antigas Publicado: 19/07/2007 | 10:42

Nova central sindical será criada hoje

CLAUDIA ROLLI
Folha de S. Paulo

Em um congresso com 2.500 sindicalistas, orçado em R$ 2 milhões, vai ser criada hoje a UGT (União Geral dos Trabalhadores), central sindical resultado da união de três outras entidades e de uma dissidência na Força Sindical.
A entidade será fundada às vésperas de o governo Lula editar a medida provisória que reconhece juridicamente as centrais sindicais. Hoje, apesar de terem atuação política, elas existem como organizações da sociedade civil.
A MP, que deverá ser enviada ao Congresso, garante a sustentação financeira das entidades, já que prevê o repasse de 10% do imposto sindical para as centrais. Hoje, o rateio é feito entre sindicatos (60%), governo (20%), federações estaduais (15%) e confederações nacionais (5%). Com a MP, a parte do governo será dividida com as centrais. Considerando o valor do imposto arrecadado em 2006 (R$ 1,073 bilhão), as centrais ficariam com R$ 100 milhões.
Sob o lema de representar os excluídos e combater a informalidade, a UGT será presidida por Ricardo Patah, presidente do Sindicato dos Comerciários de SP, que deixou em março a Força Sindical.
Oito cargos de vice-presidente foram criados para CGT (Confederação Geral dos Trabalhadores), SDS (Social Democracia Sindical), CAT (Central Autônoma dos Trabalhadores), três confederações nacionais e para dois deputados. Nove secretarias devem ser criadas na central.

CLAUDIA ROLLI
Folha de S. Paulo

Em um congresso com 2.500 sindicalistas, orçado em R$ 2 milhões, vai ser criada hoje a UGT (União Geral dos Trabalhadores), central sindical resultado da união de três outras entidades e de uma dissidência na Força Sindical.
A entidade será fundada às vésperas de o governo Lula editar a medida provisória que reconhece juridicamente as centrais sindicais. Hoje, apesar de terem atuação política, elas existem como organizações da sociedade civil.
A MP, que deverá ser enviada ao Congresso, garante a sustentação financeira das entidades, já que prevê o repasse de 10% do imposto sindical para as centrais. Hoje, o rateio é feito entre sindicatos (60%), governo (20%), federações estaduais (15%) e confederações nacionais (5%). Com a MP, a parte do governo será dividida com as centrais. Considerando o valor do imposto arrecadado em 2006 (R$ 1,073 bilhão), as centrais ficariam com R$ 100 milhões.
Sob o lema de representar os excluídos e combater a informalidade, a UGT será presidida por Ricardo Patah, presidente do Sindicato dos Comerciários de SP, que deixou em março a Força Sindical.
Oito cargos de vice-presidente foram criados para CGT (Confederação Geral dos Trabalhadores), SDS (Social Democracia Sindical), CAT (Central Autônoma dos Trabalhadores), três confederações nacionais e para dois deputados. Nove secretarias devem ser criadas na central.