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Publicado: 18/07/2007 | 11:12
Governo reajusta benefícios do Bolsa Família
Marcos Seabra
Gazeta Mercantil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou ontem o reajuste dos benefícios de uma de suas maiores bandeiras, o Bolsa Família. Em decreto publicado ontem no Diário Oficial da União, foi informado que os novos valores, que entram em vigor a partir de 1º de agosto, passa de R$ 50 para R$ 58, e o benefício variável, que passa de R$ 15 para R$ 18.
O Bolsa Família - que segundo o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), atende hoje 11,1 milhões de famílias -, para a maioria dos analistas, foi o principal responsável pelos votos conseguidos por Lula em sua reeleição, principalmente nas regiões Norte e Nordeste do País. O Bolsa Família também é considerado uma das principais ferramentas de distribuição de renda.
O benefício básico do Bolsa Família é concedido a famílias com renda mensal até R$ 60, e o variável destina-se a cada criança ou adolescente da família, até o limite de três filhos. Nesse caso, o valor do benefício variável, por família, aumentou de R$ 45 para R$ 54, enquanto o teto máximo do Programa (benefício básico mais variável) subiu de R$ 95 para R$ 112. Com o reajuste, que teve por base o INPC, calculado em 18,5% pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no período de outubro de 2003 a maio de 2007, as despesas com o Programa um aumento de R$ 400 milhões este ano.
Esta é a primeira vez que os benefícios do Bolsa Família são reajustados desde que os programas sociais foram unificados. Na justificativa do decreto, o Planalto alega que o objetivo do governo é "assegurar o poder de compra dos beneficiários e garantir que o Programa continue cumprindo seu papel na redução da pobreza no País".
O governo associa os benefícios do Bolsa Família à diminuição da pobreza, alicerçado nos resultados apresentados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). Segundo a pesquisa, realizada em 2004 e 2005, o Brasil vem diminuindo seus índices de pobreza, alcançado entre 1992 e 2005, uma redução acumulada de 54,6% nas situações de pobreza extrema. Uma outra pesquisa, esta do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), também é utlizada para justificar não só a existência como o reajuste dos benefícios. Segundo levantamento do Ipea, realizado em 2004, o Bolsa Família, individualmente, é responsável por 21% da queda da desigualdade medida pelo índice Gini.
Gazeta Mercantil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou ontem o reajuste dos benefícios de uma de suas maiores bandeiras, o Bolsa Família. Em decreto publicado ontem no Diário Oficial da União, foi informado que os novos valores, que entram em vigor a partir de 1º de agosto, passa de R$ 50 para R$ 58, e o benefício variável, que passa de R$ 15 para R$ 18.
O Bolsa Família - que segundo o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), atende hoje 11,1 milhões de famílias -, para a maioria dos analistas, foi o principal responsável pelos votos conseguidos por Lula em sua reeleição, principalmente nas regiões Norte e Nordeste do País. O Bolsa Família também é considerado uma das principais ferramentas de distribuição de renda.
O benefício básico do Bolsa Família é concedido a famílias com renda mensal até R$ 60, e o variável destina-se a cada criança ou adolescente da família, até o limite de três filhos. Nesse caso, o valor do benefício variável, por família, aumentou de R$ 45 para R$ 54, enquanto o teto máximo do Programa (benefício básico mais variável) subiu de R$ 95 para R$ 112. Com o reajuste, que teve por base o INPC, calculado em 18,5% pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no período de outubro de 2003 a maio de 2007, as despesas com o Programa um aumento de R$ 400 milhões este ano.
Esta é a primeira vez que os benefícios do Bolsa Família são reajustados desde que os programas sociais foram unificados. Na justificativa do decreto, o Planalto alega que o objetivo do governo é "assegurar o poder de compra dos beneficiários e garantir que o Programa continue cumprindo seu papel na redução da pobreza no País".
O governo associa os benefícios do Bolsa Família à diminuição da pobreza, alicerçado nos resultados apresentados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). Segundo a pesquisa, realizada em 2004 e 2005, o Brasil vem diminuindo seus índices de pobreza, alcançado entre 1992 e 2005, uma redução acumulada de 54,6% nas situações de pobreza extrema. Uma outra pesquisa, esta do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), também é utlizada para justificar não só a existência como o reajuste dos benefícios. Segundo levantamento do Ipea, realizado em 2004, o Bolsa Família, individualmente, é responsável por 21% da queda da desigualdade medida pelo índice Gini.
