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Publicado: 20/07/2007 | 09:50
Estabilidade vicia o servidor público
É preciso que nos livremos das peias do obscurantismo
É claro que as principais fontes de resistência ao projeto de Lei Complementar que cria as fundações públicas de direito privado para gerir os organismos públicos seriam as centrais sindicais e os sindicatos. Os sindicatos dos servidores públicos estão viciados na defesa do corporativismo do servidor público. O resultado é que os professores da rede escolar pública só trabalham oito meses por ano: nos quatro meses restantes, tiram as férias regulamentares e passam três meses em greve reinvindicatória de aumento salarial.
Há dias atrás fui à padaria e conversei com o dono do estabelecimento a respeito deste projeto de lei moralizador que permite ao governo federal contratar empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho. Ele me disse que conhece um servidor público que tem salário superior a R$ 5 mil mensais e que é notoriamente absenteísta. Quando lhe telefonam da repartição cobrando a presença, responde: "Sou concursado e sei quando devo ir trabalhar!”.
É assim que acontece com os médicos dos hospitias públicos. Alguns vão ao trabalho com frequência, mas de um expediente de seis horas permanecem no hospital por não mais de duas a três horas. Acham que ganham mal e é precisam “se virar” em dois ou três empregos. E é sempre bom perguntar: quem mais é penalizado com esta situação de descalabro no serviço público?
Não há dúvidas que o mais penalizado é o pobre, pois são os mais carentes, que mais precisam do serviço público. Afinal o filho do pobre precisa da escola pública, ele também necessita do atendimento no hospital público, precisa da previdência social, da prestação jurisdicional e da garantia da segurança e da ordem pública. Não nos deixemos enganar pela cantilena corporativista dos sindicatos dos servidores públicos.
O Brasil precisa dar um salto de qualidade na prestação dos serviços públicos. Em países mais desenvolvidos não existe a instituição deletéria da estabilidade do funcionário público. E a qualidade da prestação do serviço público nestes países ditos “do Primeiro Mundo” é muito melhor que a que temos no Brasil. Precisamos nos posicionar para o descortino que se abre no século XXI: a eficiência e a eficácia das políticas públicas não serão atingidas com uma concepção equivocada do corporativismo obscurantista do viciado servidor público amparado pela estabilidade que o protege da penalização pela incompetência, descaso e desídia.
Claro que nem todos os servidores públicos são maus ou incompetentes, pelo contrário. O que se quer não é uma mudança contra o bom servidor público, mas a melhoria do serviço que o poder público pode e deve prestar.
É claro que as principais fontes de resistência ao projeto de Lei Complementar que cria as fundações públicas de direito privado para gerir os organismos públicos seriam as centrais sindicais e os sindicatos. Os sindicatos dos servidores públicos estão viciados na defesa do corporativismo do servidor público. O resultado é que os professores da rede escolar pública só trabalham oito meses por ano: nos quatro meses restantes, tiram as férias regulamentares e passam três meses em greve reinvindicatória de aumento salarial.
Há dias atrás fui à padaria e conversei com o dono do estabelecimento a respeito deste projeto de lei moralizador que permite ao governo federal contratar empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho. Ele me disse que conhece um servidor público que tem salário superior a R$ 5 mil mensais e que é notoriamente absenteísta. Quando lhe telefonam da repartição cobrando a presença, responde: "Sou concursado e sei quando devo ir trabalhar!”.
É assim que acontece com os médicos dos hospitias públicos. Alguns vão ao trabalho com frequência, mas de um expediente de seis horas permanecem no hospital por não mais de duas a três horas. Acham que ganham mal e é precisam “se virar” em dois ou três empregos. E é sempre bom perguntar: quem mais é penalizado com esta situação de descalabro no serviço público?
Não há dúvidas que o mais penalizado é o pobre, pois são os mais carentes, que mais precisam do serviço público. Afinal o filho do pobre precisa da escola pública, ele também necessita do atendimento no hospital público, precisa da previdência social, da prestação jurisdicional e da garantia da segurança e da ordem pública. Não nos deixemos enganar pela cantilena corporativista dos sindicatos dos servidores públicos.
O Brasil precisa dar um salto de qualidade na prestação dos serviços públicos. Em países mais desenvolvidos não existe a instituição deletéria da estabilidade do funcionário público. E a qualidade da prestação do serviço público nestes países ditos “do Primeiro Mundo” é muito melhor que a que temos no Brasil. Precisamos nos posicionar para o descortino que se abre no século XXI: a eficiência e a eficácia das políticas públicas não serão atingidas com uma concepção equivocada do corporativismo obscurantista do viciado servidor público amparado pela estabilidade que o protege da penalização pela incompetência, descaso e desídia.
Claro que nem todos os servidores públicos são maus ou incompetentes, pelo contrário. O que se quer não é uma mudança contra o bom servidor público, mas a melhoria do serviço que o poder público pode e deve prestar.
