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Publicado: 19/07/2007 | 09:53
Contratações do BNB já somam R$ 3,3 bi
Adriana Thomasi
Gazeta Mercantil
O Banco do Nordeste do Brasil (BNB) contratou R$ 3,332 bilhões em financiamentos no primeiro semestre deste ano, 2,1% a mais do que em igual intervalo de 2006. No curto prazo, foram 508 mil operações, envolvendo R$ 1 bilhão; no longo, 286 mil, no valor de R$ 2,325 bilhões. Dessa soma, R$ 2,058 bilhões são recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), principal fonte para as operações do banco. A média geral das operações ficou em R$ 4,2 mil, reforçando a estratégia de democratização do crédito adotada pelo BNB.
Para o ano, o presidente Roberto Smith estima chegar até R$ 8,5 bilhões em financiamento, no total, diante dos R$ 7,2 bilhões aplicados no ano passado. A meta anual para o FNE chega a R$ 4,8 bilhões. "No geral, se contrata mais no segundo semestre", diz. A expectativa para o período embute projetos de infra-estrutura, caso de energia eólica, por exemplo.
Dados divulgados esta semana mostram que o período encerrou com demanda por novas contratações em torno de R$ 2,7 bilhões, no âmbito do FNE. O economista Smith observa que o resultado poderia ser melhor, mas a liberação de recursos para alguns projetos esbarrou na documentação. "O banco tem em carteira propostas já aprovadas e em fase de contratação da ordem de R$ 800 milhões", adianta. No período, os projetos em análise somaram R$ 600 milhões, e as cartas-consulta apresentadas em torno de R$ 900 milhões, informa a assessoria do banco.
O BNB, que iniciou este ano a operacionalização de novas fontes de recursos, contratou na Bahia, em junho passado, a primeira operação com recursos do Fundo da Marinha Mercante (FMM), no valor de R$ 55,3 milhões, destinados à construção e modernização de embarcações.
As contratações do programa de microcrédito, o Crediamigo, evoluíram de R$ 294 milhões para R$ 351 milhões, crescimento de 19,5% no semestre passado sobre o mesmo intervalo de 2006. Em operações foram 318 mil para 376 mil, evolução de 18,2%. De acordo dados da instituição, o crédito para micro e pequenas empresas, que no primeiro semestre de 2006 ficou em R$ 129 milhões, evoluiu para R$ 309 milhões, em igual intervalo deste ano, crescimento de 139%. As operações da carteira comercial evoluíram 27%, sobre o mesmo período do ano passado, alcançando R$ 1,25 bilhão, diante de R$ 981 milhões do primeiro semestre do exercício anterior.
Operações no Ceará
No Ceará, estado sede do banco, as operações de crédito de janeiro a junho evoluíram 45,5%, passando de R$ 306,4 milhões no primeiro semestre de 2006 para R$ 445,9 milhões neste ano, no global. Do total, R$ 189,8 milhões foram destinados ao setor rural, crescimento de 84%; R$ 197,1 milhões ao comércio e serviços, evolução de 37,4%; e R$ 58,9 milhões à indústria, que se manteve estabilizado, na mesma base de comparação. Apenas em contratações com recursos do FNE, o crescimento foi de 41,1%, com R$ 232,9 milhões financiados no período.
Gazeta Mercantil
O Banco do Nordeste do Brasil (BNB) contratou R$ 3,332 bilhões em financiamentos no primeiro semestre deste ano, 2,1% a mais do que em igual intervalo de 2006. No curto prazo, foram 508 mil operações, envolvendo R$ 1 bilhão; no longo, 286 mil, no valor de R$ 2,325 bilhões. Dessa soma, R$ 2,058 bilhões são recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), principal fonte para as operações do banco. A média geral das operações ficou em R$ 4,2 mil, reforçando a estratégia de democratização do crédito adotada pelo BNB.
Para o ano, o presidente Roberto Smith estima chegar até R$ 8,5 bilhões em financiamento, no total, diante dos R$ 7,2 bilhões aplicados no ano passado. A meta anual para o FNE chega a R$ 4,8 bilhões. "No geral, se contrata mais no segundo semestre", diz. A expectativa para o período embute projetos de infra-estrutura, caso de energia eólica, por exemplo.
