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Publicado: 2/10/2014 | 09:52
Fesempre participa do 2º Encontro de Mulheres Sindicalistas
Evento foi realizado pela Secretaria de Políticas para as Mulheres, do Governo Federal

A vice-presidente da Federação Interestadual dos Servidores Públicos Municipais e Estaduais (Fesempre), Áurea Izidora da Conceição e a diretora regional da Fesempre e da União Nacional dos Servidores Públicos Civis do Brasil (Unsp), Dina Elisa participaram no dia 8 de setembro, do 2º Encontro de Mulheres Sindicalistas em São Paulo. O evento foi promovido pela Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM-PR) da Presidência da República.
O objetivo do encontro foi debater a luta das mulheres brasileiras e discutir políticas que garantam os direitos delas. A reunião foi dividida em dois painéis. O primeiro ocorreu na parte da manhã sob o tema " A política de Salário Mínimo e o Rendimento das Mulheres". Ele foi apresentado pelo professor titular do Instituto de Economia da Universidade de Campinas (Unicamp), Cláudio Salvadori Dedecca.
O segundo , que ocorreu na parte da tarde, tratou do tema ‘Informalidade: Dilema para o Trabalho das Mulheres’. Ele foi apresentado pela economista e diretora do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Patrícia Pelatieri.
Dentre os temas debatidos estão: Salário mínimo e piso salarial,Combate à informalidade e qualificação profissional, Terceirização e precarização, Mecanismos e instrumentos de apoio à mulher, Empoderamento econômico, político e social da mulher, Assédio moral, Assédio sexual, Aborto, Discriminação de gênero, raça e orientação sexual, Desigualdades salariais entre homens e mulheres, dentre outros.
"O debate foi bastante proveitoso. Tivemos a oportunidade de debater questões muito importantes ligadas aos direitos da mulher. Entretanto acredito que não podemos parar por aí, devemos sempre replicar o conhecimento adquirido.", afirma a vice presidente da Fesempre Áurea Izidora da Conceição.
"Nosso papel é prestar mais atenção e ajudar todas as mulheres a avançar, motivando a formação de grupos de debates ligados a capacitação das mulheres. Devemos denunciar maus tratos, situações vexatórias, discriminativas e crimes de quaisquer natureza contra as mulheres. Temos ainda, que lutar por políticas públicas mais incisivas e equipamentos sociais de apoio à mulher", Explica a diretora regional da Fesempre e da Unsp, Dina Elisa.
Fonte: Fesempre
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