É preciso que nos livremos das peias do obscurantismo
É claro que as principais fontes de resistência ao projeto de Lei Complementar que cria as fundações públicas de direito privado para gerir os organismos públicos seriam as centrais sindicais e os sindicatos. Os sindicatos dos servidores públicos estão viciados na defesa do corporativismo do servidor público. O resultado é que os professores da rede escolar pública só trabalham oito meses por ano: nos quatro meses restantes, tiram as férias regulamentares e passam três meses em greve reinvindicatória de aumento salarial.
Há dias atrás fui à padaria e conversei com o dono do estabelecimento a respeito deste projeto de lei moralizador que permite ao governo federal contratar empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho. Ele me disse que conhece um servidor público que tem salário superior a R$ 5 mil mensais e que é notoriamente absenteísta. Quando lhe telefonam da repartição cobrando a presença, responde: "Sou concursado e sei quando devo ir trabalhar!”.
É assim que acontece com os médicos dos hospitias públicos. Alguns vão ao trabalho com frequência, mas de um expediente de seis horas permanecem no hospital por não mais de duas a três horas. Acham que ganham mal e é precisam “se virar” em dois ou três empregos. E é sempre bom perguntar: quem mais é penalizado com esta situação de descalabro no serviço público?
Não há dúvidas que o mais penalizado é o pobre, pois são os mais carentes, que mais precisam do serviço público. Afinal o filho do pobre precisa da escola pública, ele também necessita do atendimento no hospital público, precisa da previdência social, da prestação jurisdicional e da garantia da segurança e da ordem pública. Não nos deixemos enganar pela cantilena corporativista dos sindicatos dos servidores públicos.
O Brasil precisa dar um salto de qualidade na prestação dos serviços públicos. Em países mais desenvolvidos não existe a instituição deletéria da estabilidade do funcionário público. E a qualidade da prestação do serviço público nestes países ditos “do Primeiro Mundo” é muito melhor que a que temos no Brasil. Precisamos nos posicionar para o descortino que se abre no século XXI: a eficiência e a eficácia das políticas públicas não serão atingidas com uma concepção equivocada do corporativismo obscurantista do viciado servidor público amparado pela estabilidade que o protege da penalização pela incompetência, descaso e desídia.
Claro que nem todos os servidores públicos são maus ou incompetentes, pelo contrário. O que se quer não é uma mudança contra o bom servidor público, mas a melhoria do serviço que o poder público pode e deve prestar.
É claro que as principais fontes de resistência ao projeto de Lei Complementar que cria as fundações públicas de direito privado para gerir os organismos públicos seriam as centrais sindicais e os sindicatos. Os sindicatos dos servidores públicos estão viciados na defesa do corporativismo do servidor público. O resultado é que os professores da rede escolar pública só trabalham oito meses por ano: nos quatro meses restantes, tiram as férias regulamentares e passam três meses em greve reinvindicatória de aumento salarial.
Há dias atrás fui à padaria e conversei com o dono do estabelecimento a respeito deste projeto de lei moralizador que permite ao governo federal contratar empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho. Ele me disse que conhece um servidor público que tem salário superior a R$ 5 mil mensais e que é notoriamente absenteísta. Quando lhe telefonam da repartição cobrando a presença, responde: "Sou concursado e sei quando devo ir trabalhar!”.
É assim que acontece com os médicos dos hospitias públicos. Alguns vão ao trabalho com frequência, mas de um expediente de seis horas permanecem no hospital por não mais de duas a três horas. Acham que ganham mal e é precisam “se virar” em dois ou três empregos. E é sempre bom perguntar: quem mais é penalizado com esta situação de descalabro no serviço público?
Não há dúvidas que o mais penalizado é o pobre, pois são os mais carentes, que mais precisam do serviço público. Afinal o filho do pobre precisa da escola pública, ele também necessita do atendimento no hospital público, precisa da previdência social, da prestação jurisdicional e da garantia da segurança e da ordem pública. Não nos deixemos enganar pela cantilena corporativista dos sindicatos dos servidores públicos.
O Brasil precisa dar um salto de qualidade na prestação dos serviços públicos. Em países mais desenvolvidos não existe a instituição deletéria da estabilidade do funcionário público. E a qualidade da prestação do serviço público nestes países ditos “do Primeiro Mundo” é muito melhor que a que temos no Brasil. Precisamos nos posicionar para o descortino que se abre no século XXI: a eficiência e a eficácia das políticas públicas não serão atingidas com uma concepção equivocada do corporativismo obscurantista do viciado servidor público amparado pela estabilidade que o protege da penalização pela incompetência, descaso e desídia.
Claro que nem todos os servidores públicos são maus ou incompetentes, pelo contrário. O que se quer não é uma mudança contra o bom servidor público, mas a melhoria do serviço que o poder público pode e deve prestar.