Dados divulgados esta semana mostram que o período encerrou com demanda por novas contratações em torno de R$ 2,7 bilhões, no âmbito do FNE. O economista Smith observa que o resultado poderia ser melhor, mas a liberação de recursos para alguns projetos esbarrou na documentação. "O banco tem em carteira propostas já aprovadas e em fase de contratação da ordem de R$ 800 milhões", adianta. No período, os projetos em análise somaram R$ 600 milhões, e as cartas-consulta apresentadas em torno de R$ 900 milhões, informa a assessoria do banco.
O BNB, que iniciou este ano a operacionalização de novas fontes de recursos, contratou na Bahia, em junho passado, a primeira operação com recursos do Fundo da Marinha Mercante (FMM), no valor de R$ 55,3 milhões, destinados à construção e modernização de embarcações.
As contratações do programa de microcrédito, o Crediamigo, evoluíram de R$ 294 milhões para R$ 351 milhões, crescimento de 19,5% no semestre passado sobre o mesmo intervalo de 2006. Em operações foram 318 mil para 376 mil, evolução de 18,2%. De acordo dados da instituição, o crédito para micro e pequenas empresas, que no primeiro semestre de 2006 ficou em R$ 129 milhões, evoluiu para R$ 309 milhões, em igual intervalo deste ano, crescimento de 139%. As operações da carteira comercial evoluíram 27%, sobre o mesmo período do ano passado, alcançando R$ 1,25 bilhão, diante de R$ 981 milhões do primeiro semestre do exercício anterior.
Operações no Ceará
No Ceará, estado sede do banco, as operações de crédito de janeiro a junho evoluíram 45,5%, passando de R$ 306,4 milhões no primeiro semestre de 2006 para R$ 445,9 milhões neste ano, no global. Do total, R$ 189,8 milhões foram destinados ao setor rural, crescimento de 84%; R$ 197,1 milhões ao comércio e serviços, evolução de 37,4%; e R$ 58,9 milhões à indústria, que se manteve estabilizado, na mesma base de comparação. Apenas em contratações com recursos do FNE, o crescimento foi de 41,1%, com R$ 232,9 milhões financiados no período.
Adriana Thomasi
Gazeta Mercantil
O Banco do Nordeste do Brasil (BNB) contratou R$ 3,332 bilhões em financiamentos no primeiro semestre deste ano, 2,1% a mais do que em igual intervalo de 2006. No curto prazo, foram 508 mil operações, envolvendo R$ 1 bilhão; no longo, 286 mil, no valor de R$ 2,325 bilhões. Dessa soma, R$ 2,058 bilhões são recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), principal fonte para as operações do banco. A média geral das operações ficou em R$ 4,2 mil, reforçando a estratégia de democratização do crédito adotada pelo BNB.
Para o ano, o presidente Roberto Smith estima chegar até R$ 8,5 bilhões em financiamento, no total, diante dos R$ 7,2 bilhões aplicados no ano passado. A meta anual para o FNE chega a R$ 4,8 bilhões. "No geral, se contrata mais no segundo semestre", diz. A expectativa para o período embute projetos de infra-estrutura, caso de energia eólica, por exemplo.
Dados divulgados esta semana mostram que o período encerrou com demanda por novas contratações em torno de R$ 2,7 bilhões, no âmbito do FNE. O economista Smith observa que o resultado poderia ser melhor, mas a liberação de recursos para alguns projetos esbarrou na documentação. "O banco tem em carteira propostas já aprovadas e em fase de contratação da ordem de R$ 800 milhões", adianta. No período, os projetos em análise somaram R$ 600 milhões, e as cartas-consulta apresentadas em torno de R$ 900 milhões, informa a assessoria do banco.
O BNB, que iniciou este ano a operacionalização de novas fontes de recursos, contratou na Bahia, em junho passado, a primeira operação com recursos do Fundo da Marinha Mercante (FMM), no valor de R$ 55,3 milhões, destinados à construção e modernização de embarcações.
