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Publicado: 26/07/2007 | 11:30
Cidadão brasileiro deve R$ 2.757
Nelson Rocco
Gazeta Mercantil
O brasileiro está cada dia mais endividado. Embora o volume de crédito tomado por pessoas físicas no País esteja muito distante dos níveis internacionais, cada cidadão integrante da PEA (População Economicamente Ativa) chegou ao final de junho com uma dívida de R$ 2.757. Esse valor é 23,8% maior que os R$ 2.227 devidos em junho de 2006. Os cálculos foram feitos por este jornal com base nos dados divulgados hoje pelo Banco Central. Sem rigor estatístico, foi usado o total da PEA de 2005 - último dado disponível do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) - para as contas referentes a junho de 2006. Na comparação com junho deste ano, a PEA foi corrigida em 2006 pela variação média dos cinco anos anteriores.
De acordo com a Nota de Política Monetária do BC, o total de crédito nas mãos das pessoas físicas chegou a R$ 273 bilhões ao final do semestre, com crescimento de 27,7% em 12 meses. Neste ano, o aumento ficou em 14,7%. Esses números consideram apenas os recursos livres, que não incluem crédito habitacional.
Altamir Lopes, chefe do Departamento Econômico do BC, lembra que o crédito para os cidadãos está crescendo desde 2005. Segundo ele, isso se deve a dois fatores: o aumento do nível de atividade da economia do País, "que puxa o crédito por conta da elevação das vendas no varejo"; e pela "descompressão" das taxas de juros. "A melhora no nível de emprego com carteira assinada também leva ao aumento do crédito."
Os empréstimos consignados também têm dado impulso ao volume total de crédito. Segundo Lopes, as taxas médias cobradas nessa modalidade - de 31,9% ao ano - são atrativas. "Se você comparar com o cheque especial, vai migrar para o consignado."
A queda das taxas de juros cobradas nas diversas modalidades fez com que os empréstimos se tornassem mais atraentes. A taxa Selic passou de 19,75% ao ano em agosto de 2005 - início do atual período de reduções - para 12% em junho. As taxas médias cobradas nos empréstimos em geral passaram de 61,1% para 48,4% no período.
Pelos cálculos do BC, o volume de crédito nas mãos de pessoas físicas e jurídicas chegou em junho a 32,3% do Produto Interno Bruto (PIB), muito abaixo dos 80% registrados pelo Chile, ou mesmo do nível de países desenvolvidos, como a Alemanha (125% do PIB), e ainda o Reino Unido (130%).
Gazeta Mercantil
O brasileiro está cada dia mais endividado. Embora o volume de crédito tomado por pessoas físicas no País esteja muito distante dos níveis internacionais, cada cidadão integrante da PEA (População Economicamente Ativa) chegou ao final de junho com uma dívida de R$ 2.757. Esse valor é 23,8% maior que os R$ 2.227 devidos em junho de 2006. Os cálculos foram feitos por este jornal com base nos dados divulgados hoje pelo Banco Central. Sem rigor estatístico, foi usado o total da PEA de 2005 - último dado disponível do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) - para as contas referentes a junho de 2006. Na comparação com junho deste ano, a PEA foi corrigida em 2006 pela variação média dos cinco anos anteriores.
De acordo com a Nota de Política Monetária do BC, o total de crédito nas mãos das pessoas físicas chegou a R$ 273 bilhões ao final do semestre, com crescimento de 27,7% em 12 meses. Neste ano, o aumento ficou em 14,7%. Esses números consideram apenas os recursos livres, que não incluem crédito habitacional.
Altamir Lopes, chefe do Departamento Econômico do BC, lembra que o crédito para os cidadãos está crescendo desde 2005. Segundo ele, isso se deve a dois fatores: o aumento do nível de atividade da economia do País, "que puxa o crédito por conta da elevação das vendas no varejo"; e pela "descompressão" das taxas de juros. "A melhora no nível de emprego com carteira assinada também leva ao aumento do crédito."
Os empréstimos consignados também têm dado impulso ao volume total de crédito. Segundo Lopes, as taxas médias cobradas nessa modalidade - de 31,9% ao ano - são atrativas. "Se você comparar com o cheque especial, vai migrar para o consignado."
A queda das taxas de juros cobradas nas diversas modalidades fez com que os empréstimos se tornassem mais atraentes. A taxa Selic passou de 19,75% ao ano em agosto de 2005 - início do atual período de reduções - para 12% em junho. As taxas médias cobradas nos empréstimos em geral passaram de 61,1% para 48,4% no período.
Pelos cálculos do BC, o volume de crédito nas mãos de pessoas físicas e jurídicas chegou em junho a 32,3% do Produto Interno Bruto (PIB), muito abaixo dos 80% registrados pelo Chile, ou mesmo do nível de países desenvolvidos, como a Alemanha (125% do PIB), e ainda o Reino Unido (130%).
