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Publicado: 23/07/2015 | 07:49
CSPB reúne base de entidades federais para definir pauta para reunião com MPOG
Dirigentes da Confederação dos Servidores Públicos do Brasil - CSPB, reuniram-se nesta quarta-feira (22) com representantes das entidades federais filiadas para decidir o andamento das negociações junto ao MPOG. O objetivo do encontro é buscar unidade e consenso entre as entidades para a reunião desta quinta-feira (23)
por Valmir Ribeiro
edição de Grace Maciel
Dirigentes da Confederação dos Servidores Públicos do Brasil - CSPB, reuniram-se nesta quarta-feira (22) com representantes das entidades federais filiadas para decidir o andamento das negociações junto ao MPOG. O objetivo do encontro é buscar unidade e consenso entre as entidades para a reunião desta quinta-feira (23).
Na ocasião do encontro, as entidades defenderam o caminho de perseguir um reajuste que recomponha as perdas acumuladas pela inflação calculada desde julho de 2010.
A confederação debateu, também, a importância da construção de unidade entre as bases como meio de fortalecer o poder de barganha nas negociações junto ao governo.
Foi defendida uma pauta conjunta em questões sindicais como a negociação coletiva e a licença classista remunerada. Quanto às reivindicações salariais, houve consenso de que estas seriam melhor atendidas por meio de negociações setoriais (por categoria). No entanto, durante as discussões, observou-se a lógica do governo de perseguir um reajuste geral e plurianual, tal como ocorreu em 2012. O acordo firmado na ocasião, como demonstrou a "desastrosa" experiência nesses três anos, acarretou prejuízos às categorias dos servidores federais.
Foi justificado pelas entidades a dificuldade encontrar consenso em torno do reajuste linear junto a suas bases, circunstância que inviabilizou unidade para essa proposta. Além disso, segundo entendimento dos sindicalistas, a busca pela redução da desigualdades salariais entre as categorias, nestas circunstâncias, ficaria comprometida.
As entidades optaram por não fechar acordo com o reajuste de 21,3% em 4 anos. A CSPB segue com a estratégia de apoiar as negociações específicas de suas entidades federais filiadas e parceiras.
As entidades acenaram, na ocasião, a possibilidade de mobilizar suas bases para uma greve geral unificada caso o governo permaneça intransigente nas negociações com as categorias.
serviço fotográfico de Júlio Fernandes
Secom/CSPB
