolvimento, o impacto da crise na pobreza e nas pessoas mais vulneráveis está crescendo.
O Banco Mundial disse acreditar que os países desenvolvidos são importantes para a recuperação global e que seu progresso vai ser essencial para o crescimento futuro.
Crescimento mundial
De acordo com os dados, o PIB (Produto Interno Bruto) mundial, depois de cair 2,1% em 2009, deve crescer "modestos" 2,6% no próximo ano.
Já o PIB dos países com baixa e média renda, depois da expansão de apenas 1,7% em 2009, deve ter um aumento de 5,3% em 2010 e de 5,7% em 2011.
Na maioria dos países afetados pela crise, estímulos fiscais foram a principal resposta.
Nos países do G20, por exemplo, que adotaram ou planejam adotar estímulos fiscais, eles equivaleram a 0,5% do PIB de 2008, 2% do PIB de 2009 e 1,5% do PIB de 2010.
(Fonte: InfoMoney)