Nelson Rocco
Gazeta Mercantil
O brasileiro está cada dia mais endividado. Embora o volume de crédito tomado por pessoas físicas no País esteja muito distante dos níveis internacionais, cada cidadão integrante da PEA (População Economicamente Ativa) chegou ao final de junho com uma dívida de R$ 2.757. Esse valor é 23,8% maior que os R$ 2.227 devidos em junho de 2006. Os cálculos foram feitos por este jornal com base nos dados divulgados hoje pelo Banco Central. Sem rigor estatístico, foi usado o total da PEA de 2005 - último dado disponível do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) - para as contas referentes a junho de 2006. Na comparação com junho deste ano, a PEA foi corrigida em 2006 pela variação média dos cinco anos anteriores.
De acordo com a Nota de Política Monetária do BC, o total de crédito nas mãos das pessoas físicas chegou a R$ 273 bilhões ao final do semestre, com crescimento de 27,7% em 12 meses. Neste ano, o aumento ficou em 14,7%. Esses números consideram apenas os recursos livres, que não incluem crédito habitacional.
Altamir Lopes, chefe do Departamento Econômico do BC, lembra que o crédito para os cidadãos está crescendo desde 2005. Segundo ele, isso se deve a dois fatores: o aumento do nível de atividade da economia do País, "que puxa o crédito por conta da elevação das vendas no varejo"; e pela "descompressão" das taxas de juros. "A melhora no nível de emprego com carteira assinada também leva ao aumento do crédito."
Os empréstimos consignados também têm dado impulso ao volume total de crédito. Segundo Lopes, as taxas médias cobradas nessa modalidade - de 31,9% ao ano - são atrativas. "Se você comparar com o cheque especial, vai migrar para o consignado."
A queda das taxas de juros cobradas nas diversas modalidades fez com que os empréstimos se tornassem mais atraentes. A taxa Selic passou de 19,75% ao ano em agosto de 2005 - início do atual período de reduções - para 12% em junho. As taxas médias cobradas nos empréstimos em geral passaram de 61,1% para 48,4% no período.
Pelos cálculos do BC, o volume de crédito nas mãos de pessoas físicas e jurídicas chegou em junho a 32,3% do Produto Interno Bruto (PIB), muito abaixo dos 80% registrados pelo Chile, ou mesmo do nível de países desenvolvidos, como a Alemanha (125% do PIB), e ainda o Reino Unido (130%).
Gazeta Mercantil
O brasileiro está cada dia mais endividado. Embora o volume de crédito tomado por pessoas físicas no País esteja muito distante dos níveis internacionais, cada cidadão integrante da PEA (População Economicamente Ativa) chegou ao final de junho com uma dívida de R$ 2.757. Esse valor é 23,8% maior que os R$ 2.227 devidos em junho de 2006. Os cálculos foram feitos por este jornal com base nos dados divulgados hoje pelo Banco Central. Sem rigor estatístico, foi usado o total da PEA de 2005 - último dado disponível do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) - para as contas referentes a junho de 2006. Na comparação com junho deste ano, a PEA foi corrigida em 2006 pela variação média dos cinco anos anteriores.
De acordo com a Nota de Política Monetária do BC, o total de crédito nas mãos das pessoas físicas chegou a R$ 273 bilhões ao final do semestre, com crescimento de 27,7% em 12 meses. Neste ano, o aumento ficou em 14,7%. Esses números consideram apenas os recursos livres, que não incluem crédito habitacional.
Altamir Lopes, chefe do Departamento Econômico do BC, lembra que o crédito para os cidadãos está crescendo desde 2005. Segundo ele, isso se deve a dois fatores: o aumento do nível de atividade da economia do País, "que puxa o crédito por conta da elevação das vendas no varejo"; e pela "descompressão" das taxas de juros. "A melhora no nível de emprego com carteira assinada também leva ao aumento do crédito."
Os empréstimos consignados também têm dado impulso ao volume total de crédito. Segundo Lopes, as taxas médias cobradas nessa modalidade - de 31,9% ao ano - são atrativas. "Se você comparar com o cheque especial, vai migrar para o consignado."
A queda das taxas de juros cobradas nas diversas modalidades fez com que os empréstimos se tornassem mais atraentes. A taxa Selic passou de 19,75% ao ano em agosto de 2005 - início do atual período de reduções - para 12% em junho. As taxas médias cobradas nos empréstimos em geral passaram de 61,1% para 48,4% no período.
Pelos cálculos do BC, o volume de crédito nas mãos de pessoas físicas e jurídicas chegou em junho a 32,3% do Produto Interno Bruto (PIB), muito abaixo dos 80% registrados pelo Chile, ou mesmo do nível de países desenvolvidos, como a Alemanha (125% do PIB), e ainda o Reino Unido (130%).