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Publicado: 19/07/2007 | 09:50
Queda vai trazer efeito reduzido aos consumidores
PAULA BOSI
Folha de S. Paulo
A queda de 0,5 ponto na taxa básica de juros terá efeito pequeno nas operações de crédito, afirma a Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade). Segundo estudo divulgado ontem, há uma diferença grande entre a Selic e a taxa média de crédito ao consumidor, que deve recuar de 133,4% ao ano para 132,4% -uma queda de 0,8%. Os juros do cartão de crédito devem ficar em 10,25% ao mês (-0,4%), e os do cheque especial, em 7,73% (-0,5%).
Em quase dois anos, a Selic caiu 41,7% -de 19,75% para 11,5%-, enquanto as taxas cobradas dos consumidores tiveram redução de apenas 6,2% no período - de 141,1% para 132,4% ao ano.
O corte de 0,5 ponto na taxa básica de juros desagradou à Anefac. "A queda poderia e deveria ser maior, uma vez que este é o momento de o Banco Central ousar. Não podemos deixar o país continuar praticando uma disciplina econômica desequilibrada", afirmou o vice-presidente da entidade, Miguel José Ribeiro de Oliveira.
Ele considera que o "conservadorismo exagerado" do BC inibe o crescimento econômico. Mas enxerga um efeito positivo na decisão do Copom: a competição entre os bancos, que buscarão maior rentabilidade nas operações de crédito, em vez de investir em títulos públicos, o que poderá reduzir os juros. Outro benefício, aponta, será o aumento no volume de vendas, devido à maior confiança do consumidor na economia e à estabilidade no emprego.
Folha de S. Paulo
A queda de 0,5 ponto na taxa básica de juros terá efeito pequeno nas operações de crédito, afirma a Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade). Segundo estudo divulgado ontem, há uma diferença grande entre a Selic e a taxa média de crédito ao consumidor, que deve recuar de 133,4% ao ano para 132,4% -uma queda de 0,8%. Os juros do cartão de crédito devem ficar em 10,25% ao mês (-0,4%), e os do cheque especial, em 7,73% (-0,5%).
Em quase dois anos, a Selic caiu 41,7% -de 19,75% para 11,5%-, enquanto as taxas cobradas dos consumidores tiveram redução de apenas 6,2% no período - de 141,1% para 132,4% ao ano.
O corte de 0,5 ponto na taxa básica de juros desagradou à Anefac. "A queda poderia e deveria ser maior, uma vez que este é o momento de o Banco Central ousar. Não podemos deixar o país continuar praticando uma disciplina econômica desequilibrada", afirmou o vice-presidente da entidade, Miguel José Ribeiro de Oliveira.
Ele considera que o "conservadorismo exagerado" do BC inibe o crescimento econômico. Mas enxerga um efeito positivo na decisão do Copom: a competição entre os bancos, que buscarão maior rentabilidade nas operações de crédito, em vez de investir em títulos públicos, o que poderá reduzir os juros. Outro benefício, aponta, será o aumento no volume de vendas, devido à maior confiança do consumidor na economia e à estabilidade no emprego.
PAULA BOSI
Folha de S. Paulo
A queda de 0,5 ponto na taxa básica de juros terá efeito pequeno nas operações de crédito, afirma a Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade). Segundo estudo divulgado ontem, há uma diferença grande entre a Selic e a taxa média de crédito ao consumidor, que deve recuar de 133,4% ao ano para 132,4% -uma queda de 0,8%. Os juros do cartão de crédito devem ficar em 10,25% ao mês (-0,4%), e os do cheque especial, em 7,73% (-0,5%).
Em quase dois anos, a Selic caiu 41,7% -de 19,75% para 11,5%-, enquanto as taxas cobradas dos consumidores tiveram redução de apenas 6,2% no período - de 141,1% para 132,4% ao ano.
O corte de 0,5 ponto na taxa básica de juros desagradou à Anefac. "A queda poderia e deveria ser maior, uma vez que este é o momento de o Banco Central ousar. Não podemos deixar o país continuar praticando uma disciplina econômica desequilibrada", afirmou o vice-presidente da entidade, Miguel José Ribeiro de Oliveira.
Ele considera que o "conservadorismo exagerado" do BC inibe o crescimento econômico. Mas enxerga um efeito positivo na decisão do Copom: a competição entre os bancos, que buscarão maior rentabilidade nas operações de crédito, em vez de investir em títulos públicos, o que poderá reduzir os juros. Outro benefício, aponta, será o aumento no volume de vendas, devido à maior confiança do consumidor na economia e à estabilidade no emprego.
Folha de S. Paulo
A queda de 0,5 ponto na taxa básica de juros terá efeito pequeno nas operações de crédito, afirma a Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade). Segundo estudo divulgado ontem, há uma diferença grande entre a Selic e a taxa média de crédito ao consumidor, que deve recuar de 133,4% ao ano para 132,4% -uma queda de 0,8%. Os juros do cartão de crédito devem ficar em 10,25% ao mês (-0,4%), e os do cheque especial, em 7,73% (-0,5%).
Em quase dois anos, a Selic caiu 41,7% -de 19,75% para 11,5%-, enquanto as taxas cobradas dos consumidores tiveram redução de apenas 6,2% no período - de 141,1% para 132,4% ao ano.
O corte de 0,5 ponto na taxa básica de juros desagradou à Anefac. "A queda poderia e deveria ser maior, uma vez que este é o momento de o Banco Central ousar. Não podemos deixar o país continuar praticando uma disciplina econômica desequilibrada", afirmou o vice-presidente da entidade, Miguel José Ribeiro de Oliveira.
Ele considera que o "conservadorismo exagerado" do BC inibe o crescimento econômico. Mas enxerga um efeito positivo na decisão do Copom: a competição entre os bancos, que buscarão maior rentabilidade nas operações de crédito, em vez de investir em títulos públicos, o que poderá reduzir os juros. Outro benefício, aponta, será o aumento no volume de vendas, devido à maior confiança do consumidor na economia e à estabilidade no emprego.