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Publicado: 10/07/2007 | 10:43
Servidores da Saúde protestam
Jornal do Brasil
A quatro dias do início dos Jogos Pan-Americanos, os servidores dos hospitais estaduais programaram três protestos contra a terceirização dos laboratórios e por um plano de cargos e salários. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Saúde e Previdência Social do Rio de Janeiro (Sindsprev), o ponto alto dos protestos será na sexta-feira, no dia da abertura dos Jogos Pan-Americanos. Caravanas de trabalhadores de todo o país vão expor as reivindicações, em frente ao Centro Administrativo, na Cidade Nova, e denunciar o caos na saúde.
Tanto dinheiro para o Pan e nada para os hospitais - reclamou Clara Fonseca, presidente do Sindsprev.
Ontem, aconteceu o primeiro ato, com a paralisação, por 12 horas, de cinco unidades do Estado. De acordo com o Sindsprev, só funcionaram as emergências dos hospitais Pedro II , em Santa Cruz; Carlos Chagas, em Marechal Hermes; Albert Schweitzer, em Realengo; Rocha Faria, em Campo Grande; e Getúlio Vargas, na Penha.
O único hospital que não aderiu à paralisação foi o de Saracuruna - assinalou Clara.
A Secretaria Estadual de Saúde, no entanto, desmentiu as informações do sindicato e divulgou que todos os hospitais estaduais funcionaram ontem normalmente. Segundo a secretaria, alguns trabalhadores faltaram ao serviço, mas isso não chegou a prejudicar o atendimento.
A presidente do Sindisprev disse que, depois da manifestação de ontem, o secretário de Saúde agendou uma reunião, para ouvir as reivindicações da categoria, na quarta-feira, às 11h.
Na quinta-feira, dia em que a tocha do Pan-Americano vai chegar ao Rio e passar pelo bairro de Santa Cruz, os servidores estaduais e federais vão se reunir no Rocha Faria e fazer uma passeata pelas ruas de Campo Grande.
A dirigente sindical assegurou que os protestos não vão piorar o caos da saúde.
Os usuários estão conscientes de que a luta é justa - justificou Clara.
Enquanto isso, os funcionários do hospital de Saracuruna continuam a ocupar os laboratórios da unidade. O sindicato quer impedir que a empresa Científica Lab assuma o controle das atividades. A categoria entrou com uma ação no Ministério Público contra a privatização do laboratório e aguarda o pronunciamento do MP.
Em nota, a Secretaria estadual de Saúde esclareceu que os laboratórios foram terceirizados, e não privatizados. Segundo a secretaria, a empresa vai usar as instalações, mas elas vão continuar pertencendo ao Estado.
Jornal do Brasil
A quatro dias do início dos Jogos Pan-Americanos, os servidores dos hospitais estaduais programaram três protestos contra a terceirização dos laboratórios e por um plano de cargos e salários. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Saúde e Previdência Social do Rio de Janeiro (Sindsprev), o ponto alto dos protestos será na sexta-feira, no dia da abertura dos Jogos Pan-Americanos. Caravanas de trabalhadores de todo o país vão expor as reivindicações, em frente ao Centro Administrativo, na Cidade Nova, e denunciar o caos na saúde.
Tanto dinheiro para o Pan e nada para os hospitais - reclamou Clara Fonseca, presidente do Sindsprev.
Ontem, aconteceu o primeiro ato, com a paralisação, por 12 horas, de cinco unidades do Estado. De acordo com o Sindsprev, só funcionaram as emergências dos hospitais Pedro II , em Santa Cruz; Carlos Chagas, em Marechal Hermes; Albert Schweitzer, em Realengo; Rocha Faria, em Campo Grande; e Getúlio Vargas, na Penha.
O único hospital que não aderiu à paralisação foi o de Saracuruna - assinalou Clara.
A Secretaria Estadual de Saúde, no entanto, desmentiu as informações do sindicato e divulgou que todos os hospitais estaduais funcionaram ontem normalmente. Segundo a secretaria, alguns trabalhadores faltaram ao serviço, mas isso não chegou a prejudicar o atendimento.
A presidente do Sindisprev disse que, depois da manifestação de ontem, o secretário de Saúde agendou uma reunião, para ouvir as reivindicações da categoria, na quarta-feira, às 11h.
Na quinta-feira, dia em que a tocha do Pan-Americano vai chegar ao Rio e passar pelo bairro de Santa Cruz, os servidores estaduais e federais vão se reunir no Rocha Faria e fazer uma passeata pelas ruas de Campo Grande.
A dirigente sindical assegurou que os protestos não vão piorar o caos da saúde.
Os usuários estão conscientes de que a luta é justa - justificou Clara.
Enquanto isso, os funcionários do hospital de Saracuruna continuam a ocupar os laboratórios da unidade. O sindicato quer impedir que a empresa Científica Lab assuma o controle das atividades. A categoria entrou com uma ação no Ministério Público contra a privatização do laboratório e aguarda o pronunciamento do MP.
Em nota, a Secretaria estadual de Saúde esclareceu que os laboratórios foram terceirizados, e não privatizados. Segundo a secretaria, a empresa vai usar as instalações, mas elas vão continuar pertencendo ao Estado.