Marcos Seabra
Gazeta Mercantil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou ontem o reajuste dos benefícios de uma de suas maiores bandeiras, o Bolsa Família. Em decreto publicado ontem no Diário Oficial da União, foi informado que os novos valores, que entram em vigor a partir de 1º de agosto, passa de R$ 50 para R$ 58, e o benefício variável, que passa de R$ 15 para R$ 18.
O Bolsa Família - que segundo o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), atende hoje 11,1 milhões de famílias -, para a maioria dos analistas, foi o principal responsável pelos votos conseguidos por Lula em sua reeleição, principalmente nas regiões Norte e Nordeste do País. O Bolsa Família também é considerado uma das principais ferramentas de distribuição de renda.
O benefício básico do Bolsa Família é concedido a famílias com renda mensal até R$ 60, e o variável destina-se a cada criança ou adolescente da família, até o limite de três filhos. Nesse caso, o valor do benefício variável, por família, aumentou de R$ 45 para R$ 54, enquanto o teto máximo do Programa (benefício básico mais variável) subiu de R$ 95 para R$ 112. Com o reajuste, que teve por base o INPC, calculado em 18,5% pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no período de outubro de 2003 a maio de 2007, as despesas com o Programa um aumento de R$ 400 milhões este ano.
Esta é a primeira vez que os benefícios do Bolsa Família são reajustados desde que os programas sociais foram unificados. Na justificativa do decreto, o Planalto alega que o objetivo do governo é "assegurar o poder de compra dos beneficiários e garantir que o Programa continue cumprindo seu papel na redução da pobreza no País".
O governo associa os benefícios do Bolsa Família à diminuição da pobreza, alicerçado nos resultados apresentados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). Segundo a pesquisa, realizada em 2004 e 2005, o Brasil vem diminuindo seus índices de pobreza, alcançado entre 1992 e 2005, uma redução acumulada de 54,6% nas situações de pobreza extrema. Uma outra pesquisa, esta do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), também é utlizada para justificar não só a existência como o reajuste dos benefícios. Segundo levantamento do Ipea, realizado em 2004, o Bolsa Família, individualmente, é responsável por 21% da queda da desigualdade medida pelo índice Gini.
Gazeta Mercantil
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou ontem o reajuste dos benefícios de uma de suas maiores bandeiras, o Bolsa Família. Em decreto publicado ontem no Diário Oficial da União, foi informado que os novos valores, que entram em vigor a partir de 1º de agosto, passa de R$ 50 para R$ 58, e o benefício variável, que passa de R$ 15 para R$ 18.
O Bolsa Família - que segundo o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), atende hoje 11,1 milhões de famílias -, para a maioria dos analistas, foi o principal responsável pelos votos conseguidos por Lula em sua reeleição, principalmente nas regiões Norte e Nordeste do País. O Bolsa Família também é considerado uma das principais ferramentas de distribuição de renda.
O benefício básico do Bolsa Família é concedido a famílias com renda mensal até R$ 60, e o variável destina-se a cada criança ou adolescente da família, até o limite de três filhos. Nesse caso, o valor do benefício variável, por família, aumentou de R$ 45 para R$ 54, enquanto o teto máximo do Programa (benefício básico mais variável) subiu de R$ 95 para R$ 112. Com o reajuste, que teve por base o INPC, calculado em 18,5% pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no período de outubro de 2003 a maio de 2007, as despesas com o Programa um aumento de R$ 400 milhões este ano.
Esta é a primeira vez que os benefícios do Bolsa Família são reajustados desde que os programas sociais foram unificados. Na justificativa do decreto, o Planalto alega que o objetivo do governo é "assegurar o poder de compra dos beneficiários e garantir que o Programa continue cumprindo seu papel na redução da pobreza no País".
O governo associa os benefícios do Bolsa Família à diminuição da pobreza, alicerçado nos resultados apresentados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). Segundo a pesquisa, realizada em 2004 e 2005, o Brasil vem diminuindo seus índices de pobreza, alcançado entre 1992 e 2005, uma redução acumulada de 54,6% nas situações de pobreza extrema. Uma outra pesquisa, esta do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), também é utlizada para justificar não só a existência como o reajuste dos benefícios. Segundo levantamento do Ipea, realizado em 2004, o Bolsa Família, individualmente, é responsável por 21% da queda da desigualdade medida pelo índice Gini.