As contratações do programa de microcrédito, o Crediamigo, evoluíram de R$ 294 milhões para R$ 351 milhões, crescimento de 19,5% no semestre passado sobre o mesmo intervalo de 2006. Em operações foram 318 mil para 376 mil, evolução de 18,2%. De acordo dados da instituição, o crédito para micro e pequenas empresas, que no primeiro semestre de 2006 ficou em R$ 129 milhões, evoluiu para R$ 309 milhões, em igual intervalo deste ano, crescimento de 139%. As operações da carteira comercial evoluíram 27%, sobre o mesmo período do ano passado, alcançando R$ 1,25 bilhão, diante de R$ 981 milhões do primeiro semestre do exercício anterior.
Operações no Ceará
No Ceará, estado sede do banco, as operações de crédito de janeiro a junho evoluíram 45,5%, passando de R$ 306,4 milhões no primeiro semestre de 2006 para R$ 445,9 milhões neste ano, no global. Do total, R$ 189,8 milhões foram destinados ao setor rural, crescimento de 84%; R$ 197,1 milhões ao comércio e serviços, evolução de 37,4%; e R$ 58,9 milhões à indústria, que se manteve estabilizado, na mesma base de comparação. Apenas em contratações com recursos do FNE, o crescimento foi de 41,1%, com R$ 232,9 milhões financiados no período.
Gazeta Mercantil
O Banco do Nordeste do Brasil (BNB) contratou R$ 3,332 bilhões em financiamentos no primeiro semestre deste ano, 2,1% a mais do que em igual intervalo de 2006. No curto prazo, foram 508 mil operações, envolvendo R$ 1 bilhão; no longo, 286 mil, no valor de R$ 2,325 bilhões. Dessa soma, R$ 2,058 bilhões são recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), principal fonte para as operações do banco. A média geral das operações ficou em R$ 4,2 mil, reforçando a estratégia de democratização do crédito adotada pelo BNB.
Para o ano, o presidente Roberto Smith estima chegar até R$ 8,5 bilhões em financiamento, no total, diante dos R$ 7,2 bilhões aplicados no ano passado. A meta anual para o FNE chega a R$ 4,8 bilhões. "No geral, se contrata mais no segundo semestre", diz. A expectativa para o período embute projetos de infra-estrutura, caso de energia eólica, por exemplo.
Dados divulgados esta semana mostram que o período encerrou com demanda por novas contratações em torno de R$ 2,7 bilhões, no âmbito do FNE. O economista Smith observa que o resultado poderia ser melhor, mas a liberação de recursos para alguns projetos esbarrou na documentação. "O banco tem em carteira propostas já aprovadas e em fase de contratação da ordem de R$ 800 milhões", adianta. No período, os projetos em análise somaram R$ 600 milhões, e as cartas-consulta apresentadas em torno de R$ 900 milhões, informa a assessoria do banco.
O BNB, que iniciou este ano a operacionalização de novas fontes de recursos, contratou na Bahia, em junho passado, a primeira operação com recursos do Fundo da Marinha Mercante (FMM), no valor de R$ 55,3 milhões, destinados à construção e modernização de embarcações.
As contratações do programa de microcrédito, o Crediamigo, evoluíram de R$ 294 milhões para R$ 351 milhões, crescimento de 19,5% no semestre passado sobre o mesmo intervalo de 2006. Em operações foram 318 mil para 376 mil, evolução de 18,2%. De acordo dados da instituição, o crédito para micro e pequenas empresas, que no primeiro semestre de 2006 ficou em R$ 129 milhões, evoluiu para R$ 309 milhões, em igual intervalo deste ano, crescimento de 139%. As operações da carteira comercial evoluíram 27%, sobre o mesmo período do ano passado, alcançando R$ 1,25 bilhão, diante de R$ 981 milhões do primeiro semestre do exercício anterior.
Operações no Ceará
No Ceará, estado sede do banco, as operações de crédito de janeiro a junho evoluíram 45,5%, passando de R$ 306,4 milhões no primeiro semestre de 2006 para R$ 445,9 milhões neste ano, no global. Do total, R$ 189,8 milhões foram destinados ao setor rural, crescimento de 84%; R$ 197,1 milhões ao comércio e serviços, evolução de 37,4%; e R$ 58,9 milhões à indústria, que se manteve estabilizado, na mesma base de comparação. Apenas em contratações com recursos do FNE, o crescimento foi de 41,1%, com R$ 232,9 milhões financiados no período.